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Professora Particular com Vício em Sexo
Professora Particular com Vício em Sexo
Author: Pêssego

Capítulo 1

Author: Pêssego
Eu me chamava Maia Lacerda e eu era professora. Depois que eu me casei, por causa das "aulas" cuidadosas que meu marido me dava na cama, eu infelizmente acabei desenvolvendo um vício em sexo vergonhoso.

Eu não sabia dizer ao certo quando aquilo tinha começado, mas, a partir de um ponto, qualquer contato mínimo já detonava em mim uma onda de prazer multiplicada por dez. A minha cabeça vivia tomada por um desejo desesperado de ser saciada, e só as cenas eróticas que eu criava na imaginação já eram suficientes para me jogar em um orgasmo, não importava o lugar onde eu estivesse.

Até o simples atrito de andar já me deixava molhada, fazendo com que eu quisesse ser satisfeita a cada segundo. Quando a crise vinha, era como se dezenas de bichinhos estivessem rastejando dentro da minha vagina, uma coceira quente e enlouquecedora que eu não tinha como suportar.

Por causa disso, eu pedi ajuda ao meu marido. No início, ele ficara fascinado, quase obcecado com aquilo, achando excitante. Mas, aos poucos, ele já não conseguia mais acompanhar o ritmo do meu desejo, que só aumentava.

Depois de uma crise particularmente forte, ele me deixou para trás, xingando enquanto fechava o zíper da calça.

— Puta merda, você está se oferecendo de novo! Eu tenho que trabalhar todo santo dia, sabia? Se acontecer de novo, você que se vire sozinha!

O meu marido saiu batendo a porta.

Ele me deixou ali, sozinha, tremendo, de joelhos e apoiada sobre a mesa do escritório. O prazer tinha deixado o meu rosto completamente corado, e as minhas mãos estavam tão fracas que eu não tinha força nem para abotoar direito a camisa amarrotada.

A minha vulva inchada ainda guardava o esperma espesso, mas continuava latejando, abrindo e fechando sem descanso, enquanto o vazio lá dentro me deixava inteira em carne viva.

O ar continuava impregnado com aquele cheiro tão familiar, a mistura de sêmen e fluidos do meu corpo, o tipo de cheiro que entregaria para qualquer um o que tinha acontecido ali.

O chão estava todo salpicado com a minha urina, ainda fresca e brilhando, lembrando silenciosamente o estado em que eu tinha perdido o controle há poucos minutos.

E, mesmo assim, tudo aquilo só tinha aliviado um pouco do meu desejo. Não tinha jeito: naquela altura, o meu marido simplesmente já não dava conta de mim.

Eu borrifei desodorante de ambiente às pressas, arrumei o escritório como pude e saí, porque eu ainda precisava ir dar aula particular.

Apesar de a "ajuda" do meu marido ter amenizado um pouco as coisas, eu, para garantir, ainda assim levei comigo o remédio que ajudava a inibir o desejo sexual.

Eu não fazia ideia de que o pai da minha aluna seria um homem daquele tamanho.

No instante em que eu vi Rivaldo Teles pela primeira vez, a parte de baixo do meu ventre começou a se agitar de um jeito que eu não conseguia controlar.

Ele não só era mais alto que o meu marido por quase uma cabeça, como tinha coxas tão grossas que pareciam ter a largura da minha cintura. O tronco musculoso dele parecia capaz de me envolver inteira, e aquelas mãos grandes tinham força para prender os meus pulsos sem o menor esforço, me imobilizando contra qualquer superfície. Eu conseguia imaginar aqueles dedos ásperos deixando marcas pelo meu corpo, e, por fim, o pau dele me invadindo no lugar mais íntimo, bastando alguns movimentos para me fazer gozar ali mesmo, na hora.

Eu não consegui evitar e baixei os olhos. A calça dele formava um volume tão marcante...

Os meus dedos se contraíram sozinhos, e eu me dei conta, assustada, de que talvez a minha mão nem conseguisse fechar em volta daquele tamanho absurdo.

"Meu Deus... É a primeira vez que eu vejo um pau tão grande assim..."

Enquanto eu lutava para domar aquela inquietação, o olhar de Rivaldo, que me avaliava de cima a baixo, também começou a pegar fogo.

Eu tinha saído de casa na correria e eu tinha errado um dos botões da gola da blusa. Isso deixou uma abertura generosa no peito, escancarando o vale profundo formado pelos dois seios apertados pelo tecido.

Sob o olhar dele, eu estremeci de leve. Eu sentia o meu corpo começar a esquentar, e a mistura de desejo e vazio queimava a minha lucidez por dentro.

Rivaldo engoliu em seco, deixou o olhar deslizar até a barra da minha saia lápis e falou com um tom carregado de segundas intenções:

— A senhora é a Professora Maia, né? Primeira vez que a gente se vê. A minha filha não estava exagerando, não. Você é muito bonita mesmo.

Eu puxei discretamente a barra da saia lápis para baixo, sem saber onde enfiar a cara, e falei, sentindo o rosto queimar:

— Obrigada.

Na sala de estar, a aluna, Dora Teles, já tinha aberto os livros e me esperava. Ao lado dela havia um monte de aparelhos de musculação espalhados.

Rivaldo coçou a cabeça, deu um sorriso meio sem jeito e explicou:

— O quarto da Dora está em reforma, então, por enquanto, ela só consegue estudar aqui na sala.

— Tudo bem, sem problema. — Respondi eu.

Eu respondi com educação e me sentei para dar aula para Dora, mas a minha cabeça simplesmente não conseguia ficar no lugar.

Atrás de mim, o som da respiração pesada de um homem cortava o silêncio, e cada sopro parecia jogar mais lenha na fogueira que já consumia o pouco de controle que eu ainda tinha. Eu virei o rosto de leve, só o suficiente para enxergar com o canto do olho aquele homem suando em bicas.

