INICIAR SESIÓN— Não acredito que vou comer você agora - ele segura seu membro batendo na minha bunda. Ergo uma perna que é segurada por ele, estou rindo e tão molhada que mal posso esperar.
O sinto na minha entrada tão duro, mordo meus lábios esperando que entrasse logo, porém. — Espera aqui, eu vou ver se tem alguém em casa - Escutei a voz da minha irmã na sala e Marck soltou um gemido se afastando de mim. Não, não se vá. — Parece que meu sonho não vai se realizar - ele guardou seu pau dentro das calças e me olhou, viro em sua direção e suas mãos me tocam novamente empurrando para a parede — a gente se vê - ele me beija arrumando ao menos minha camisa e me larga na mesma hora — sua gostosa. - E mordendo meus lábios ele sai da minha casa me deixando. Sinto minhas pernas cederem, mas não caio, me aproximo da mesa tentando respirar o máximo que posso, mas não consigo conter a vontade de voltar a dois minutos atrás, minha vagina formiga e ao ver minha irmã entrar na cozinha com seus olhos grandes tudo que sinto é raiva, raiva porque ter perdido uma foda básica na cozinha com um cara gato cheio de pegada. — Elsie? Você está bem? - Olho para mim mesma e noto estar tão bagunçada quanto à noite passada. Ajeito meu cabelo para o lado dando um sorriso. — Você podia ter ido para qualquer outro lugar - Puxo minha calça com o pé junto da calcinha e vejo Eleonor estreitar os olhos enquanto visto tudo de qualquer jeito. — Obrigada! Você acabou de foder um momento muito bom. — Achei que não tinha ninguém em casa. Você está bem? – Ajeitei a calça novamente e olhei para Eleonor. — Eu poderia estar melhor, mas não vou entrar em detalhes – A deixei sozinha na cozinha pegando minhas coisas e subi para meu quarto. Tranquei a porta e olhei ao redor de tudo parando na minha janela. Oh meu Deus. Eu quase transei com Marck enquanto pensava em aceitar sair com o irmão dele que é melhor amigo do meu ex-namorado. Estou me envolvendo em uma bola de neve e eu acho que isso não vai dar certo. Me abano um momento, por que estou com calor e excitada, despertar esses prazeres da vida não foi uma boa ideia, talvez eu tenha que usar o brinquedo que ganhei de presente da Gina no banheiro e terminar o que Marck começou ou posso... Sorri andando até o meio do meu quarto e olhei para a janela em frente, Jae estava malhando... SEM CAMISA! Posso ir até a casa de Jae e fazer nosso encontro começar e terminar ali, ou eu falo com Marck? Afinal, é culpa dele estar molhada e esperando que algo entre na minha vagina. Socorro! Que merda viu. Mil vezes merda. Naquela mesma tarde depois de ver e rever Jae malhando em seu quarto, apenas um banho gelado me fez tirar a imagem e excitação que senti quando estava nos braços de Marck Shimith. Não é por nada não, mas até agora sinto minhas pernas quentes e meus braços moles ao lembrar da sua pegada fenomenal sobre meu corpo. Sinto tudo como se tivesse acontecendo ainda e eu não consigo me sentir envergonhada por querer continuar aquele momento. Bem que eu deveria, afinal, estive pensando seriamente em sair com o irmão dele para depois me esfregar com outro? O que estou parecendo ser? Logo eu, tão pacata e organizada, ainda não sei dizer o que meu corpo quer e quem ele quer. Recebo uma mensagem de Annie com uma foto dela com Jack na cama, eu devo apagar para que ninguém veja ou excluí Annie por me querer em um lugar onde eu não devo estar? Se bem que ficar com Marck depois de falar e ouvir as palavras de Jae também não é lá algo íntegro da minha parte. Respiro fundo e volto a encarar meus livros na mesa, eu não sei por que sentei