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Cobranças

last update Data de publicação: 2026-10-21 07:38:25

O prazer ainda circulava pelo meu corpo , quando abri o registro da ducha e deixei a água fria cair novamente sobre meu corpo. Não resolvia nada, nem amenizava meu desejo por Maya , mas alivia um pouco a tensão .

Fechei a torneira, sacudi os cabelos molhados como a fera que sou e me olhei no espelho embaçado. Os nós dos dedos já estavam quase cicatrizados, só uma mancha rosada restava. Privilégio de ser Alfa. Pena que nenhuma regeneração curava aquela necessidade insana que Maya tinha plantad
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Último capítulo

  • Rejeitada pelo Alfa supremo     irritantemente irresistível

    Lentamente, ele ergueu uma de suas mãos . O polegar quente e levemente áspero dele encontrou a minha boca, roçando o meu lábio inferior com uma lentidão torturante. O toque era possessivo, provocante, desenhando o contorno dos meus lábios e fazendo o meu fôlego falhar de forma miserável. — E o Leon e a sua loba... Siena, não é? pelo menos é assim que já ouvi você chamá -la.— ele continuou, o hálito amadeirado e inebriante se misturando ao meu enquanto o polegar dele pressionava levemente a carne macia da minha boca, entreabrindo os meus lábios. As íris douradas dele ardiam com uma luxúria perigosa, segurando o meu olhar cativo enquanto a carícia continuava, enviando correntes elétricas direto para o meu baixo-ventre. O sorriso cafajeste e devastador dele se alargou. — Eles nos agradeceram muito por isso, não acha? — o timbre rouco vibrou contra a minha pele, espesso de desejo. — Afinal, eles não sentiram a nossa união apenas de forma sensorial... eles sentiram, fisicamente, c

  • Rejeitada pelo Alfa supremo    Um jogo perigoso

    Dizendo isso, Caleb me dominou. Dessa vez não com tanta facilidade, porque eu soquei os ombros largos dele com toda a minha força e chutei para todos os lados, tentando golpeá-lo no lugar certo , aquele que eu sabia que o deixaria fora de combate pelo menos por alguns instantes. Mas o atrito insano dos nossos corpos em chamas era uma tortura. Como sempre, a força feroz e inabalável dele prevaleceu. Com um movimento fluido e implacável, ele me jogou contra o colchão macio, prendendo meus dois pulsos no alto da minha cabeça com apenas uma das suas mãos grandes e quentes. Meu peito subia e descia descontrolado, roçando no dele. O olhar de Caleb escureceu, o dourado das íris sendo engolido por um desejo bruto, uma fúria possessiva e um ciúme devastador. O hálito quente dele bateu no meu pescoço quando ele sussurrou, a voz rouca vibrando contra a minha pele: — Vamos fazer um acordo... Se você confessar que é só minha, Maya. Que nunca foi de Alex, nem mesmo quando se entregava a ele...

  • Rejeitada pelo Alfa supremo    Medindo forças

    ​— O seu precioso Alex ligou para você... — a voz rouca e letal dele quebrou o silêncio, vibrando com um tom perigoso. ​Quando me virei para olhá-lo, encontrei um sorriso de puro escárnio repuxando o canto dos lábios perfeitos do Alfa. Os olhos dourados brilhavam com uma possessividade predatória. ​— Mas acho que ele não poderá ligar mais — completou, o tom escuro deixando perfeitamente claro que o meu aparelho de celular provavelmente já não existia inteiro a essa altura. ​Senti meu estômago revirar de indignação, mas mordi o interior da bochecha e me forcei a manter o rosto impassível. Continuei pegando a camisola e a pequena calcinha de renda no closet, fazendo o possível para ignorá-lo e não ceder à sua provocação barata. ​Mas, por Deus, era uma tortura física. Minha determinação de ignorá-lo estava ruindo a cada segundo, porque os meus olhos me traíam, sendo puxados como um ímã para a visão que a camisa aberta agora revelava. O peitoral largo e incrivelmente tentador, a p

  • Rejeitada pelo Alfa supremo    Novamente a sós

    Empurrei a porta pesada de carvalho e entrei no quarto que havia sido preparado para receber meu filho. Meus passos vacilaram por um instante diante da visão. Tive que admitir, engolindo a seco, que Caleb havia mandado arrumar aquele espaço como um verdadeiro refúgio real. Era um quarto digno de um príncipe, digno de um herdeiro legítimo do Alfa Supremo. O nó na minha garganta apertou ao constatar o absurdo daquela situação; eu simplesmente não conseguia entender os motivos dele. Caleb estava convicto de que Brian era filho de Alex, e não dele, mas o instinto protetor e o luxo ao nosso redor diziam exatamente o contrário. ​— Mamãe! Olha só que monte de brinquedos o papai comprou para mim! — a vozinha animada de Brian me puxou de volta para a realidade. Ele estava sentado no centro de um tapete felpudo, cercado por caixas coloridas, com os olhos brilhando de deslumbramento. Logo depois, ele tombou a cabecinha para o lado, a expressão se tornando confusa. — Por que eu chamo ele de h

  • Rejeitada pelo Alfa supremo    o confronto com Viviam

    O impacto contra o piso de mármore polido foi brutal, roubando o ar dos meus pulmões em um baque surdo. Minhas palmas da mão e meus joelhos arderam com o atrito repentino, mas a dor física foi instantaneamente engolida pela onda de choque e pânico que inundou minhas veias. Tudo aconteceu em uma fração de segundo. Um momento eu estava envolta pelo calor anestesiante e possessivo de Caleb, e no outro, eu estava no chão, humilhada e vulnerável. Um grito agudo de susto escapou dos lábios de Brian. O som cortou o ar como vidro quebrando, atingindo meu coração de mãe em cheio. Tentei me erguer, o instinto gritando para que eu arrancasse meu filho dos braços daquele homem e o protegesse, mas antes que eu pudesse firmar os pés no chão, a voz estridente e carregada de ódio venenoso ecoou pelo saguão, fazendo as paredes tremerem. — Eu não acredito que você trouxe essa vadia e o bastardo dela para a nossa matilha, Caleb! Ergui o olhar, sentindo o sangue ferver de indignação, e encontrei

  • Rejeitada pelo Alfa supremo    No covil do inimigo

    Brian piscou, atordoado pela elevação repentina, os olhinhos redondos e surpresos encarando o maxilar trincado do lobo gigante que agora o segurava. ​— Você é um bocado grande e pesado para a sua mãe carregá-lo, pirralho — a voz de Caleb soou grave, rouca, mas incrivelmente desprovida da fúria letal que o consumia minutos antes. Havia um tom ríspido e autoritário na frase, sim, mas que escondia uma camada inegável de cuidado. — Então deixe que eu carrego você. ​Eu perdi o ar. Fiquei estática, tentando processar o choque de ver aquela cena completamente irreal: o predador mais temido do continente, o homem que havia acabado de rachar uma parede com o próprio punho, segurando o meu filho com uma firmeza protetora e inabalável. Antes que eu pudesse esboçar qualquer reação, Caleb diminuiu a distância entre nós. A mão livre e quente dele encontrou o caminho de volta para a minha cintura, escorregando possessivamente pela curva do meu quadril. O aperto foi forte, implacável, coland

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