INICIAR SESIÓNSophie Montenegro.
Não foi até a segunda aula que a realidade me atingiu em cheio – para não dizer o contrário. Eu mal havia dormido, e, embora o sono não estivesse tão presente, meu corpo ainda implorava pela minha cama. Hoje não é meu dia de folga. Na verdade, foi ontem. E, para ser sincera, passei boa parte dele remoendo os acontecimentos das últimas 48 horas, até que Zack me convenceu de que um piquenique nos faria bem. E ele não estava errado. Foi bom esquecer do mundo por um momento. Mas, como sempre, a manhã chegou, trazendo a rotina de volta com força total. E, claro, meu sono não desapareceu junto com a noite anterior. Tento me concentrar na aula enquanto a nova professora de artes caminha entre nós, observando atentamente cada um dos alunos. — Quero que vocês se expressem através da pintura. Não apenas desenhem o que veem, mas o que sentem — ela diz, sua voz carregada de entusiasmo. — Permitam que a arte seja a ponte entre o que está guardado dentro de vocês e o mundo exterior. Sem filtros, sem medo. Apenas vocês e a tela. Olho para o quadro à minha frente, a tela em branco esperando para ser preenchida. O que exatamente eu deveria colocar ali? ~~~•~~~•~~~ A aula finalmente chega ao fim, e eu solto um suspiro discreto, aliviada. Recolho meus materiais com pressa, ansiosa para sair da sala e deixar para trás a sensação sufocante que aquela atividade despertou em mim. No entanto, antes que eu consiga alcançar a porta, uma voz chama meu nome. Stormy me olha, como quem pergunta silenciosamente se quero que ela me espere, mas apenas digo que está tudo bem. Ela então avisa que vai me esperar no refeitório e então sai da sala. Viro-me devagar, encontrando a nova professora de artes, a senhorita Peterson, que caminha em minha direção com um sorriso largo e entusiasmado demais para o meu gosto. — Sophie Montenegro, correto? — Ela me observa com um brilho nos olhos, como se estivesse diante de algo extraordinário. Franzo o cenho, um tanto desconfiada. — É um prazer finalmente conhecê-la. Helen me falou tanto sobre você! — continua, animada. — Quando disse a ela que estava me mudando para cá para dar aulas na universidade, ela me contou sobre você. E, garota, devo admitir, sua mãe está certa: você tem talento. As palavras dela me atingem como um golpe inesperado, fazendo-me recuar um passo sem perceber. O ar ao meu redor parece se tornar mais pesado, como se estivesse comprimindo meu peito. — Desculpe, senhorita Peterson, acho que a senhora está enganada. — Minha voz sai controlada, mas fria. Viro-me para ir embora, querendo encerrar aquela conversa antes que algo dentro de mim se quebre. Mas ela me chama de novo. — Sophie, por favor... — Sua hesitação me faz parar, mas não me viro. — Sua mãe disse que você poderia... Meu sangue gela. Sinto meus dedos apertarem o estojo de pincéis com mais força. — Eu não tenho mãe. — Minha voz agora é firme, cortante. Viro-me para encará-la, vendo a surpresa tomar conta de sua expressão. — Minha mãe morreu há cinco anos. Ela e meu pai estão mortos e enterrados. Isso é passado. Então, por favor, senhorita Peterson, não volte a tocar nesse assunto. Ela abre a boca, talvez para se desculpar ou insistir, mas eu não lhe dou tempo. — Mas Helen, ela... — Eu não me importo com Helen, Roberto ou qualquer outra pessoa. — Minha paciência se esgota, e meu tom se torna ainda mais duro. — Não me interessa o passado ou o que quer que tenha ficado nele. E, sinceramente, eu lhe seria grata se não tornasse as coisas ainda mais difíceis mencionando essas pessoas. O silêncio entre nós é sufocante. Ela me encara, talvez buscando algo no meu olhar, mas eu já ergui minhas barreiras. Sem dizer mais nada, viro-me e saio da sala, sentindo o peso daquele encontro se agarrar a mim como uma sombra. Saio caminhando pelos corredores repletos de alunos em direção ao meu armário, guardo meu material e respiro fundo, pegando meu capacete que estava no armário. Essa havia sido a última aula da manhã, com o capacete em uma das mãos e minha mochila sobre os ombros sigo para o refeitório onde Stormy me esperava para almoçarmos. _______√________ — É sério isso? — perguntou Sophie, com