INICIAR SESIÓNDove Giovanna
Nós nos despedimos de familiares e amigos e fomos para o aeroporto, antes de ir eu havia trocado o vestido de noiva por um mais confortável também branco, ele é curtinho, vai até as coxas e é solto . Como iríamos de avião particular não tínhamos que nos preocupar tanto com a hora, já que pegamos um pequeno engarrafamento até o aeroporto. Ainda não sabia para onde iríamos, Daniel disse que queria fazer surpresa, então logo assim que embarque tome um calmante, pois eu tinha medo de altura, então simplesmente capotei, só acordei com Daniel dizendo que havíamos chegado. — Por favor apertem os cintos, iremos pousar! — diz a aeromoça. Aperto o cinto e espero. Quando descemos me surpreendi ao constatar que estou no Brasil, No meu tão amado Rio de janeiro,sei que mencionei que morava em Belo Horizonte, mas isso foi depois que meus pais morreram e fui morar com a minha tia, antes disso morava no Rio, no morro do Alemão. — Não acredito que você me trouxe para cá! — falo. — Por quê, não gostou? — Não eu não gostei — sua expressão muda — Eu amei! Obrigada! — grito me jogando em seus braços. Ele me segura ainda surpreso. — Vamos ? Quero ir para praia! — falo me soltando dele. — Vamos! — fala. Saímos do aeroporto, pegamos um táxi , iríamos ficar em um hotel —É a primeira vez no Brasil? — pergunta o taxista . — Sim !— ele responde animado . — Eu morava aqui ! — falo . — sério? qual lugar do Rio ? — pergunta . — No morro do alemão ! — falo . — Sinto muito ! — diz o taxista . — Por que,você sente ? Lá é tão ruim assim ? — Daniel pergunta. — Não , Como eu digo isso apenas perigoso ! — falou o taxista — hã estamos indo para onde afinal ? Vocês ainda não disseram para onde irão ! — pergunta . — Para Copacabana! — Daniel diz . O taxista assente, minutos depois já estamos registrando e subido para o quarto,iríamos dividir o mesmo quarto, como era grande eu não reclamei, até porquê eu nem pretendia ficar no quarto, acho que Daniel penso o mesmo que eu , por quê assim que chegamos no quarto, ele pegou uma muda de roupa e foi para o banheiro, ao sair de lá estava todo arrumado e cheiroso. — Vai sair? — pergunto. — Não é óbvio? — pergunta grosso. — Por que está falando comigo desse jeito? Eu só te fiz uma pergunta! — Eu não te devo satisfação da minha vida, devo? Não ache que só porque eu fui bonzinho com você esses dias, pôde me controlar! Não se esqueça que é só um contrato, foi tudo encenação para a mídia não desconfiar de nada e vim caçar o quê não é nada conta deles! — fala frio. — Desculpe aí se eu fui estúpida de pensar que poderíamos ter uma boa relação como você disse há um mês atrás, que pensei que poderíamos ser o quê? Talvez amigos! Vai lá , não vou mas te incomoda! — falo e entro para dentro do banheiro, para que ele não me veja chorando. Ouço a porta bater, tiro a roupa e entro dentro do chuveiro, ligando o mesmo na água gelada,é disso que eu preciso, um banho de água fria para parar de sonhar com o impossível, Daniel Hall é impossível para mim, está na hora de aceitar isso. Depois do banho coloco um conjunto de moletom e deito na cama indo dormir, quando acordo passa das nove e meia da noite, me levanto , separo uma roupa, decidir quê não vou ficar aqui chorando enquanto ele deve estar se divertindo com alguma puta por aí, tomo banho e me arrumo, coloco o vestido preto e Saltos, passo uma make básica, confiro quê peguei tudo e saio do quarto, antes de sair para beber todas, passo no restaurante do hotel para com comer alguma coisa, não quero passar mal pra ter bebida de estômago vazio. Janto e depois pego um táxi para o morro do Alemão,hoje é dia baile no morro, o táxi me deixa na subida do morro, por quê não dar para ele subir, vou andando ,vejo alguns meninos na barreira, os conheço desde pequena, alguns estudei junto. — Não brincar porra! Dove ? — Samuel é um deles. — Oi Samuca! A quanto tempo hein? — falo o abraçando. — Tá fazendo o quê aqui novinha ? — um cara todo tatuado pergunta. — Vim me divertir um pouco e rever os velhos amigos! — falo sem abaixar