FAZER LOGINEle tem esse jeito de transformar qualquer problema em uma oportunidade de diversão. Mesmo quando eu tento me afastar, quando tudo o que quero é ficar sozinha, Zack insiste em puxar a luz para dentro da escuridão. É irritante, mas, às vezes, exatamente o que eu preciso.
~~~°~~~ A cidade de Los Angeles vista do topo da placa de Hollywood é um espetáculo que poucos têm o privilégio de presenciar. Durante a noite, o céu estrelado se mistura perfeitamente com as luzes vibrantes da cidade abaixo, criando uma paisagem que é ao mesmo tempo caótica e serena. O ar tem aquele cheiro único de grama fresca misturado com a fumaça da fogueira recém-acesa, enquanto as risadas dos meus amigos ecoam pelo espaço aberto. Zack, Kiara, e Rick apareceram como sempre, sem aviso, mas com a energia contagiante que os define. Desta vez, eles trouxeram reforços: Maya e Jason que vieram com Kiara e Rick. O grupo parecia maior, mais animado, e o clima era de descontração completa. A cena era digna de um piquenique improvisado. Uma pequena caixa de som portátil repousava sobre a mesa dobrável que Rick havia trazido, tocando uma playlist de músicas que variavam entre clássicos dos anos 80 e hits modernos. Sobre a mesa, espalhavam-se bebidas variadas e algumas comidas que, sinceramente, pareciam tão questionáveis quanto deliciosas. As picapes de Zack e Rick estavam estrategicamente posicionadas, com as traseiras cobertas por almofadas e cobertores macios, formando pequenas ilhas de conforto em meio à noite. A fogueira foi um episódio à parte. Depois de quase desistirmos de acendê-la - porque, claro, ninguém lembrou que precisaríamos de um isqueiro -, Rick encontrou um perdido no fundo das coisas do carro. O fogo finalmente ganhou vida, lançando sua luz quente e tremeluzente sobre nossos rostos enquanto nos reuníamos ao redor, como mariposas atraídas pela chama. Eram esses momentos que me faziam perceber o quanto eu tinha sorte. Eu não tinha uma família tradicional; não aquela imposta, cheia de expectativas sufocantes e julgamentos velados. Mas eu tinha algo ainda melhor: uma família que escolhi. Pessoas que me aceitavam por quem eu era, com todas as minhas falhas e peculiaridades. - Marshmallows! - gritou Zack, surgindo com um saco cheio deles e gravetos improvisados nas mãos, seu sorriso exagerado iluminado pela chama. Ele começou a distribuir os marshmallows, e logo estávamos todos em volta da fogueira, rindo e competindo para ver quem conseguia deixar o doce dourado sem queimar. A noite não estava fria a ponto de ser desconfortável, mas o calor do fogo era acolhedor, uma espécie de abraço em forma de chama. Olhei ao redor, absorvendo cada detalhe. Kiara jogava a cabeça para trás enquanto ria de algo que Jason havia dito. Rick e Maya discutiam qual a melhor maneira de assar marshmallows, como se fosse a coisa mais importante do mundo. Zack parecia tranquilo, observando tudo com aquele olhar que só ele tinha, rindo de algumas coisas, e desacordado de outras. Eu me encostei em uma das almofadas na traseira da picape de Zack, observando as estrelas lá em cima. Não era apenas a vista de Los Angeles que era magnífica. Era esse momento, essas pessoas, esse sentimento de pertencimento que fazia tudo valer a pena. Não havia outro lugar no mundo onde eu preferisse estar. ~~~•~~~~ O céu ainda estava escuro, como se o mundo lá fora estivesse em pausa, guardando um breve momento de silêncio antes do nascer do sol. O tempo parecia suspenso, e o único som era o crepitar baixo da fogueira, agora quase apagada. Os outros haviam cedido ao cansaço. Kiara estava enrolada em um cobertor no banco da picape de Rick, na companhia de Jason, enquanto Maya e Rick dormiam na traseira da outra, em posições tão desconfortáveis que quase me fizeram rir. Mesmo assim, pareciam tão tranquilos que eu quase podia sentir a paz deles. Me afastei alguns passos dos carros, buscando um momento só meu. Acendi um cigarro, observando a ponta brilhar enquanto a fumaça se dissipava diante de mim. Era como se aquele simples ato me ajudasse a organizar os pensamentos. Cada tragada parecia levar um pouco do peso que eu carregava. Ou talvez fosse apenas uma ilusão. - No que essa cabecinha está pensando? - a voz de Zack veio de trás, suave, mas o suficiente para me tirar do transe. Virei-me levemente, vendo-o