para estudar se não consigo tirar metade dos meus pensamentos da cabeça. O que devo fazer? O que devo fazer? Em meio aos meus pensamentos, escuto uma pequena buzina, levanto da cadeira estranhando na mesma hora, afinal, meu pai não chega buzinando nem sai fazendo isso, ele sempre chega tarde então tem medo de nos acordar. Saio do meu quarto procurando a origem pela segunda vez e desço a escada escutando minimamente um carro dar partida acelerando rapidamente. Quando chego ao andar debaixo a porta da frente se abre, me escondo por dois segundos e vejo Eleonor tirando os sapatos e escondendo o rosto dentro de seu capuz. O que essa menina está aprontando? Ela vai para a cozinha e depois de ouvir a geladeira ser aberta vou na mesma direção a encontrando perto da pia, meus movimentos são pequenos e lentos e ela não nota a mim, até se virar e soltar um grito abafado soltando os sapatos no chão. — São quase uma da manhã, por onde você andava? A última vez que te vi você tinha acabado de entrar em casa, chegado da escola - Cruzei os braços só para colocar banca, Eleonor soltou o ar colocando o copo na e me olhou sorrindo. — Estava com Jofrey, fomos ao cinema, depois ele me levou ao parque, e paramos para comer algo antes de voltar para casa, tudo bem isso acontecer? Ou teremos uma briga quando o papai chegar? — Tudo bem. Mas eu acho que se você quiser levar isso mais a sério, deve comunicar ao nosso pai. - Joguei os cabelos para trás — Até porque ele esteve aqui noite passada, e hoje também. Vocês estão namorando? — Não. Os pais dele são complicados e talvez não se agradem de mim, eles acham que a garota perfeita para o filho é aquela da igreja, virgem, pura, pacata e do lar. - Ela deu um sorriso debochado — Talvez eu não seja essa pessoa. — Só falta ser do lar, o resto você já é - Eleonor sorriu — Você ainda né? — Sou Elsie, sou. - Ela andou em minha direção e a parei na porta tirando as madeixas de seu rosto. — Obrigada por estar aqui, ainda sinto falta da nossa mãe, mas não me sinto só, ainda que a ausência do papai fale muito. — Ele está apenas trabalhando para nos ajudar. Miguel é uma pessoa boa. - Ela sorri e assente - E por que chegou agora? Sabe que se ele te pegar ele vai querer saber com quem anda, quem é, onde mora e tudo mais. Ele sempre chega depois da meia-noite, da próxima vez tente chegar mais cedo. Teve sorte dessa vez. — Obrigada. Voz da experiência - Ela sorri cruzando os braços dessa vez — O que está acontecendo entre você e o vizinho Jae Shimith? Ele é tão sexy, você viu ele sem camisa malhando? Ele adora correr de manhã cedo, e antes da noite cair. Parece um sonho. - Engoli a seco. — Não está acontecendo nada. - Ele me chamou para sair apenas isso, mas eu quase transo com o irmão dele, coisa pouca, nada para se preocupar. — Então por que ele mandou eu te entregar isso? - Ela me estendeu um papel — Dei um beijo em Jofrey para entrar e assim que virei quase dou um grito quando o vi parado na minha frente. Por isso Jofrey buzinou para chamar minha atenção, achou que eu estava em perigo. - Abri o papel e dei de cara com seu número. Aquilo só pode ser uma brincadeira bem legal. — Te vejo depois, acho que ele quer conversar com você. Está na hora de arrumar um namorado que preste né? Beijos. Ela passou por mim subindo as escadas e ouvi a porta do quarto bater. Jae Shimith me mandou seu número? Ele quer mesmo conversar comigo? Ele podia ter me dado na faculdade, mas esperou a minha irmã chegar quando também poderia ter vindo pedir ou mandando da janela, escrito no papel não sei, mas precisava envolver a minha irmã