a cabeça. — Se ligar! Não quero problema aqui no meu morro não! — fala sério. — Ouvir! Pôde deixar quê não vou arrumar confusão, pelo menos não à toa! — falo. — Deixa ela, ela tá comigo Dg! — Samuel fala. — Qualquer quê merda que ela fizer a responsabilidade será sua! — fala frio. — Já é mano! Vamos senhora encrenca! — Samuel saiu me puxando morro acima. — Vai com calma ai maluco, estou de salto viado! — falo. — Quem mandou colocar um troço desses no pé? — ri. — Idiota! — falo. Ele ri, no caminho encontramos sua namorada uma negra linda, se chama Kauane, descobri que Samuel é o sub do dono do morro por isso ele pôde falar com o cara daquele jeito. Chegamos no baile , só deu tempo de beber uma cerveja , pois começo a tocar " ela tá movimentado, de Kevin o Chris" é a doida da Kauane me arrasto para dançar com ela , danço , bebo e fico bêbada. — Vamos para casa novinha, cê já tá bêbada ! — diz Dg , o dono do morro. — Por que ele tem que ser tão babaca? — pergunto. — Quem ? — Meu marido! — falo. — Ah! Então aí bonequinha é casada? — Sim, casei hoje! — É já estão assim? — pergunta surpreso. — Afim! — falo errado e caio na gargalhada. — Porra mulher! Se controla! — fala me levando para fora. — Me beije! Você é bonitinho! Me beija, gosto do formato da sua boca! Ele ri e nega com a cabeça. — Aquele merda não me ouviu,agora tenho que tomar conta de uma bêbada doida! — fala ainda rindo. — Ei não ri de eu! Quero te beijar ! — falo fazendo cara de brava. — Já chega bonequinha! Agora diga aonde você mora! — fala sério. — Olha uma vaca ! — aponto. — Isso é um poste sua doida! — diz. — Ah! Começo a chorar porque ele gritou comigo,odeio quando gritam comigo, principalmente sem eu ter feito nada. — Porra! Agora, por quê está chorando caralho? — Você gritou comigo! — falo. — Tá desculpa! — diz bufando. — Parar! — grito, ele freia o carro com tudo. — O quê? Tá passando mal ? Quer vomitar? — pergunta preocupado. — Não! — Então porque mandou parar? — pergunta acho que irritado. — Ali ! Eu quero! — aponto para a açaiteria. — Fala sério porra! Eu correndo o risco de ser preso , é você pensando em açaí! — fala realmente irritado. Ameaço chorar novamente, meia hora depois estou comendo meu delicioso açaí e Dg está com uma expressão de morte enquanto dirige, com certeza alguém vai morrer hoje,espero que não seja eu.Dove Giovanna Tropeço em algo, bufo já irritada com Dan. — Onde estamos? — pergunto pela quinta vez, desde que saímos de casa. — Só mais um pouco e chegamos! — fala misterioso. — Você tem falado isso a meia hora e nunca chega! — falei irritada. Ouço ele rir.— Você está rindo de mim? Já chega, vou tirar essa droga de venda e acabar com essa palhaçada de uma vez! — falei já no meu limite. — Não! Tenha um pouco mais de paciência, já estamos chegando! — fala segurando minhas mãos. — Tá bom... — falei impaciente.— Ótimo! — beijar a minha testa e continuarmos andando— Cuidado com os degraus! — sussurra.Subimos uma pequena escadaria, até que ele parar, fico perdida já que com a venda não consigo vê nada, então não sei onde estamos. — Já posso tirar? — pergunto já não me contendo mas de curiosidade. — Espera! — fala— pode tirar a veda agora... — Sussurra no meu ouvido.Com sua respiração tão próxima do meu pesco
Dove GiovannaChegou a minha vez de entrar, não tocar o sino , mas sim , minha música com Dan, a nossa música, La tormenta.— Pronta? — Bê pergunta.Respiro fundo e abro um sorriso.— Simbora! — falei sorrindo.— Cara, sua mão está gelada! — fala rindo.— Estou nervosa, você também vai ficar assim quando chegar a sua vez! — falei .Estamos andando pela igreja, Dan me espera todo charmoso em um terno azul.— Parar de mandar praga! — fala rindo nervoso.— Está bem, então você terá uma diarréia no dia do seu casamento! — brinco— Menina, se não parar te deixo aqui mesmo, no meio do caminho! — fala de cara fechada.— Mas você não é nem maluco! Quer dormir no sofá é?Ele bufa e continua andando, solto uma risada baixa.— Você me paga diabinha! — fala baixo.— Vai sonhando! — falei .Chegam ao altar, Bê me entrega a Dan.— Irmão boa sorte com isso! — Bê fala, ainda fala no microfone.— Bernardo você me paga! — falei entre os dentes.— Vai sonhando! — me imitar.— Babaca! — bufo, me viro p
