เข้าสู่ระบบAnônimo
Lembro perfeitamente da primeira vez que vi Isa. Na época, já estava com a irmã dela, Sara, havia quase seis meses, e por insistência dela, fui conhecer seus pais. Era o tipo de coisa que parecia importante pra ela, e eu, querendo agradar, aceitei. Mas confesso: me arrependi assim que entrei naquela casa e vi Isa descendo as escadas. Ela era tudo o que me atraía: cabelos loiros compridos, corpo definido de quem levava a academia a sério, um olhar curiosoEla abriu a boca e engoliu; foi fundo, deixando meu pau desaparecer naquele calor úmido, e começou a chupar com uma vontade, uma sede que parecia não ter fim. A sensação do vácuo que ela criava, da língua massageando o freio, das bochechas cavadas... Era impossível não responder. Em segundos, eu estava latejando e duro de novo na boca dela, pronto para a próxima rodada. Com a mão firme na nuca dela, puxava seu rosto contra mim, guiando aquele ritmo selvagem. Ela engolia meu cacete até o talo, até sentir a cabeça bater no fundo da sua garganta, e eu gemia com a sensação de sufoco molhado que ela provocava. Depois, a safada se afastava, tirando tudo da boca só para encarar meu pau todo babado e enfiar de novo, mais rápido, mais profundo. — Caralho… assim, sua puta… — saiu da minha garganta, num gemido rouco e involuntário. Fechei os olhos e joguei a cabeça para trás quando ela mergulhou de novo. Mas dessa vez, ao mesmo tempo que me engolia, senti a língua quente e macia lambendo meu s
Vini Minha esposa e eu fomos convidados para um jantar na casa do Geraldo e da Clarice, uns amigos do trabalho que sempre tinham um papo bom e uma adega melhor ainda. A gente se dava super bem, mas naquele dia o clima estava diferente, um tesão no ar que eu não sabia de onde vinha. A noite foi rolando, um vinho tinto aqui, uma conversa ali. A Clarice estava usando um vestido preto simples, mas que naquele corpo dela era uma arma. A Débora, loira e gostosa, estava de shortinho jeans e uma blusa justa, e eu não parava de reparar em como os olhos do Geraldo percorriam as curvas dela. Depois do jantar, a gente foi para a sala, mais soltos, com um som baixo tocando. O Geraldo encheu de novo as taças de vinho e, do nada, soltou: — Vocês são um casal muito foda. Já pensaram em… experimentar coisas novas? Débora e eu nos entreolhamos. A gente tinha umas fantasias, claro, mas nunca tínhamos falado sério sobre isso. O coração acelerou na hora. — Tipo o quê? — perguntei, tentando parecer d
Ela me olhou nos olhos e começou a descer, devagar. Foi uma sensação do caralho, uma quentura que me dominou centímetro por centímetro. Consegui sentir cada prega do canal dela se abrindo e se ajustando ao meu pau, uma pressão úmida e perfeita. Um gemido longo e rouco escapou da minha garganta. — Isso, senta... enche essa buceta de piroca — murmurei, minhas mãos agarrando seus quadris com força, guiando o movimento, mas deixando-a no controle. Quando finalmente estava encaixada até o fim, começou a cavalgar. Levemente no começo, subindo e descendo só a pontinha, fazendo um movimento de rebolado que me deixou maluco. Eu conseguia ver meu pau entrando e saindo, todo melado; a visão era surreal de tão gostosa. — Assim que você gosta, tio? — sussurrou, com a voz carregada de tesão, começando a aumentar o ritmo. — Gosto pra caralho... Agora acelera, vai. Esfrega essa buceta gostosa em mim até não aguentar
Ferraz Minha esposa tem uma sobrinha de 18 anos que é uma tentação. A Lara sempre foi sapeca, e desde novinha adorava ficar no meu colo. Com o tempo, fui me afastando porque a garota estava ficando com um corpo de mulher, daqueles que não passam despercebidos: curvas acentuadas, peitos fartos e um sorriso que sabia o que estava fazendo. Ela sempre dava um jeito de se jogar em mim quando eu chegava, num abraço que durava mais do que devia, e juro que ela se esfregava de propósito. Um dia, eu estava tirando um cochilo no sofá e ela veio e se deitou em cima de mim, acordando-me com o peso do corpo dela e o calor que atravessava as roupas. Foi aí que alguma coisa clicou na minha cabeça, e comecei a olhar para ela de um jeito que não devia. Num sábado em que minha esposa estava trabalhando, encontrei a Lara lavando o quintal. A cena era de deixar qualquer homem maluco: ela estava só com uma camiseta justa e um
Seus quadris bateram contra os meus com um impulso final, profundo, e eu senti a porra dele jorrando dentro da minha buceta. Minhas pernas, já fracas, se apertaram com mais força em torno de sua cintura, mantendo-o profundamente dentro de mim, recolhendo até a última gota. Ele desabou sobre meu corpo, ofegante. Eu o abracei, sentindo o suor de nossos corpos se misturar. Aos poucos, a respiração foi acalmando. Meu preto se virou, deitando ao meu lado, e me puxou para um beijo, sorrindo. Ficamos abraçados, nos beijando, conversando, rindo, até ele dizer, com a voz rouca e um sorriso maroto: — Amor, posso comer seu cuzinho? Me arrepiei todinha. Já tinha dado duas vezes e adorava. O desejo, que parecia saciado, reacendeu como um rastilho de pólvora. — Sim, amor, eu adoro te dar o cu — disse, minha voz saindo como um sussurro rendido. — É mesmo, safada? — ele retrucou, os olhos escurecidos de desejo. — Sim, amor — confirmei, ofegante. Ele não disse mais nada. Capturou meus
Dalila Meu namorado é a minha perdição. Completo um ano com aquele negão lindo hoje, e desde que ele chegou aqui em casa, com aquele sorrisão safado estampado no rosto, eu já sabia que a noite não ia terminar sem uma transa completa. Ele é alto, musculoso, daqueles que enchem a porta de entrada, com uma pele negra linda. Ele nem disfarçava: me encarava com um desejo que dava para sentir no ar. Aquele olhar me deixou elétrica, molhada só de pensar no que estava por vir. Liguei um sonzinho baixo, aquela playlist de quem tá na maldade, e servi um vinho tinto. A gente sentou no sofá, o braço dele envolveu meus ombros, puxando-me para perto, e nossos lábios se encontraram. Foi um daqueles beijos molhados, lentos e prazerosos que prometem muito mais. Senti a língua dele explorando minha boca. Minhas mãos se perderam em seu cabelo crespo, puxando-o suavemente para mais perto. As mãos dele desceram pelo meu pescoço, meus ombros, até encontrar os seios. Através do tecido do vestido, e