nisso? Subi as escadas sem conseguir desgrudar meu olhar daquele pedaço de papel. O que posso fazer? Mando mensagem? Ligo? Ignoro? Ah, meu pai do céu, eu não vou ignorar isso. Tranco a porta quando entro no quarto e sento na cama procurando pelo meu celular. Ok, eu vou mandar uma mensagem, não vai matar ninguém pelo menos para dizer que salvei seu número. Adiciono ele na minha lista de contatos e mando uma breve mensagem: Oi, é a Elsie, está salvo seu número". Algo simples. Simpático. Seguro.. Porque, apesar de tudo, eu ainda sou uma pessoa normal. Deito na cama olhando o teto do meu quarto, eu devia ter mandado outra coisa? Ele ao menos espera que eu mande mensagem hoje? Sinto meu celular vibrar de repente e o encaro, é uma ligação, e é de Jae. Sento na cama com o coração acelerado, atendo ou não? Que merda. — Alô? - Atendo porque eu sou uma pessoa caridosa. — Oi - Sua voz me causa tantos arrepios que volto a deitar na cama, é tão sexy como ele fala. — Pensei que sua irmã não faria o serviço. — Precisava pedir a ela? Você pelo menos deveria ter pedido a mim na faculdade. — Sai mais cedo, e não vi quando chegou. Mas não custava nada entregar um papel já que paguei por isso.— Sua amiga, a Ellie acordou antes de chegar ao hospital. Estava elétrica e tiveram que ceda-la, mas acordou de manhã. — Ellie… - Soprou o nome dela com raiva e ódio ao mesmo tempo. Ela não tinha culpa de ter sido levada para os braços daquele homem, mas mesmo assim, não conseguia mais ouvir ou ver aquela garota se não se lembrasse do quanto Taylor falou e falou e ameaçou usando o nome dela. — Como ela está? — Um pouco traumatizada, mas vai ficar bem, os pais dela estão aqui desde ontem quando tudo aconteceu - Sadie virou para olhar sua mãe — Você lembra o que aconteceu? — Eu me lembro da Ellie sair do carro e me mandar dirigir, mas não consegui me mexer, acabei desmaiando. Não queria sair dali sem ela. - A mãe sorriu e abaixou o olhar. — E aquele homem? — Bom, parece que o seu ex-noivo atropelou aquele homem na tentativa de salvar vocês duas. Os pais dele não deram queixa e até pediram para pagar as despesas do hospital. A irmã contou à polícia o que ele fazia com a namorada n
O galpão no final da estrada de barro parecia silencioso quando Ellie desceu do carro batendo a porta logo em seguida. Olhou ao redor procurando qualquer movimento de pessoas ou do próprio Taylor. Não ia negar que estava com medo e que agora entendia o motivo dos garotos quererem se proteger. Talvez se não soubesse que a polícia chegaria a algum momento, não tivesse a coragem de realmente ir até Taylor e o olhar de novo, ouvir sua voz ou estar em sua presença. Como isso desencadeia tantos momentos ruins, momentos em que ela achou que morreria sozinha em um chão frio e úmido. Respirou fundo colocando as mãos dentro do casaco e andou em direção à entrada daquele galpão. Suas pernas estavam mais trêmulas do que nunca, o coração acelerado como se fosse morrer a qualquer momento, e quem sabe isso podia mesmo acontecer. Taylor era um homem perigoso por diversão, imaginava sentindo raiva? Ele seria capaz de tudo, até mesmo um assassinato. Parou na entrada quando escutou um gemido baixo, con
