LOGINFiquei paralisado, não sabia como reagir, o meu coração está louco e não pára de bater tão depressa, é como uma bomba prestes a explodir dentro do meu peito, Lucas agarra—me pela mão e arrasta—me para estar à frente do homem que me fodeu como nunca ninguém o fez antes, nem mesmo ele.
—Maia, a rapariga de que vos falei.
Eu salivo enquanto ele sorri de lado: "Então você é o famoso Mey. Acho que o meu filho... não mentiu quando falou bem de si.
Quando ele pegou na minha mão sem permissão o meu corpo estremeceu completamente, a minha voz perdeu—se porque eu estava a dizer isto num duplo sentido: "O que aconteceu ontem à noite... merda! O seu olhar lascivo faz—me falar com o meu namorado para esquecer que ele estava aqui.
— Estás bem? — disse Lucas enquanto me olhava fixamente: "Estás muito pálido.
Disse—lhe que estava bem para o tirar das minhas costas mas, o seu pai continuou a olhar para mim sempre que podia e fê—lo perfeitamente bem, pois ninguém reparou na tensão entre nós para não mencionar em mim. Não compreendo como é que isto me estava a acontecer, "se eu soubesse, teria fugido daquela sala".
Não consegui tirar esses pensamentos da minha cabeça porque fui demasiado negligente ao dormir com um estranho, tomei o copo com água porque a minha garganta parecia seca e tomei um gole enorme porque desejava que o tempo acabasse aqui.
— Deve ter sido uma noite incrível...para nós os dois.
A água desceu para o outro lado do meu corpo e eu estava a afogar—me, Lucas ajudou—me e olhou irritado para o seu pai dizendo que ainda não estávamos lá, o meu rosto ficou tão vermelho como um tomate que me desculpei para poder ir à casa de banho, fiquei praticamente sem a situação e quando estava sozinho com a minha consciência apercebi—me que estava a tremer demasiado.
Lavei o meu rosto com água suficiente, olhei para o espelho e ainda estava vermelho de vergonha.
—Merda, como se pode dizer isso com tanta calma! —Mutilho com raiva —Deus...!
Fecho os olhos e encosto—me à parede para acalmar o meu coração, sentindo que estava a obter um ritmo normal, abro os olhos para congelar como um pedaço de bloco de gelo, os meus olhos olham para os seus olhos enquanto sinto a sua perna direita ir entre as minhas pernas e lentamente puxar o meu vestido para cima.
—Então o coelho tem um dono?
—O que faz ela aqui...? —Tentei fugir mas ele parou—me agarrando—me bem à cintura: "Mas que diabo?
—E se o meu filho... soubesse que... a sua doce flor já tinha sido desflorada pelo seu pai...? —A minha pele fica totalmente erecta quando segura uma das minhas pernas e move a sua mão para cima até chegar às minhas nádegas.
—Isto não está certo, vai—te embora antes que alguém....
As minhas bochechas coradas enquanto ele me obriga a enrolar as suas pernas à volta da sua cintura e ao mesmo tempo aprofunda um beijo que me deixa sem fôlego, eu queria sacudi—lo, mas o meu corpo sentia o êxtase da noite anterior enquanto me lembrava dele com o seu beijo.
—Tem medo de que alguém entre e nos veja assim... ou apenas tem medo que o meu filho nos veja assim? —Os meus olhos imploram—lhe que se vá embora, mas ele apenas sorri de lado enquanto puxa para baixo as mangas da minha blusa e as correias do meu soutien. —Sussurra ao meu ouvido: "Qualquer pessoa pode entrar agora mesmo. —A minha mente desfoca—se quando sinto algo duro a roçar a minha intimidade até ser libertado. —Posso parar se for isso que deseja. —Sorrisca de lado: "Foi o que eu pensei.
Foi uma bomba de emoções que explodiu quando a senti, a minha alma vibrou querendo mais, agarrei—me a ele enquanto ele silenciava a minha voz segurando um beijo tão voraz e intenso que me perdi na loucura do prazer afrodisíaco que o meu corpo estava a sentir.
