INICIAR SESIÓN–MALDIÇÃO!– Demitri rugiu, esmagando o relatório contra a mesa de vidro ao ouvir as palavras do homem à sua frente.
–Como assim o Projeto Eutanásia foi roubado?–
–Me desculpe, senhor, mas não conseguimos identificar nem rastrear os responsáveis. Entraram e saíram como sombras. Nenhuma câmera, nenhum rastro, nenhuma assinatura digital–
Demitri passou a mão pelo rosto, os olhos escuros fixos no nada, enquanto sua mente corria.
–25 anos– murmurou, a voz baixa, carregada de fúria contida. –25 anos carregando esse projeto. Guardado, esquecido, considerado um quebra-cabeça sem solução. Muitos já nem se lembram da existência dele. Quem teria interesse em algo que o mundo inteiro acredita ser impossível?–
Como um estalo, seus olhos brilharam com a possibilidade resposta daquela pergunta.
–Não…– murmurou. –Não pode ser ele. Ele abandonou esse mercado há anos. Escolheu ser pai, marido, um homem comum. Não voltaria agora…–
Um sorriso lento e perigoso se formou em seus lábios.
–Ou será que voltou?–
....
Em um lugar incerto.
Num laboratório subterrâneo, escondido do mundo, pulsando tecnologia e silêncio.
Uma enorme tela iluminava o ambiente com códigos fragmentados, fórmulas incompletas e estruturas que pareciam se mover constantemente.
–Então esse é o famoso Projeto Eutanásia…– disse o jovem de cabelos loiro-claros, olhos azuis cristalinos e expressão curiosa. –O quebra-cabeça que ninguém conseguiu montar–
–Eu ainda não entendo por que você insistiu em pegar isso– respondeu o outro, com o mesmo tom de cabelo e olhos azuis mais intensos, profundos, calculistas. –Isso é praticamente um mito. Uma armadilha para fazer as pessoas de idiotas–
O primeiro jovem sorriu, confiante.
–Nosso avô criou isso. Então é nosso por direito. Apenas o pegamos de volta– Victor disse, animado. –E se conseguirmos montar, vamos provar ao pai que somos dignos de continuar o legado que ele deixou no mercado das armas–
Hector suspirou, cruzando os braços.
–Quase quarenta anos se passaram e ninguém conseguiu completar esse projeto. Cientistas, militares, gênios… todos falharam. Eu entendo de negócios, mercado financeiro, estratégias. Você entende de força bruta e intimidação. Nenhum de nós é capaz de montar isso–
Victor inclinou a cabeça, pensativo.
–O mundo mudou– respondeu calmamente. –Novas mentes surgiram. Pessoas capazes de resolver qualquer problema matemático, físico, biológico… ou todos ao mesmo tempo–
Os dois se entreolharam. E, sem dizer o nome, pensaram na mesma pessoa.
A jovem brilhante.
O primeiro amor secreto dos dois.
A mulher que os dois amaram em silêncio por anos, escondendo o sentimento até um do outro. Alheios do fato de que seus corações batiam pela mesma mulher.
–Vamos encontrá-la!–
Disseram os dois ao mesmo tempo, com Determinação, Confiança e Certeza, De que queriam procurar por ela, voltar a vê-la, e finalmente se declar e tomar ela como sua mulher.
Sem saber que aquele seria o início do fim da cumplicidade entre irmãos. E o começo de uma guerra que romperia seus laços.
Uma guerra por amor, Pela mulher que ambos jurariam possuir. E que mudaria o destino dos três.
CONTINUA....
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NOTAS DA AUTORA:
Olá olá, espero que estejam bem.
A Estória 3 chegou ao fim, e o livro também. Espero que tenham gostado, e um super obrigada a todos que leram do começo da primeira história até aqui, espero que tenham gostado tanto de ler, como eu gostei de escrever.
A história do triângulo amoroso dos gêmeos Hector e Victor, será desenvolvida como segunda estória do livro: (Me tornei na babá da filha do meu ex bilionário) eles farão um casal com Dália, filha dos protagonistas, numa história intensa que irá tornar dois irmãos em inimigos de morte, que lutam pelo coração da mesma mulher. Espero vê-los lá, e espero que gostem. Kissus e até breve (◍•ᴗ•◍)♡
–MALDIÇÃO!– Demitri rugiu, esmagando o relatório contra a mesa de vidro ao ouvir as palavras do homem à sua frente.–Como assim o Projeto Eutanásia foi roubado?––Me desculpe, senhor, mas não conseguimos identificar nem rastrear os responsáveis. Entraram e saíram como sombras. Nenhuma câmera, nenhum rastro, nenhuma assinatura digital–Demitri passou a mão pelo rosto, os olhos escuros fixos no nada, enquanto sua mente corria.–25 anos– murmurou, a voz baixa, carregada de fúria contida. –25 anos carregando esse projeto. Guardado, esquecido, considerado um quebra-cabeça sem solução. Muitos já nem se lembram da existência dele. Quem teria interesse em algo que o mundo inteiro acredita ser impossível?–Como um estalo, seus olhos brilharam com a possibilidade resposta daquela pergunta.–Não…– murmurou. –Não pode ser ele. Ele abandonou esse mercado há anos. Escolheu ser pai, marido, um homem comum. Não voltaria agora…–Um sorriso lento e perigoso se formou em seus lábios.–Ou será que voltou?
