Masuk"Que tipo de piada é esta?"
Eu não podia acreditar que ela estava a manter essa posição, como poderia ela fazer—me isto? A rapariga que disse ser dos recursos humanos disse—me para a seguir, mas claro que não o fiz, pelo contrário, fui enfrentar Erika que estava a saltar de alegria pela posição que ela alcançou, mas as minhas intenções mudaram quando vi que Lucas se aproximou dela e a beijou como se fossem um casal.
Claro que foi um golpe muito baixo para mim porque pensei que eles iriam pelo menos esconder a sua coisa como um casal de ratos, mas eles fizeram o contrário e certificaram—se de que todos sabem que estão a namorar e gozaram comigo o tempo todo e que eu sou estúpido como o caralho.
—Miss... sigam—me por favor.
—O que é que eles estão aqui a fazer?
—O filho do presidente pediu um cargo para a sua namorada, uma vez que é temporário, ele deu—lhe o cargo de secretário presidencial. Quão sortudo é aquele rapaz que o seu pai o ama o suficiente para lhe agradar, mesmo nisso.
—Of curso. —Onde está agora o pai de Lucas?
—Ele está no seu escritório neste momento. Agora sigam—me, tenho de vos levar ao vosso posto e continuar com o meu trabalho.
Quando estávamos a caminhar para o meu novo emprego, perguntei—lhe se estávamos perto do seu escritório e ela até me disse qual a porta que me levaria até ele, num descuido da sua parte, eu fugi e fugi em pânico, quando cheguei à porta, lá estava a minha antiga melhor amiga, sentindo—me como uma diva multi—milionária por conseguir um trabalho tão importante como este.
—Que diabos estás aqui a fazer? —Ah, não me diga que veio felicitar—me pelo trabalho que o meu agora namorado me deu.
—Diga ao Sr. Santoro que quero vê—lo. —Ela fica chateada porque eu ignorei o que ela disse por último.
—Está ocupado, por isso regressa outro dia.
Por sorte, ele estava a sair do seu escritório com Lucas e quando Lucas me viu, foi como se ele próprio tivesse visto o diabo. Fiz um sorriso torto enquanto me vingava de ambos e começava com a minha doce amiga Erika.
—Diz—me Erika, estás a fazer o teu trabalho ou queres sempre dar a tua opinião pelos outros? Porque se me tivesses avisado, ele ter—me—ia recebido.
Tive a atenção de todos, especialmente do pai de Lucas. Erika, claro, sentia—se envergonhada quando Victor lhe perguntou irritantemente porque não lhe tinha contado a minha chegada, pediu—lhe desculpa dizendo que isso não voltaria a acontecer.
—Controle a sua nova namorada e diga—lhe para fazer bem o seu trabalho se não quiser ser expulsa no seu primeiro dia.
—Sim, pai. —Lucas olha para mim chateado por ter acabado de mandar humilhar a sua cabra. Victor gesticula com a sua mão direita para eu o seguir. Quando passo Lucas ele agarra—me bem o pulso: "Que diabo pensas que vais conseguir escapar com a tua vinda até aqui? Acho que se apercebeu do quanto precisa de mim.
—Deseja que isso aconteça. —disse arrogantemente.
— Pensa que o meu pai vai sentir pena de si? Tento partir mas ele não me deixa, podia sentir o olhar de Victor sobre mim, à minha espera à sua porta — Se quiseres... podemos arranjá—lo de outra forma.
Soltei—o abruptamente, pude ver que a sua "namorada" não estava contente com o quão próximos éramos. Assim, aproximei—me do seu ouvido enquanto as minhas mãos descansavam no seu peito, pude sentir rapidamente a sua mudança respiratória.
—Agora compreendo porque nunca dormi contigo, és um pedaço de merda que nunca deixaria esgueirar entre as minhas pernas, caso não soubesses, ...enquanto andavas a foder com a Erika, ela também andava a dormir com o Taylor. —Eu deixo sair uma risada perversa: "Certamente não és suficiente para a deixares satisfeita de outra forma... porque outra razão estaria ela à procura de outro galo para se satisfazer?
Quando me afastei dele, pude ver que estava cheio de raiva, os seus olhos de raiva injectados disseram—me o pouco que lhe restava para explodir, mas ainda não tinha acabado, pois faltava—me a cereja no bolo.