Encosto o meu corpo para trás e a sua mão segura—me para que ele se possa aproximar de mim, a sua voz diz—me o que estou a enlouquecer e eu sorrio como uma puta pedindo mais em murmúrios mas ele ordena—me que não me retenha. O meu corpo tem uma sensação de tensão quando ouço pessoas a entrar pela porta, elas podem ouvir—me, podem entrar e ver—me, mas mesmo assim sinto o meu corpo a ficar mais excitado com o pensamento de que podemos ser descobertos.
Ele ordena—me que me levante, e faz—me encostar ao seu corpo, suspiro enquanto sinto as suas mordidelas nas minhas costas e os seus dedos vagueiam pelo meu corpo, a minha intimidade, terminando com um par de estalos no meu rabo.
—Nunca se esqueça que só eu poderei vê—lo assim. Não te consigo ouvir, coelhinho, não te consigo ouvir.
Obedecer não é o meu forte, não queria dar—lhe essa satisfação mas, quando a sua mão agarra o meu pescoço inclinando o meu corpo para trás enquanto que com a outra ele j**a naquela parte sensível do meu corpo isso fez—me cair.
—Sim...
—Sim, o quê? —Ele murmura exigindo —Fala... —Eu aperto os meus lábios porque não o queria dizer. —Muito bem. —Ele murmura e segundos depois repete os movimentos com os dedos na minha intimidade, traçando círculos até causar a morte das minhas pernas.
—O quê? —O meu coração parou. Porque é que fez isso?
Deixo sair um gemido quando o sinto lá dentro e ele começa a bater, ele agarra os meus pulsos e coloca—os atrás do meu corpo a bater com mais força, o meu corpo entra no calor como um vulcão em erupção, eu já estava prestes a cair, as minhas pernas já não aguentavam, o meu corpo vibra em infinitas emoções que eu pensava que me iriam enlouquecer e exijo mais à medida que lhe aperto o rabo para aumentar o ritmo.
—Mey!!! ....
A minha alma deixou o meu corpo quando ouvi Lucas do outro lado da porta, virei—me para ver o seu pai por cima do meu ombro e ele apenas sorri maliciosamente e continua a bater.
—É melhor dizer alguma coisa ou então... ele vai entrar.
—Enlouqueceu? A sua filha está nas traseiras e...—Cala a boca, maldito sejas, se nunca tivesses aparecido na nossa vida....—Não procure culpas", disse Victor, calando—a, "A nossa relação era irreparável e você sabe disso.—Havia esperança para nós, mas nunca me quiseste perdoar e em vez disso traíste—me com esta pequena mosca morta, tu... foste—me infiel e mesmo assim eu perdoei—te, mas tu... só me causaste dor ao fazeres crer que me darias uma oportunidade e depois... dizes—me que a amas. E não vou aceitar isso.Um grito escapa—me quando ela dispara aos meus pés, o meu instinto é proteger as crianças e Victor pisa à nossa frente.—Oops... falhei. Mas não voltará a acontecer e não quero saber se tenho de te matar primeiro, amor.—Espera! —Victor gritou, parando—a, "Esperem! Tens razão... Não pensei nos teus sentimentos e nos bons momentos em que vivemos juntos...—Victor, o que estás a fazer?Ele ignora—me e aproxima—se dela, chamo—o novamente porque aquela mulher tem uma arma e ela
MEYPor vezes as circunstâncias não são o que esperamos para perceber o quão valioso pode ser o que temos ao nosso lado, foi o que me aconteceu quando estava prestes a perder Victor naquele ataque contra mim, o que mais me incomoda é que aquela mulher nem sequer pensa nos danos que causa à sua filha, Laura é apenas uma menina que só quer o amor da sua mãe, mas parece que ela não se importa de todo com a sua filha, mas com a sua louca obsessão por Victor que, já agora, nunca pensei que fosse tão grande.— Pronto para o seu casamento?—Sim —Eu olho para a Laura que estava linda com aquele vestido branco, ela usaria o meu véu mas não parece muito feliz —Laura... — ela fica espantada quando olha para mim — Estás bem?—Sim, sim... estou bem.O remorso culpa—me porque pensei que não haveria ninguém a opor—se ao casamento e penso que ela talvez desejasse que os seus pais estivessem juntos, por isso disse—lhe que se ela não queria que eu casasse com o seu pai para me dizer para cancelarmos tu