Na manhã seguinte, Melissa acordou, ou melhor, levantou, uma vez que não tinha dormido direito a noite toda com dores e contrações. A médica tinha dito que era normal sentir aquelas leves contrações, que passavam logo, mas daquela vez estava diferente, não passavam, e ficavam mais forte, mas ainda faltavam alguns dias para data prevista, porém, a médica também já tinha avisado que o parto podia acontecer antes ou depois da data prevista. E pelos vistos, os gêmeos não queriam mais ficar ali presos. –Ainda dói?– Gregório perguntou preocupado e culpado ao ver Melissa sentada sobre a grande bola para tentar aliviar a dor. –uhum– respondeu ela com o rosto franzido de dor e desconforto. –Vem, vamos tentar outra posição– Gregório ajudou Melissa a se levantar para tentar outra posição na bola, mas seu peito deu uma batida forte ao ver a bola molhada, assim como os leves calções de Melissa. –Ok, ok, a médica disse para não entrar em pânico– Gregório repetiu para si mesmo, mas a id
–Menina Melissa– Francis chamou, batendo à porta do quarto, e logo Melissa saiu.–O senhor Gregório está esperando a menina na sala de estar––O Gregório? Ele ainda não foi para a empresa?––Ele estava saindo, mas chegou uma entrega para a senhorita, e ele mandou chamá-la––Uma entrega? Para mim?– Melissa saiu do quarto e foi até a sala de estar, onde viu vários quadros embalados e algumas caixas.–O que é isso?– perguntou, aproximando-se de Gregório.–É do Francesco– disse Gregório, entregando um envelope.–Do... do Francesco?– Melissa sentiu seu coração acelerar, pegou o envelope com as mãos trêmulas o abriu, passando a ler o conteúdo. “Minha querida irmã.Eu sei que não fiz as coisas do jeito certo, mas cada coisa que fiz foi pensando em você, em cuidar de você, proteger e amar você, tal como a nossa mãe iria querer que fosse.E se você está lendo esta carta, é porque certamente eu não estou mais ao seu lado e falhei na minha missão de proteger você.Mas espero que possa me perdoa
O sinal soou na universidade, marcando o fim dos exames. E minutos depois, os corredores ficaram cheios das novas caras que concorriam às vagas para o ano seguinte, naquela universidade prestígio.–Melissa!–Melissa se virou na direção da voz, e sorriu ao ver Nikolai e os outros ali, e foi até eles.–O que estão fazendo aqui? Pensei que já estivessem aproveitando suas férias em praias e montanhas– disse sorrindo.–Decidimos ficar alguns dias para comemorar o seu sucesso nos exames– respondeu Nikolai.–Mas os resultados ainda nem saíram––Nós soubemos que você vai ir bem de qualquer jeito. Então, vamos sair para comemorar o final dos seus exames, e nós comemorarmos o final do ano letivo!– comentou um dos garotos animadamente.Melissa sorriu gostando daquela ideia.–Esperem, eu vou ligar para o Gregório e avisar––Uhh claro, afinal, é a Senhorita Romano D'Angelo– os outros provocaram e Melissa sorriu enquanto se afastava com o celular.–Amor––Olá, o exame já terminou?– perguntou a voz
O jato aterrissou em segurança no território russo, e vários carros e homens se aproximaram para recebê-los.Gregório e Melissa desceram por último, e de um lado estavam Dominic e Alexander, atrás deles vários homens de Gregório, e do outro estava Demitri, igualmente acompanhado por seus homens.–O nosso acordo– mencionou Demitri, que estava com o ombro enfaixado, onde havia levado um tiro.Gregório olhou para seus homens, que estavam em maior número, e depois para Demitri. Seria fácil lidar com eles e ficar com o projeto, mas naquele momento nada mais lhe importava além daquela que estava em seus braços.Gregório se aproximou de Demitri e lhe entregou o pen-drive.Demitri sorriu, e era como se já pudesse sentir o peso daquele projeto apenas por segurar aquele simples dispositivo.–E a chave?– perguntou, olhando para Melissa.Melissa olhou para Dominic e depois para Gregório.–Tem certeza? Se você der isso a ele, você não será mais o magnata das armas. Ele será o novo imperador do sub
–Indo embora sem se despedir? Irmã– a voz de Francesco ecoou, chamando a atenção de todos.Gregório prontamente colocou Melissa atrás dele como uma parede protetora, enquanto Melissa temia que os acontecimentos do último confronto entre eles se repetissem.Francesco olhou para os outros homens, parando seu olhar em Demitri.–Você realmente não é de confiança, não é mesmo?––Sabe como é, eu apenas zelo pelos meus interesses– respondeu, com a arma apontada para o moreno.Francesco suspirou e olhou para Melissa.–Venha–Gregório cerrou os dentes, olhando para o italiano. –Você só vai levar ela por cima do meu cadáver––Bom, eu já fiz isso uma vez, não terei problema nenhum em fazê-lo outra vez. Só preciso que os helicópteros destruam o jato, e ficamos aqui parados à espera do Vladimir chegar, ou então, eu posso matar você e deixar um presentinho para ele––Se mova apenas um milímetro, e o primeiro cadáver desse lugar será o seu– Gregório o desafiou.–Francesco, seja racional. A Melissa é







