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Regretting the Divorce? Too Late

Regretting the Divorce? Too Late

By:  Sweetie MooreCompleted
Language: English
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Throughout our seven-year marriage, my CEO wife, Ruby Irving, goes on yet another business trip on Memorial Day once again, so she can't travel back to my hometown with me. But soon, I saw the photos uploaded by her assistant, Wilbur Stork, on his social media feed that featured her sweeping the grave in his hometown instead. The caption writes, "Mom and Dad must be very satisfied with their daughter-in-law because the gloomy weather has cleared up in an instant." I chortle in amusement for a brief moment before liking the post calmly. Then, I comment, "I respect your relationship and wish you nothing but happiness." But my colleagues all go nuts over the latest bombshell. They are quick to form their chat groups and speculate as to how I'm going to cause my next ruckus in the company this time. Ruby soon calls me while sounding very stern. "I know Wilbur does things very brashly due to his young age, but you shouldn't have caused him trouble in the comment section! What will everyone else in the company think of him? How is Wilbur supposed to continue working in this company? "Moreover, Wilbur doesn't have anyone left in his family. What's wrong with me keeping him company just this once? People with happy families like you don't have empathy for others at all! "I want you to delete your comment and remove your like right now. Once the holidays are over, I'll free up some time in my schedule to go back to your hometown with you." As I listen to Ruby making yet another empty promise to me in such a casual way, I let out a soft chuckle. "It's fine." Once the holidays are over, we'll be able to obtain our divorce certificates.

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Chapter 1

Chapter 1

Camila

Eu estava encolhida no sofá, vestindo meu conjunto de moletom favorito e com uma manta cobrindo as pernas, enquanto navegava distraidamente pelo catálogo da N*****x.

Ouvi a porta do banheiro se abrir.

— Você ainda não se arrumou?

Levantei os olhos e encontrei Davi ajustando os punhos da camisa azul-marinho que eu mesma havia passado naquela manhã. Suspirei, puxando a coberta um pouco mais para cima.

— Acho que não vou.

Ele franziu a testa, desacelerando os passos.

— Como assim, não vai?

Desliguei a televisão e me virei completamente para ele, encarando aquele terno impecável que parecia não combinar em nada com o meu desejo de paz.

— Não estou com vontade de sair hoje.

Davi deu uma risada baixa, balançando a cabeça como se eu estivesse fazendo uma piada.

— Amor, a confraternização é importante. O pessoal do escritório inteiro vai estar lá.

Sorri de canto, tentando puxá-lo para o meu lado.

— E daí? A gente trabalha a semana toda. Faz tempo que não temos uma noite só nossa. A gente podia pedir uma pizza, comprar chocolate, colocar um filme qualquer e passar a noite debaixo da manta.

Ele terminou de ajustar o relógio no pulso.

— Você anda dizendo que eu só penso no trabalho. Hoje eu resolvi sair um pouco e você quer ficar em casa.

Levantei do sofá e caminhei até ele, descalça, sentindo o piso frio sob os pés.

— Eu não quero só ficar em casa, Davi... Eu quero ficar com você.

Por um segundo, vi sua expressão amolecer. Achei que ele fosse desistir.

Mas ele apenas respirou fundo e pegou a chave do carro sobre o aparador.

— Camila, eu já confirmei presença. O pessoal está esperando a gente.

Baixei os olhos.

Desde o começo da tarde havia uma sensação estranha e sufocante dentro de mim.

Um aperto no peito.

Uma inquietação que não passava.

— Davi...

Minha voz saiu quase como um sussurro.

Ele voltou a me olhar.

— O que foi?

Passei as mãos pelos braços, tentando afastar o arrepio que percorria minha pele.

— Desde mais cedo estou sentindo uma coisa ruim. Como se... como se a gente não devesse sair de casa hoje.

Ele sorriu, aproximou-se e segurou meu rosto entre as mãos.

— Você está impressionada, amor. É só cansaço.

Beijou minha testa.

— Vamos aproveitar a noite. A gente trabalha demais.

Forcei um sorriso.

Talvez ele tivesse razão.

Mas, quando fechei a porta do apartamento atrás de nós, aquele aperto no peito só aumentou.

O caminho até a pub foi silencioso.

A chuva fina deixava o asfalto brilhando sob as luzes dos postes. Eu observava as gotas escorrendo pelo vidro da janela, incapaz de afastar aquela sensação de que alguma coisa estava errada.

Davi cantarolava baixinho a música que tocava no rádio.

Parou o carro em um sinal vermelho, a poucos quarteirões da pub.

Sorriu para mim.

— Está vendo? Daqui a pouco você esquece essa sensação e vai se divertir.

Tentei responder, mas as palavras morreram antes de saírem.

Um forte impacto contra o vidro da janela do motorista nos fez virar a cabeça ao mesmo tempo.

Um homem usando capacete batia com violência no vidro.

Na mão, uma arma.

— Perdeu! Passa o relógio, a aliança e o celular! Agora!

Meu corpo inteiro congelou.

— Davi...

Ele levantou as mãos lentamente.

— Calma... Eu vou entregar.

Suas mãos tremiam enquanto tentava retirar o relógio do pulso.

O assaltante ficou ainda mais nervoso.

— Mais rápido!

— Estou tentando...

Tudo aconteceu em uma fração de segundo.

O disparo rompeu o silêncio da noite.

O estampido pareceu explodir dentro do carro.

Vi o corpo de Davi ser lançado contra o banco.

A mão dele foi imediatamente ao tórax.

O sangue começou a escorrer entre seus dedos.

— Davi!

Meu grito saiu desesperado.

O assaltante correu para a moto que o aguardava alguns metros atrás e desapareceu sob a chuva.

Nem percebi.

Meu mundo inteiro estava dentro daquele carro.

Soltei o cinto e me inclinei sobre ele.

— Amor... olha para mim... por favor...

Suas mãos já não conseguiam conter o sangue que encharcava a camisa azul-marinho.

Respirava com dificuldade.

Cada inspiração parecia uma luta.

Segurei seu rosto entre as minhas mãos.

As lágrimas caíam sem que eu percebesse.

— Não... não faz isso comigo...

Ele sorriu de um jeito tão pequeno que quase não existiu.

Levantou a mão com dificuldade e acariciou meu rosto.

— Me... desculpa...

Balancei a cabeça freneticamente.

— Não. Não fala isso.

Ele fechou os olhos por um segundo, como se reunir forças para continuar fosse a tarefa mais difícil do mundo.

— Você... não queria vir...

Meu peito se despedaçou.

— Não importa... fica comigo... por favor...

Sua respiração ficou ainda mais fraca.

Os dedos procuraram os meus.

Entrelaçaram nossas mãos.

— Eu... te amo...

As palavras saíram em um fio de voz.

— Eu também te amo. Muito. Então não vai embora... por favor... não vai...

Seus dedos apertaram os meus pela última vez.

Depois...

Foram perdendo a força.

Seu olhar permaneceu preso ao meu até desaparecer lentamente.

A buzina do carro ecoava sem parar.

A chuva castigava o para-brisa.

E eu permaneci ali, abraçada ao homem que amava, coberta pelo sangue dele, implorando por um milagre que nunca aconteceu.

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