se aproximar. Ele estava descalço, com as mãos enfiadas nos bolsos do moletom, os cabelos desgrenhados pelo vento. O olhar carregava aquela mistura típica de curiosidade e preocupação que ele reservava apenas para mim. - A carta... Você sabe, Helen Montenegro. - murmurei, quase sem querer. - A vida, minhas escolhas... tudo. Dei outro trago no cigarro, segurando a fumaça por alguns segundos antes de soltá-la lentamente, como se pudesse liberar algo mais profundo junto com ela. Zack não respondeu imediatamente. Apenas caminhou até mim, colocando um braço sobre meus ombros com um gesto que parecia dizer que ele estava ali, independentemente de qualquer coisa. - Se arrepende? - ele perguntou, sem me olhar diretamente, o tom mais sério do que o habitual. - Das escolhas, de... bem, de tudo? Parei por um momento, deixando a pergunta pairar no ar. O vento soprou levemente, carregando o cheiro da madeira queimada e o som distante da cidade que nunca dormia. - Nem um pouco. - Respondi com sinceridade, um sorriso tímido surgindo em meus lábios. - Vocês me salvaram, Zack. Eu jamais me arrependeria disso. Ele ficou em silêncio por um instante, apertando meu ombro de leve, como se minhas palavras tivessem o confortado de alguma forma. Mas eu sabia que havia mais em sua mente. - E se tivesse outra chance? - ele continuou, a voz carregada de algo que eu não conseguia identificar completamente. - Digo... um outro lugar para ir. Longe de tudo... Pisquei, surpresa com a pergunta. O que ele estava tentando dizer? - Eu não saberia dizer... - respondi, quase num sussurro. - Mas por que está perguntando isso? Zack hesitou, algo raro para ele. Era como se estivesse procurando as palavras certas, tentando equilibrar o peso do que queria dizer. - Porque talvez eu... - Ele parou, suspirando enquanto passava uma das mãos pelos cabelos. - Eu não sei, pequena. É só que... às vezes, parece que o mundo nos esmaga, sabe? Mas saiba de uma coisa... eu estou aqui. Sempre que você precisar. Não importa o que aconteça. A sinceridade em sua voz era tão palpável que fez meu coração apertar. Olhei para ele, para aquele rosto que tantas vezes carregava um sorriso despreocupado, mas que agora parecia refletir a mesma exaustão que eu sentia. - Obrigada, Zack. - Murmurei, deixando meu corpo encostar levemente no dele. Não precisava de mais palavras. Às vezes, o silêncio dizia tudo. E ali, sob aquele céu que começava a clarear, com o cheiro de fumaça e o calor sutil do braço de Zack ao meu redor, percebi que, independentemente do que o futuro trouxesse, eu tinha algo inabalável. Uma família que eu escolhi. Uma família que estaria comigo, não importa o quão escuro fosse o caminho.Aaron narrando.Observo a cada movimento de Ava enquanto ainda permaneço em meu carro. observo a forma como Christopher há abraçou e a forma carinhosa que ela o trata, não tenho ideia do porquê me importo tanto com tudo isso, na verdade não faço ideia do porquê ah quero tanto. E o porquê eles me afastam tanto dela. Eu jamais seria capaz de machuca-la, eu só há quero para mim. nada mais que isso, Ava será minha, ela é minha garota e não aceito ficar longe dela. observo quando Chris e ela se soltam, ela o beijo na bochecha, seus olhos se voltam em direção ao meu carro, nossos olhares se cruzam e logo em seguida ela entra no carro dele. Que logo depois da a partida, saindo com o carro. respiro fundo e dou a partida em meu carro, dirigindo um pouco mais devagar, eu poderia sim retornar a meu apartamento. porém desvio meu caminho seguindo o carro de Christopher que ao invés de ir para o apartamento de Ava, segue diretamente para seu apartamento. observo que antes de chegarem o carro par
Ava Narrando. Não demora muito para que chegasse-mos ao estúdio de Jack, na verdade tivemos de retornar ao campus pois minha moto havia ficado no estacionamento. Assim que saímos de lá, seguimos a caminho do estúdio de tatuagens. desço de minha moto e logo Aaron estaciona seu carro próximo a minha moto, adentramos no local que estava lotado. O estúdio de Jack tem estado bastante lotado nos últimos dias, isso é bom, significa que o mesmo está tendo o trabalho reconhecido e sinceramente eu não poderia estar mais feliz por ele. Não demora muito para que Jack saia para chamar um novo cliente, ao me ver seu semblante parece se suavizar. porém logo se torna rígido novamente ao notar a presença de Aaron.— Sem companhia hoje Ava, o lugar tá lotado pequena. vai ter que mandar seu amigo passar depois. — Disse Jack com certa rispidez. — Ele vai fazer uma tatuagem. E dessa vez não estou brincando. — digo ao mesmo que nos encara por um momento.— Você não pode forçar os outros a fazerem uma