Eles pensam que se podem rir de mim. Que tudo seria como se nada tivesse acontecido. Sei que todos no campus estão "a comer—me vivo" porque as pessoas em quem mais confiava, traíam—me desprezivelmente nas minhas costas, o que sempre lhes pedi a ambos foi lealdade e ambos me falharam da pior maneira, é algo que não se esquece e muito menos em mim.
É como se eu tivesse um espinho no peito de que não me consigo livrar até os ver destruídos, que eles sentem o que eu sinto por causa dos dois, claro que tive de escolher com quem devia começar, mas entrar assim na família deles será perfeito porque conheço o Lucas e sei que isto será uma bomba para ele.
—Queres que te mostre o quanto sou um homem, sua cabra de merda? Não passas de lixo que pensa que ela é a melhor porque é virgem, mas és apenas mais uma que abre as pernas para o primeiro idiota que lhe chama treta.
—Mugo—vos que não tenha perdido a minha virgindade para vós. Mas sabe que mais? O seu pai é um garanhão.
—De que está a falar? —Ele disse confuso: "Espera... Queres atirar—te ao meu pai? —Ele começou a rir—se de mim: "Parem de ser estúpidas, o meu pai odeia raparigas feias e insípidas e vocês são uma só".
Não podia acreditar que Lucas me chamava assim, ele humilhava—me e magoava—me porque o disse tão alto que Erika também estava a gozar comigo.
—Então sou feio e sem sabor? —Juro que isto não vai ficar assim Lucas. E como queriam saber o nome da pessoa que me tirou a virgindade, eu digo—vos. Victor Santoro", a cara de Lucas cai completamente fora do lugar e ele ri—se de mim novamente, "Ele até veio ao meu quarto ontem à noite para me dar um emprego, na verdade é uma desculpa que vou usar porque ele é um garanhão que eu quero foder todos os dias.
—Pára de mentir. —O meu pai nunca estaria contigo.
Fui para onde Victor estava, ele olha para mim durante alguns segundos e levanta a sobrancelha direita enquanto me pergunta pelo meu atraso. Sem aviso prévio atirei—me a ele e beijei—o, certificando—me de que Lucas nos via.
—Enlouqueceu? A sua filha está nas traseiras e...—Cala a boca, maldito sejas, se nunca tivesses aparecido na nossa vida....—Não procure culpas", disse Victor, calando—a, "A nossa relação era irreparável e você sabe disso.—Havia esperança para nós, mas nunca me quiseste perdoar e em vez disso traíste—me com esta pequena mosca morta, tu... foste—me infiel e mesmo assim eu perdoei—te, mas tu... só me causaste dor ao fazeres crer que me darias uma oportunidade e depois... dizes—me que a amas. E não vou aceitar isso.Um grito escapa—me quando ela dispara aos meus pés, o meu instinto é proteger as crianças e Victor pisa à nossa frente.—Oops... falhei. Mas não voltará a acontecer e não quero saber se tenho de te matar primeiro, amor.—Espera! —Victor gritou, parando—a, "Esperem! Tens razão... Não pensei nos teus sentimentos e nos bons momentos em que vivemos juntos...—Victor, o que estás a fazer?Ele ignora—me e aproxima—se dela, chamo—o novamente porque aquela mulher tem uma arma e ela
MEYPor vezes as circunstâncias não são o que esperamos para perceber o quão valioso pode ser o que temos ao nosso lado, foi o que me aconteceu quando estava prestes a perder Victor naquele ataque contra mim, o que mais me incomoda é que aquela mulher nem sequer pensa nos danos que causa à sua filha, Laura é apenas uma menina que só quer o amor da sua mãe, mas parece que ela não se importa de todo com a sua filha, mas com a sua louca obsessão por Victor que, já agora, nunca pensei que fosse tão grande.— Pronto para o seu casamento?—Sim —Eu olho para a Laura que estava linda com aquele vestido branco, ela usaria o meu véu mas não parece muito feliz —Laura... — ela fica espantada quando olha para mim — Estás bem?—Sim, sim... estou bem.O remorso culpa—me porque pensei que não haveria ninguém a opor—se ao casamento e penso que ela talvez desejasse que os seus pais estivessem juntos, por isso disse—lhe que se ela não queria que eu casasse com o seu pai para me dizer para cancelarmos tu