Dove GiovannaAcordo com um bando de loucas invadindo meu quarto, quase caio da cama com elas me acordando.— Bom dia, hora de acordar flor! — Izzy fala abrindo as cortinas do quarto.— Bom dia nada, vocês me acordaram! — fala emburrada.— Larga de ser preguiçosa, levantar que temos o dia cheio hoje! — Amélia fala.— Temos? Quais são os planos de vocês, é por quê não me avisaram com antecedência quê eu tava incluída? — pergunto coçando os olhos.— Iremos passar a manhã no SPA, depois você irá fazer alguns ensaios com vestidos de noiva, um amigo meu precisa de uma modelo, é eu te achei perfeita para esse papel, já está tudo combinado! — Mari explica.— Como assim está tudo combinado? Eu nem concordei com isso ! — falei .— É nem precisa, já decidimos por você! — Amélia fala— tiramos a sorte e você foi a única que perdeu!— Perdi? Nem participei! — falei .— Por isso mesmo, se tivesse participado não teria perdido só pelo fato de não ter aparecido! — fala.— Atá bom suas chatas! — falei
Dove GiovannaMe arrumo, coloco uma saia longa e uma blusa, calço sandálias rasteirinhas, hoje irei levar as crianças para escola, Dan já foi trabalhar, tinha uma reunião logo cedo com alguns clientes.— Vamos meninos! — falei descendo as escadas.— Ah não mamãe, deixa eu ficar!aqui está tão bom... — Zian fala agarrado ao cobertor.— Menino deixa de ser preguiçoso, bora ! — falei .— Ah que preguiça, não quero ir não! — fala.— Você não tem querer, anda logo que a sua irmã tem que entrar cedo!Depois de quase lutar para tirar Zian de casa, finalmente chegamos na escola.— Tchau lindos! — me despeço dos meninos.Eles acenam e entram , Sophie tem que esperar um pouco pois primeiro entrar os pequenos para depois entrar os grandes.— Mãe vou está ali com a Angel!— Ok, vá lá! — falei .— Bom dia tia! — Dário e seus irmãos falam .— Bom dia meninos, Dário querido quero ter uma conversinha com você! — falei .— Claro, tia! — fala — Vão indo depois alcanço, vocês! — olha para os irmãos.—
Dove Giovanna Subo para o quarto, tiro toda a minha roupa e me jogo na cama esperando por Dan, ele não demora muito para vim,tira roupa.... — O que você quer que eu faça com você? — Pergunta. — O quê você quiser, Meu corpo é todo seu! — falei safada. — Quero te chupar dos pés à cabeça! — Então faça! Está esperando o quê? Ele se posiciona na minha entrada, introduzir um dedo... — Ohhh... — gemo.Acabo gozando, ele se posiciona e entra com tudo.— Oh...Porra! — diz.— Nossa, isso é tão bom... não parar! — gemo.Ele bate na minha cara e aperta meu seio...— Você gosta né putinha? Fala para o seu homem...fala do quê gosta! — me beijo bruto.— Delícia, assim, muito bom, gostoso… — falei— Me come com força...Ele estoca mas rápido e forte logo estou gozando— Ahh...eu vou gozar...— Dê quatro! — manda .Mudo de posição fazendo exatamente o quê ele mandou.— Quero comer esse rabinho gostoso! — fala metendo forte.— Isso, me pega forte, adoro quando você faz isso — gemo alto.
Dove Giovanna Acordo com uma baita dor de cabeça, me levanto não reconhecendo onde estou, me apavoro até que vejo as meninas deitadas ao meu lado dormindo , Amélia está faltando, se não me engano acho que ela encontrou um casinho é foi embora com ele ontem a noite, aquela doida, quando estou prestes a ir para o banheiro lavar o rosto, me deparo com duas beldades dormindo no chão. — É agora quem são eles? — me pergunto. Um deles acorda, abre um sorriso ao me vê de pé, que sorriso hein! Foco Dove! Você é uma mulher casada, pare de fogo! Me repreendo! — Bom dia doidinha! — fala ainda sorrindo. Pode uma coisa dessas? Como conseguir acordar desse jeito? Eu no máximo fico parecendo uma lagartixa ao acordar. — Bom dia ! Quem é você? — pergunto. — Vou te dar um desconto, porque ontem a noite não falei o meu nome, então não tinha como esquecer, me chamo Kauê! — fala. — Oi Kauê! Sou Dove! — falei sem graça — en







