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Capítulo 66

last update Data de publicação: 2025-07-09 18:58:38

O silêncio dentro do carro era quase sufocante.

Natalie olhava pela janela, o rosto fechado, os braços cruzados, e nem mesmo o toque quente da mão de Alejandro sobre a coxa dela conseguiu quebrar o gelo.

Alejandro dirigia em silêncio, mas os olhos escuros cortavam o retrovisor, atento a cada expressão dela. Sabia que Natalie estava irritada. E com razão.

Quando chegaram em casa, ele mal desligou o motor e ela já abriu a porta, saindo do carro sem esperar por ele.

Alejandro fechou a port
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Último capítulo

  • Rendida ao Meu Paciente Proibido    Extra

    Alejandro estava sentado no sofá, Sebastián no colo, enquanto Natalie se acomodava ao lado dele, sorrindo com a movimentação da sala. Amaya corria de um lado para o outro, espalhando brinquedos e risadas, enquanto Isadora, mais velha e cheia de paciência, supervisionava, intervindo de vez em quando para organizar a bagunça com um sorriso divertido. Malu e Verónica observavam tudo da cozinha, trocando olhares cúmplices e risadas silenciosas, encantadas com a harmonia e a alegria da família reunida. De repente, Alejandro inclinou-se e roçou os lábios na orelha de Natalie. Sua voz rouca e divertida sussurrou: — Sabe, mi amor… acho que ainda não terminei com você hoje. Quero mais um. Natalie piscou, surpresa, mas logo reconheceu a provocação e sorriu com malícia. Ela ergueu a sobrancelha, tentando parecer séria. — Mais um o quê? — perguntou, ainda rindo com a movimentação das crianças ao redor. — Isso… você sabe do que estou falando — respondeu ele, com aquele olhar provocador que se

  • Rendida ao Meu Paciente Proibido    Capítulo 111

    O sol entrava pelas janelas amplas da casa, iluminando cada canto com uma luz cálida que parecia abraçar todos que estavam ali. O aroma de café fresco e pão recém-saído do forno preenchia a cozinha, misturando-se ao perfume das flores cuidadosamente arrumadas nas mesas. Era um dia especial, daqueles que pareciam suspender o tempo, e todos sabiam que cada instante deveria ser vivido com plenitude. Amaya corria pelo corredor, tropeçando levemente nos próprios pés, e ria sem parar, os olhos brilhando de alegria. Ela tinha cinco anos agora, e mesmo com a pouca idade, já mostrava uma personalidade encantadora: curiosa, doce e cheia de energia. Natalie a observava, o coração apertado de amor, sentindo cada pequeno gesto da filha como se fosse uma bênção silenciosa. — Amaya, cuidado! — chamou Alejandro, já no final do corredor, estendendo os braços para acolher a menina antes que ela caísse. Amaya se jogou nos braços do pai, rindo alto, e Alejandro a apertou com força, sentindo a ternura

  • Rendida ao Meu Paciente Proibido    Capítulo 110

    O carro preto deslizou suavemente pela estrada iluminada pelo sol da tarde, enquanto Alejandro mantinha uma das mãos firmes no volante e a outra entrelaçada à de Natalie. A viagem tinha sido longa, mas o coração dela estava em disparada — não pelo cansaço, mas pela ansiedade de rever sua pequena. Amaya. — Não acredito que já estamos chegando… — Natalie murmurou, sentindo os olhos arderem de emoção. — Foram dias lindos, mas eu senti tanta falta dela, Alejandro. Ele desviou o olhar por um segundo para encará-la, um sorriso tranquilo surgindo nos lábios. — Eu também, amor. Mas olha… — ele inclinou-se e beijou a mão dela suavemente — …valeu cada segundo estarmos juntos, sem pressa, sem preocupações. Agora voltamos completos. Natalie sorriu, embora um nó apertasse sua garganta. Completos, sim. Mas uma parte essencial estava faltando, e em minutos tudo voltaria ao lugar certo. Quando o carro cruzou os portões da imensa propriedade, ela sentiu o coração acelerar. Do lado de dentro, Nata

  • Rendida ao Meu Paciente Proibido    Capítulo 109

    Os dias na ilha haviam passado como um sopro, e Alejandro e Natalie aproveitaram cada segundo. Entre mergulhos no mar cristalino, longos passeios pela areia dourada e jantares sob o céu salpicado de estrelas, tudo parecia perfeito demais para ser real. Agora, no último dia da viagem, o sol já começava a descer no horizonte, tingindo o céu com tons alaranjados e dourados, como se o próprio dia se recusasse a terminar. Natalie estava na varanda do quarto, os pés descalços tocando o chão frio, sentindo a brisa suave que fazia as cortinas esvoaçarem atrás dela. Vestia apenas uma camisola leve, quase transparente, que colava sutilmente às curvas do seu corpo por causa do calor. Alejandro, por sua vez, estava sentado na cama, observando-a com aquele olhar intenso que fazia sua pele se arrepiar por inteiro. Ele se levantou devagar, os passos silenciosos no piso de madeira, e quando chegou atrás dela, deslizou as mãos firmes pela cintura da mulher, aproximando o corpo forte do dela. O calor

  • Rendida ao Meu Paciente Proibido    Capítulo 108

    O sol brilhava alto no céu, refletindo nas águas cristalinas da ilha paradisíaca, quando Alejandro e Natalie chegaram ao quiosque à beira-mar. O aroma de frutas tropicais misturado com o cheiro salgado do mar criava uma sensação de êxtase, amplificando a alegria do casal. Cada passo na areia parecia um convite para que a lua de mel fosse perfeita, sem pressa, sem preocupações — apenas eles dois, o mar e o calor do dia. Sentaram-se em uma mesa de madeira rústica, com toalha clara, guardanapos dobrados com cuidado e pequenas flores tropicais decorando o centro. Natalie recostou-se na cadeira, sentindo a brisa acariciar seus cabelos. Alejandro se sentou ao lado dela, entrelaçando os dedos aos dela com firmeza, transmitindo proteção e carinho ao mesmo tempo. — Olha esse mar… — disse Natalie, sorrindo enquanto observava as ondas. — É impossível não se sentir feliz aqui. — Não é só o mar que me deixa feliz — respondeu Alejandro, segurando a mão dela com mais força e olhando-a com intensi

  • Rendida ao Meu Paciente Proibido    Capítulo 107

    O primeiro raio de sol penetrou pelas cortinas leves, tingindo o quarto com um tom dourado. O som do mar ainda ecoava ao longe, trazendo consigo a lembrança da noite passada, gravada no corpo de Natalie como uma marca impossível de apagar. Sentia a pele quente, a respiração ainda lenta, como se o sono não tivesse conseguido apagar por completo a intensidade do que vivera. Abriu os olhos devagar, e a primeira coisa que viu foi o rosto de Alejandro, a poucos centímetros do seu. Ele dormia de lado, o braço pesado repousado sobre a cintura dela, como se tivesse medo que ela escapasse durante a noite. Por um instante, ficou apenas observando. Os cabelos negros levemente bagunçados, a barba por fazer que riscava o maxilar perfeito, os lábios entreabertos, convidativos. Ele parecia menos o homem poderoso e dominador que sempre conheceu, e mais… humano. Tranquilo. Mas ainda assim perigoso, porque até adormecido Alejandro era capaz de fazer o coração dela disparar. Natalie moveu-se lentamen

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