um misto de incredulidade e curiosidade. — Mas por que agora? Por que depois de tanto tempo? — Não faço ideia e, sinceramente, não estou interessada em descobrir. — Minha voz saiu firme, intransigente. — Eles morreram para mim no dia em que me expulsaram de casa. — Guardar rancor não faz bem, sereia, e você sabe disso. — disse Luke, mastigando uma batata frita como se fosse um sábio. — Acima de tudo, eles ainda são sua família. Sorrio secamente. Esse pateta não sabe nem do que está falando e quer dar palpite sobre algo que não lhe cabe. — Mantenha seu animal de estimação de boca fechada, Stormy, ou eu mesma farei questão de costurá-la. — digo, sorrindo com malícia. Luke arregalou os olhos, chocado. Stormy prontamente deu um tapa na cabeça dele, e isso me trouxe uma ponta de satisfação. Mordo mais algumas batatas enquanto ignoro os olhos curiosos de Luke. Stormy apenas revirou os olhos. Ele só pegou o assunto pela metade, e talvez fosse por isso que estava tão interessado e falando tanta besteira. — Você bem que poderia me contar, amor. — ele se virou para Stormy, que balançou a cabeça em negativa. — Fofoqueiro. — murmurei, balançando a cabeça antes de soltar uma risada. Somente esses dois para me fazer rir em um momento como esse. — E o que pretende fazer? — perguntou Stormy. — Digo, se esse assunto voltar a surgir? — Cortar o mal pela raiz. — respondo calmamente. — Vai mandar matar o Aaron? — Luke praticamente gritou no meio do refeitório, e eu respirei fundo para não enfiar a cara dele na tigela de molho. — Cala a p**** da boca por um minuto, Luke. — digo, irritada. — É o seguinte: ou você controla essa boca ou vou arrancar essa m*****a língua. Pode apostar que seu irmão não vai se importar. Sem paciência para mais uma palavra, pego minha bandeja, despeço-me de Stormy e sigo para a saída do refeitório, largando a bandeja sobre o balcão. Mas, antes de atravessar a porta, meus olhos se cruzam com alguém que eu preferia não ver. Aaron, junto com os outros neandertais do time de basquete, me encarava. Por um momento, nossos olhares se prenderam, e algo brilhou em seus olhos. Não estava com disposição para descobrir o que era. Ele fez menção de se aproximar, mas apenas o ignorei. Meu dia já estava péssimo, e entre a falta de sono, os acontecimentos da aula e o surto de Luke, nada mais precisava dar errado. Pelo menos era o que eu esperava.Aaron narrando.Observo a cada movimento de Ava enquanto ainda permaneço em meu carro. observo a forma como Christopher há abraçou e a forma carinhosa que ela o trata, não tenho ideia do porquê me importo tanto com tudo isso, na verdade não faço ideia do porquê ah quero tanto. E o porquê eles me afastam tanto dela. Eu jamais seria capaz de machuca-la, eu só há quero para mim. nada mais que isso, Ava será minha, ela é minha garota e não aceito ficar longe dela. observo quando Chris e ela se soltam, ela o beijo na bochecha, seus olhos se voltam em direção ao meu carro, nossos olhares se cruzam e logo em seguida ela entra no carro dele. Que logo depois da a partida, saindo com o carro. respiro fundo e dou a partida em meu carro, dirigindo um pouco mais devagar, eu poderia sim retornar a meu apartamento. porém desvio meu caminho seguindo o carro de Christopher que ao invés de ir para o apartamento de Ava, segue diretamente para seu apartamento. observo que antes de chegarem o carro par
Ava Narrando. Não demora muito para que chegasse-mos ao estúdio de Jack, na verdade tivemos de retornar ao campus pois minha moto havia ficado no estacionamento. Assim que saímos de lá, seguimos a caminho do estúdio de tatuagens. desço de minha moto e logo Aaron estaciona seu carro próximo a minha moto, adentramos no local que estava lotado. O estúdio de Jack tem estado bastante lotado nos últimos dias, isso é bom, significa que o mesmo está tendo o trabalho reconhecido e sinceramente eu não poderia estar mais feliz por ele. Não demora muito para que Jack saia para chamar um novo cliente, ao me ver seu semblante parece se suavizar. porém logo se torna rígido novamente ao notar a presença de Aaron.— Sem companhia hoje Ava, o lugar tá lotado pequena. vai ter que mandar seu amigo passar depois. — Disse Jack com certa rispidez. — Ele vai fazer uma tatuagem. E dessa vez não estou brincando. — digo ao mesmo que nos encara por um momento.— Você não pode forçar os outros a fazerem uma