VICTORNunca pensei ser capaz de arriscar a minha vida por outra pessoa, mas quando vi que estava prestes a perdê—la, o meu corpo moveu—se para tomar o seu lugar, depois disso, tudo ficou preto e frio, mas isso desapareceu quando ouvi a sua voz a dizer—me que ela não me deixaria ir, que eu ficaria bem.Tudo se aqueceu depois de ouvir a sua voz a dizer—me isso. Senti que algo estava a causar peso nas minhas mãos fazendo—me abrir os olhos, quando o fiz, pude ver Lucas a dormir ao lado da sua mãe, não conseguia mexer as minhas mãos quanto mais o meu pescoço e quando tentei fazer um movimento gemi ligeiramente com dores fazendo toda a gente acordar.—Pai!Ouvi todos os meus filhos chamar—me em coro, Lucas reage rapidamente quando vê que me abraçam com força e lhes diz que por agora não o podem fazer por causa do meu estado, pergunto—lhe o que tinha acontecido e ele diz—me o que tinha acontecido e que eu quase morri.—Se não fosse por Mey... ter—te—íamos perdido.—O quê?... mas como...?—E
Quando a ambulância veio buscá—lo, tive de dizer que era médico para me deixarem acompanhá—lo, verifiquei e fiz todas as avaliações até chegarmos ao hospital, quando chegámos, disseram—me que o manteriam estável enquanto faziam os testes correspondentes, quando fui à sala de espera, o meu amigo e Lucas já lá estavam quando me viram que os meus filhos estavam com eles, havia também a mãe de Lucas, os meus pais e o pai de Victor, um velhote com uma bengala.—Como está o meu pai?—Estão a fazer os testes agora....—Por favor, Mey..." Lucas pega na minha mão, "Por favor... não o deixes morrer.Como poderia —O meu coração despedaça—se com o pensamento de que a possibilidade de ele morrer existe —Ele é o amor da minha vida e o pai dos meus filhos.—Mommy.... —Os meus filhos estavam a chorar —Salve o meu pai.Eu abraço os meus filhos, eles estavam felizes porque estavam com o pai e agora isto aconteceu. Não sei quem poderia ser capaz disto, mas sei muito bem que ele queria matar—me, se não f
— Pensaste que me ia esquecer do teu aniversário, não foi? —Fico a olhar para ele incrédulo, de que ele se lembra. O meu coração bate incontrolavelmente no meu peito. Isto é mais do que eu esperava. —Todos os anos desde que partiu, sempre me perguntei se estava a festejar com outra pessoa.— Trouxeste—me aqui por truques. Isso é jogar sujo.Ele agarra—me possessivamente com um sorriso muito sensual.—Eu nem sempre jogo limpo.—Ha ha. —disse sarcasticamente.Sentámo—nos na mesa e desfrutámos do nosso jantar, não falámos muito por ser estranho, bem, no meu ponto de vista é e não sei o que dizer porque, na verdade, estou surpreendido e nervoso, não sei o que dizer.Estava a terminar o meu jantar quando ele me entregou uma pequena caixa, franzi o sobrolho que me fez lembrar aquela que ele uma vez me deu e que eu pensava ser um presente do Clark. Fui obrigado a levá—lo, pois ele disse que era um dos meus presentes de aniversário.Quando vi o anel, senti—me esmagado e nostálgico, foi o anel
As coisas parecem calmas, por agora, uma vez que o que aconteceu no hotel, acordei sozinho com ele no quarto, ele estava acordado, o Clark tinha desaparecido, as coisas não correram como eu esperava e não consegui parar o que aconteceu porque eu próprio o desafiei e ele concordou, mas foi franco ao dizer que nunca mais o faria, e que esperava que depois do que aconteceu ele acreditasse nos seus sentimentos por mim.Ele deu—me uma semana para pensar na sua proposta, uma oportunidade para sermos a família que sempre quisemos, já passaram quatro dias desde então, ele não apareceu, nem sequer para ver os meus gémeos, tanto quanto sei ele olha para eles quando Lucas os leva para viver com a sua filha.A única coisa que sei sobre Clark é que ele fez uma longa viagem, eu queria falar com ele porque senti que devíamos falar sobre o que aconteceu, mas a sua resposta foi simples "é melhor esquecer" e a última coisa que ele disse foi que já tinha uma resposta para nós dois e para as minhas dúvid