VICTORNunca pensei ser capaz de arriscar a minha vida por outra pessoa, mas quando vi que estava prestes a perdê—la, o meu corpo moveu—se para tomar o seu lugar, depois disso, tudo ficou preto e frio, mas isso desapareceu quando ouvi a sua voz a dizer—me que ela não me deixaria ir, que eu ficaria bem.Tudo se aqueceu depois de ouvir a sua voz a dizer—me isso. Senti que algo estava a causar peso nas minhas mãos fazendo—me abrir os olhos, quando o fiz, pude ver Lucas a dormir ao lado da sua mãe, não conseguia mexer as minhas mãos quanto mais o meu pescoço e quando tentei fazer um movimento gemi ligeiramente com dores fazendo toda a gente acordar.—Pai!Ouvi todos os meus filhos chamar—me em coro, Lucas reage rapidamente quando vê que me abraçam com força e lhes diz que por agora não o podem fazer por causa do meu estado, pergunto—lhe o que tinha acontecido e ele diz—me o que tinha acontecido e que eu quase morri.—Se não fosse por Mey... ter—te—íamos perdido.—O quê?... mas como...?—E
Quando a ambulância veio buscá—lo, tive de dizer que era médico para me deixarem acompanhá—lo, verifiquei e fiz todas as avaliações até chegarmos ao hospital, quando chegámos, disseram—me que o manteriam estável enquanto faziam os testes correspondentes, quando fui à sala de espera, o meu amigo e Lucas já lá estavam quando me viram que os meus filhos estavam com eles, havia também a mãe de Lucas, os meus pais e o pai de Victor, um velhote com uma bengala.—Como está o meu pai?—Estão a fazer os testes agora....—Por favor, Mey..." Lucas pega na minha mão, "Por favor... não o deixes morrer.Como poderia —O meu coração despedaça—se com o pensamento de que a possibilidade de ele morrer existe —Ele é o amor da minha vida e o pai dos meus filhos.—Mommy.... —Os meus filhos estavam a chorar —Salve o meu pai.Eu abraço os meus filhos, eles estavam felizes porque estavam com o pai e agora isto aconteceu. Não sei quem poderia ser capaz disto, mas sei muito bem que ele queria matar—me, se não f
— Pensaste que me ia esquecer do teu aniversário, não foi? —Fico a olhar para ele incrédulo, de que ele se lembra. O meu coração bate incontrolavelmente no meu peito. Isto é mais do que eu esperava. —Todos os anos desde que partiu, sempre me perguntei se estava a festejar com outra pessoa.— Trouxeste—me aqui por truques. Isso é jogar sujo.Ele agarra—me possessivamente com um sorriso muito sensual.—Eu nem sempre jogo limpo.—Ha ha. —disse sarcasticamente.Sentámo—nos na mesa e desfrutámos do nosso jantar, não falámos muito por ser estranho, bem, no meu ponto de vista é e não sei o que dizer porque, na verdade, estou surpreendido e nervoso, não sei o que dizer.Estava a terminar o meu jantar quando ele me entregou uma pequena caixa, franzi o sobrolho que me fez lembrar aquela que ele uma vez me deu e que eu pensava ser um presente do Clark. Fui obrigado a levá—lo, pois ele disse que era um dos meus presentes de aniversário.Quando vi o anel, senti—me esmagado e nostálgico, foi o anel
As coisas parecem calmas, por agora, uma vez que o que aconteceu no hotel, acordei sozinho com ele no quarto, ele estava acordado, o Clark tinha desaparecido, as coisas não correram como eu esperava e não consegui parar o que aconteceu porque eu próprio o desafiei e ele concordou, mas foi franco ao dizer que nunca mais o faria, e que esperava que depois do que aconteceu ele acreditasse nos seus sentimentos por mim.Ele deu—me uma semana para pensar na sua proposta, uma oportunidade para sermos a família que sempre quisemos, já passaram quatro dias desde então, ele não apareceu, nem sequer para ver os meus gémeos, tanto quanto sei ele olha para eles quando Lucas os leva para viver com a sua filha.A única coisa que sei sobre Clark é que ele fez uma longa viagem, eu queria falar com ele porque senti que devíamos falar sobre o que aconteceu, mas a sua resposta foi simples "é melhor esquecer" e a última coisa que ele disse foi que já tinha uma resposta para nós dois e para as minhas dúvid