Ava Narrando. Cessamos o beijo por falta de ar, não faço ideia de por quanto tempo nos beijamos, Chris ainda mantém nossas testas coladas. Nossas respirações estão ofegantes e o uma de suas mãos ainda acaricia meu rosto suavemente. Abro Os olhos lentamente, o mesmo ainda se mantinha de olhos fechados, talvez processando oque havia acabado de acontecer. Elevo minhas mãos até sua face, acariciando levemente, vejo um breve sorriso surgir em sua face. Me aproximo novamente, tomando a iniciativa deposito um breve selinho em seus lábios e vejo novamente o mesmo abrir aquele sorriso de antes. — Não sabe o quanto eu ansiava por isso sereia. — sua voz soa um pouco falha enquanto ele ainda exibia o mesmo sorriso. Me aproximo novamente, unindo nossos lábios em um outro beijo, dessa vez algo mais urgente. Em um impulso Chris me segura pela cintura, me colocando sobre a bancada da cozinha, o mesmo se põe entre minhas pernas, uma de suas mãos vai até meus cabelos. Puxando suavemente me fazen
Ava Narrando. Estaciono no lugar onde aconteceria a corrida, retiro meu capacete e solto meus cabelos. Observo o movimento a minha volta, nada novo se assim posso afirmar, haviam diversas pessoas. Carros e motos de luxo, música alta e um bar improvisado, sem contar com o intenso cheio de maconha que se misturava a brisa da noite. Desço da minha moto, caminhando até onde os outros estavam, Jack se mantinha encostado em seu carro com os braços ao redor dos ombros de kiara, Rick e Monique estavam abraçados e riam de algo que Rick acabará de dizer. Alex por sua vez parecia aéreo a tudo, se quer notando minha presença quando me aproximo do mesmo. Ele haviam vindo na frente, já que posso dizer que fiquei precrastinando em meu sofá até a última hora. A verdade é que havia muita coisa se passando minha mente, Aaron, Alex, e até mesmo Chris estava presente em meus pensamentos. Algo que eu se quer conseguir entender. — Finalmente chegou, achei que não viria. — disse Jack atraindo minha
Ava Narrando. Cessamos o beijo por falta de ar, não faço ideia de por quanto tempo nos beijamos, Chris ainda mantém nossas testas coladas. Nossas respirações estão ofegantes e o uma de suas mãos ainda acaricia meu rosto suavemente. Abro Os olhos lentamente, o mesmo ainda se mantinha de olhos fechados, talvez processando oque havia acabado de acontecer. Elevo minhas mãos até sua face, acariciando levemente, vejo um breve sorriso surgir em sua face. Me aproximo novamente, tomando a iniciativa deposito um breve selinho em seus lábios e vejo novamente o mesmo abrir aquele sorriso de antes. — Não sabe o quanto eu ansiava por isso sereia. — sua voz soa um pouco falha enquanto ele ainda exibia o mesmo sorriso. Me aproximo novamente, unindo nossos lábios em um outro beijo, dessa vez algo mais urgente. Em um impulso Chris me segura pela cintura, me colocando sobre a bancada da cozinha, o mesmo se põe entre minhas pernas, uma de suas mãos vai até meus cabelos. Puxando suavemente me fazen
Ava Narrando. Estaciono no lugar onde aconteceria a corrida, retiro meu capacete e solto meus cabelos. Observo o movimento a minha volta, nada novo se assim posso afirmar, haviam diversas pessoas. Carros e motos de luxo, música alta e um bar improvisado, sem contar com o intenso cheio de maconha que se misturava a brisa da noite. Desço da minha moto, caminhando até onde os outros estavam, Jack se mantinha encostado em seu carro com os braços ao redor dos ombros de kiara, Rick e Monique estavam abraçados e riam de algo que Rick acabará de dizer. Alex por sua vez parecia aéreo a tudo, se quer notando minha presença quando me aproximo do mesmo. Ele haviam vindo na frente, já que posso dizer que fiquei precrastinando em meu sofá até a última hora. A verdade é que havia muita coisa se passando minha mente, Aaron, Alex, e até mesmo Chris estava presente em meus pensamentos. Algo que eu se quer conseguir entender. — Finalmente chegou, achei que não viria. — disse Jack atraindo min