Ellie respirou mais fundo buscando forças para sorrir e então virou para os outros — A Sadie está bem. Ela está na casa de uma amiga e o celular acabou descarregando - Contou mantendo um sorriso no rosto. Vicent revirou os olhos se jogando no sofá — Estamos nos preocupando por nada. — Por nada? Ela some o dia todo não apareceu no trabalho, nem na faculdade. Mas é claro que iriamos nos preocupar. Acabamos de voltar. Posso me preocupar com minha namorada. — Claro que pode. Mas vamos pra casa? Eu passei o dia em pé andando de um lado para outro, eu quero dormir. - Pediu quase num suspiro imediato. — Vamos. Tudo bem. Se ela disse que estava bem. Não vamos nos preocupar com isso agora. - Vicent foi o primeiro a levantar, desceram juntos outra vez e seguiram para o carro. O silêncio foi mantido durante todo o trajeto, mesmo Rylian e Vicent conversando sobre as ruas estarem cheia para o filme novo que estreou naquela semana. Comentavam sobre o fato o tempo todo. No entanto, a única pe
Antes de o sol nascer naquela manhã de segunda, Ellie já estava de pé, acordou ansiosa para o que seria seu primeiro dia de trabalho. Não sabia o que poderia esperar, mas desejava que fosse um dia próspero, que as pessoas gostassem do seu atendimento e o que o novo patrão a respeitasse como tal. Bom, se a tratassem como gente já devia ser alguma coisa. Seu primeiro emprego foi na agência de modelo longe da sua cidade, as pessoas passaram a gostar dela e a convidar para qualquer tipo de trabalho, mas quando se é convidada e muito solicitada por ser bonita e gentil, suas colegas de trabalho que deviam a deixar cheia de orgulho de si mesmas, acabaram desejando ter aquela mesma atenção. Brigas e algumas mentiras foram espalhadas por todo lugar, e a reputação de Taylor todas as vezes que ia a um dos locais que trabalhava não ajudava. Sempre arrumava confusão com todos, até com os clientes homens que estavam presentes. Aos poucos, aquele sonho foi se acabando, se perdendo por entre os dedos
— Hm… - A mãe pensou um pouco depois de ouvir toda a brilhante ideia de sua filha. Todo mundo precisa seguir a vida de alguma forma, e tentar manter as coisas no lugar, mas ao mesmo tempo, recomeçar a vida mesmo ainda tendo aquele tipo de homem ao seu redor, não era uma coisa boa, certo? — Você tem certeza que está segura? — Sadie contou que uma das atendentes do café está grávida, faltam poucos meses para ela sair do trabalho, e estão precisando de alguém para ficar em seu lugar. Não vou ganhar muito, mas pode ser alguma ajuda. Estou morando na casa do Vicent e nunca ajudei em nada, não quero mais ser a garota que é mantida viva pelos outros. - Contou animada. Durante aquela semana, tinha visitado Sadie todos os dias e conversado bastante sobre como as coisas iriam ficar, e uma delas foi a grande chance de emprego. Não era uma das pessoas mais qualificadas, mas ao menos sabia andar em cima de um salto, sorrir e anotar pedidos. Não seria garçonete para sempre, mas precisava de um c
Como prometido, Sadie levou sua amiga para o prédio que conhecia muito bem, desde o porteiro até o centro do apartamento a qual visitou por anos. Parou em frente a aquele lugar dando uma breve olhada ao redor não querendo encontrar por Taylor ou qualquer ameaça que fizesse com que Ellie surtasse de vez. Uma coisa seria estranha não a ajudar no momento, nunca foi uma pessoa ruim e era por esses momentos que ainda não entendia porque o universo levou sua melhor amiga, depois seu noivo, depois o amor de seu pai e mais outras coisas que ninguém precisava saber. Segredos dentro de si que nem mesmo sua psicóloga com todo talento não conseguiu fazê-la contar. Certas coisas precisam ser guardadas conosco. Estacionou na garagem ao lado de Ellie que também reparava em cada canto. O medo ainda a cobria e não sabia dizer se estava mesmo disposta a sair na rua outra vez. Suspirou para se acalmar mantendo sua cabeça no lugar, não iria adiantar começar a surtar no momento. — Como você se sente? -