Ava Narrando. Cessamos o beijo por falta de ar, não faço ideia de por quanto tempo nos beijamos, Chris ainda mantém nossas testas coladas. Nossas respirações estão ofegantes e o uma de suas mãos ainda acaricia meu rosto suavemente. Abro Os olhos lentamente, o mesmo ainda se mantinha de olhos fechados, talvez processando oque havia acabado de acontecer. Elevo minhas mãos até sua face, acariciando levemente, vejo um breve sorriso surgir em sua face. Me aproximo novamente, tomando a iniciativa deposito um breve selinho em seus lábios e vejo novamente o mesmo abrir aquele sorriso de antes. — Não sabe o quanto eu ansiava por isso sereia. — sua voz soa um pouco falha enquanto ele ainda exibia o mesmo sorriso. Me aproximo novamente, unindo nossos lábios em um outro beijo, dessa vez algo mais urgente. Em um impulso Chris me segura pela cintura, me colocando sobre a bancada da cozinha, o mesmo se põe entre minhas pernas, uma de suas mãos vai até meus cabelos. Puxando suavemente me fazen
Ava Narrando. Estaciono no lugar onde aconteceria a corrida, retiro meu capacete e solto meus cabelos. Observo o movimento a minha volta, nada novo se assim posso afirmar, haviam diversas pessoas. Carros e motos de luxo, música alta e um bar improvisado, sem contar com o intenso cheio de maconha que se misturava a brisa da noite. Desço da minha moto, caminhando até onde os outros estavam, Jack se mantinha encostado em seu carro com os braços ao redor dos ombros de kiara, Rick e Monique estavam abraçados e riam de algo que Rick acabará de dizer. Alex por sua vez parecia aéreo a tudo, se quer notando minha presença quando me aproximo do mesmo. Ele haviam vindo na frente, já que posso dizer que fiquei precrastinando em meu sofá até a última hora. A verdade é que havia muita coisa se passando minha mente, Aaron, Alex, e até mesmo Chris estava presente em meus pensamentos. Algo que eu se quer conseguir entender. — Finalmente chegou, achei que não viria. — disse Jack atraindo minha
Ava Narrando. Cessamos o beijo por falta de ar, não faço ideia de por quanto tempo nos beijamos, Chris ainda mantém nossas testas coladas. Nossas respirações estão ofegantes e o uma de suas mãos ainda acaricia meu rosto suavemente. Abro Os olhos lentamente, o mesmo ainda se mantinha de olhos fechados, talvez processando oque havia acabado de acontecer. Elevo minhas mãos até sua face, acariciando levemente, vejo um breve sorriso surgir em sua face. Me aproximo novamente, tomando a iniciativa deposito um breve selinho em seus lábios e vejo novamente o mesmo abrir aquele sorriso de antes. — Não sabe o quanto eu ansiava por isso sereia. — sua voz soa um pouco falha enquanto ele ainda exibia o mesmo sorriso. Me aproximo novamente, unindo nossos lábios em um outro beijo, dessa vez algo mais urgente. Em um impulso Chris me segura pela cintura, me colocando sobre a bancada da cozinha, o mesmo se põe entre minhas pernas, uma de suas mãos vai até meus cabelos. Puxando suavemente me fazen
Ava Narrando. Estaciono no lugar onde aconteceria a corrida, retiro meu capacete e solto meus cabelos. Observo o movimento a minha volta, nada novo se assim posso afirmar, haviam diversas pessoas. Carros e motos de luxo, música alta e um bar improvisado, sem contar com o intenso cheio de maconha que se misturava a brisa da noite. Desço da minha moto, caminhando até onde os outros estavam, Jack se mantinha encostado em seu carro com os braços ao redor dos ombros de kiara, Rick e Monique estavam abraçados e riam de algo que Rick acabará de dizer. Alex por sua vez parecia aéreo a tudo, se quer notando minha presença quando me aproximo do mesmo. Ele haviam vindo na frente, já que posso dizer que fiquei precrastinando em meu sofá até a última hora. A verdade é que havia muita coisa se passando minha mente, Aaron, Alex, e até mesmo Chris estava presente em meus pensamentos. Algo que eu se quer conseguir entender. — Finalmente chegou, achei que não viria. — disse Jack atraindo min