Rivaldo usava uma regata larga e fazia flexões no chão da sala. A cada movimento, os músculos explosivos do corpo dele pareciam exalar pura virilidade por todos os poros.

A cada subida e descida, a respiração grave e rouca dele enchia o ambiente. Aquilo soava como se ele estivesse... Eu apertei as coxas uma contra a outra, tentando desesperadamente sufocar o desejo que estava prestes a ser acordado de vez.

"Não pode, não pode. Eu estou na casa da minha aluna. Se eu passar vergonha aqui, como é que eu vou ter coragem de voltar para a escola depois?" Eu pensei.

— Professora, o seu corpo está coçando?

A pergunta de Dora me trouxe de volta à realidade num choque. Eu levei um susto tão grande que até a minha voz saiu toda enrolada.

— O quê... O que você falou?

Dora arregalou aqueles olhos grandes e ingênuos e apontou para as minhas pernas, que eu mantinha bem apertadas, se esfregando uma na outra.

— Não é nada, não. Eu só... só estou com vontade de ir ao banheiro.

Eu inventei a primeira desculpa que me veio à cabeça e fugi para o banheiro, completamente atrapalhada. Só que, antes de entrar, eu flagrei o olhar de Rivaldo me seguindo. Ele me encarava de um jeito escuro, difícil de decifrar. O olhar quente dele desceu para a minha bunda, e o meio sorriso no rosto dele quase fez as minhas pernas desabarem.

"Pronto, ferrou. Dora ainda é criança, não entende nada. Mas Rivaldo é diferente. Ele com certeza já sacou o que está acontecendo."

Mesmo assim, mais do que ter medo de o pai de uma aluna me denunciar, naquele momento eu já não conseguia me preocupar com nada disso, porque o meu vício em sexo estava atacando de novo.

Eu tremia enquanto abria o armário em busca dos remédios e acabei virando um frasco vazio na mão. Péssimo. Eu tinha esquecido de comprar mais comprimidos.

Logo depois do susto, veio a onda avassaladora de coceira e calor da vulva entre as minhas pernas. O atrito das coxas já não dava conta nem de arranhar a superfície daquela agonia. A calcinha que apertava a minha intimidade estava completamente encharcada, a ponto de quase pingar.

Eu puxei a calcinha para baixo e, no instante em que a minha intimidade ficou exposta ao ar, o frescor repentino me arrancou um gemido choroso. As minhas pernas fraquejaram ali mesmo. O vibrador que eu carregava sempre encaixado na calcinha mal encostou na pele. Na hora, eu não consegui segurar um gemido abafado de prazer.

"Ainda bem que eu trouxe esse brinquedo. Senão, essa coceira ia me deixar desmaiada no chão."

O vibrador, enterrado bem fundo na minha vagina, começou a trabalhar direitinho, vibrando sem parar. A onda de prazer que ele trouxe foi tão forte que o meu corpo inteiro se contraiu e estremeceu, e eu quase apaguei ali mesmo. Mas aquele negócio só fazia apagar o incêndio por alguns minutos.

O médico já tinha deixado claro: quando eu tivesse uma crise, se eu não deitasse com um homem de verdade, se eu não fosse até o fim na cama, o corpo ia continuar naquele estado de agonia, até eu perder completamente a razão.

Eu respirava aos solavancos e, quase sem pensar, peguei o celular e mandei mensagem para o meu marido. Só que ele simplesmente me ignorou.

Na minha cabeça, a voz dele ecoou com a frase que ele tinha jogado na minha cara naquele dia:

"Sua vagabunda, da próxima vez que você tiver crise, você que arrume outro! Eu já estou exausto de tanto aguentar você!"

— Não é possível... Ele falou sério mesmo.

Eu senti vontade de chorar, mas nem isso eu conseguia. Toda a minha atenção se resumia ao excesso de líquido escorrendo na entrada da minha vagina.

"Eu faço o quê agora? O que eu faço? Se não tiver um homem para acabar com o meu vício em sexo, eu vou enlouquecer!"

O nervosismo deixou o meu corpo ainda mais tenso. O brinquedo que eu tinha encaixado no ânus se mexeu de leve e, num único movimento, pressionou bem em cima de um ponto absurdamente sensível.

No mesmo segundo, eu soltei um grito. Lá embaixo, eu fiquei tão molhada que tudo virou um caos. O jato foi tão forte que chegou a expulsar o vibrador, que escorregou para fora, empurrado pelo líquido.

Eu desabei ofegante no chão do banheiro. O prazer ainda pulsava no meu corpo, mas, logo em seguida, o vazio entre as minhas pernas veio com uma intensidade ainda maior, queimando mais do que nunca.

Com a visão embaçada, eu ergui os olhos na direção da porta, sem nem saber direito o que eu estava fazendo. Eu não sabia se era por eu estar sensível demais, mas a porta do banheiro, que antes deixava passar a claridade do corredor, agora parecia tomada por uma sombra. Parecia a silhueta de alguém encostado ali, ouvindo tudo.

"Será que Rivaldo está tentando me espiar?"

A ideia soou absurda, mas, no instante em que apareceu, o fogo dentro de mim só aumentou. Bastou imaginar aquele homem enorme, forte daquele jeito, me vendo naquele estado miserável e excitado, para uma sensação estranha de conforto e arrepio subir com tudo pelo meu peito.

Por um momento, eu quase conseguia sentir o olhar dele passeando pelo meu corpo encharcado. Aquela atenção atrevida me deixou com vontade de chorar, mas, ao mesmo tempo, fez a coceira lá embaixo ficar ainda mais insuportável.
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