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Capítulo 10: Gostosa – Lyara e Daniel

Autor: Kell Smith
last update Fecha de publicación: 2026-09-04 23:05:58

Fiz uma pose pra self, soltando um beijinho. A foto ficou linda. O vestido decotado deixou minha marquinha de fita bem à mostra e meus peitos bem perfeitos. Postei no story do Instagram e recebi uma reação do insuportável do Daniel: "Nossa que delícia, louco pra ver pessoalmente essa marquinha". Apenas ignorei. Sai do meu quarto e fui até a sala onde os convidados estavam. Era o jantar de noivado do meu irmão Matheus com minha cunhadinha Fernanda. Quando desci os últimos degraus da escada, de

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    Desci, fiquei de joelhos, com a cara lá no meio daquela bunda; passei a língua numa lambida longa e babada, do grelinho pulsando dela até o cuzinho. Ela gemeu e empurrou o quadril para trás, contra a minha cara.— Vai, cadela, empina bem esse rabo. Quero ver essa buceta em cima da minha cara — ordenei, com a voz rouca.Ela se arqueou ainda mais, apresentando aquele cuzinho e a buceta.— Vai, lamba tudo, seu cachorro. Enche meu cu e buceta de língua.Agarrei a bunda dela com as duas mãos, abrindo bem as nádegas e expondo tudo. Meti a língua na sua buceta, enfiando bem fundo. Ela rebolava forte, esfregando-se na minha cara, querendo mais.— Isso, rebola, puta! — balbuciei, com a voz abafada contra ela.Tirei a língua dali e subi, lambendo tudo no caminho, passando pelo períneo até chegar ao cuzinho. A vagabunda gemeu alto quando envolvi o cu com meus lábios e chupei, como se estivesse mamando.— Caralho, não para! — gritou

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    Flávio A Júlia era uma gata, loirinha, de olhos verdes, uns 1,65 m de pura malícia escondida sob um visual de “profissional séria”. A gente trabalhava no mesmo setor, e todo dia era a mesma coisa: ela chegava, aquele vestido justo destacando a bunda que eu já tinha imaginado nua mil vezes, e soltava um “Bom dia, Flávio” com uma voz doce que me deixava duro na hora. Sempre flertamos, claro. Uns toques disfarçados ao passar o café, olhares que demoravam mais que o necessário durante as reuniões, mas era só isso. Até aquele dia maldito do projeto do caralho. O prazo era insano, e o chefe praticamente nos ordenou a ficar até mais tarde para terminar. O escritório esvaziou, e ficamos só nós dois. — Que inferno, hein, Flávio? — ela disse, esticando os braços para cima e fazendo a blusa subir, mostrando uma faixa de pele lisa na barriga. Quase engasguei com o gole de café. — Tá brincando? Tô é adorand

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    Daniel Cara, a professora Aline era aquele tipo de mulher que fazia você querer ir pra aula até de madrugada. Morena, cabelo até a cintura, uns 1,70 de pura tentação. Aquele corpinho de academia, com curvas no lugar certo, e um sorriso que era um convite direto pro inferno. Desde o primeiro dia de cálculo, eu ficava lá no fundo da sala só imaginando como seria ter aquela mulher por baixo de mim. O destino pregou uma peça no dia da revisão final. A turma toda combinou de vazar pra um bar, e eu, como tinha trampo de manhã cedo no dia seguinte, fiquei. Ela chegou na sala vazia, aquele vestido jeans justo que parecia pintado nela, e aquele cheiro bom de perfume caro. — Boa noite, Daniel. Cadê a turma? — perguntou, com aquela voz doce que me dava um frio na barriga e um calor em outro lugar. — Boa noite, minha deusa — soltei sem pensar. Ela arregalou os olhos, surpresa, mas um cantinho da boca se ergueu num quase

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    Ela abriu a boca e engoliu; foi fundo, deixando meu pau desaparecer naquele calor úmido, e começou a chupar com uma vontade, uma sede que parecia não ter fim. A sensação do vácuo que ela criava, da língua massageando o freio, das bochechas cavadas... Era impossível não responder. Em segundos, eu estava latejando e duro de novo na boca dela, pronto para a próxima rodada. Com a mão firme na nuca dela, puxava seu rosto contra mim, guiando aquele ritmo selvagem. Ela engolia meu cacete até o talo, até sentir a cabeça bater no fundo da sua garganta, e eu gemia com a sensação de sufoco molhado que ela provocava. Depois, a safada se afastava, tirando tudo da boca só para encarar meu pau todo babado e enfiar de novo, mais rápido, mais profundo. — Caralho… assim, sua puta… — saiu da minha garganta, num gemido rouco e involuntário. Fechei os olhos e joguei a cabeça para trás quando ela mergulhou de novo. Mas dessa vez, ao mesmo tempo que me engolia, senti a língua quente e macia lambendo meu

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  • Sensações quentes – Proibido e irresistível    Capítulo 44: Sem Limites – II

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