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Minha esposa tem uma sobrinha de 18 anos que é uma tentação. A Lara sempre foi sapeca, e desde novinha adorava ficar no meu colo. Com o tempo, fui me afastando porque a garota estava ficando com um corpo de mulher, daqueles que não passam despercebidos: curvas acentuadas, peitos fartos e um sorriso que sabia o que estava fazendo. Ela sempre dava um jeito de se jogar em mim quando eu chegava, num abraço que durava mais do que devia, e juro que eDaniel Cara, a professora Aline era aquele tipo de mulher que fazia você querer ir pra aula até de madrugada. Morena, cabelo até a cintura, uns 1,70 de pura tentação. Aquele corpinho de academia, com curvas no lugar certo, e um sorriso que era um convite direto pro inferno. Desde o primeiro dia de cálculo, eu ficava lá no fundo da sala só imaginando como seria ter aquela mulher por baixo de mim. O destino pregou uma peça no dia da revisão final. A turma toda combinou de vazar pra um bar, e eu, como tinha trampo de manhã cedo no dia seguinte, fiquei. Ela chegou na sala vazia, aquele vestido jeans justo que parecia pintado nela, e aquele cheiro bom de perfume caro. — Boa noite, Daniel. Cadê a turma? — perguntou, com aquela voz doce que me dava um frio na barriga e um calor em outro lugar. — Boa noite, minha deusa — soltei sem pensar. Ela arregalou os olhos, surpresa, mas um cantinho da boca se ergueu num quase
Ela abriu a boca e engoliu; foi fundo, deixando meu pau desaparecer naquele calor úmido, e começou a chupar com uma vontade, uma sede que parecia não ter fim. A sensação do vácuo que ela criava, da língua massageando o freio, das bochechas cavadas... Era impossível não responder. Em segundos, eu estava latejando e duro de novo na boca dela, pronto para a próxima rodada. Com a mão firme na nuca dela, puxava seu rosto contra mim, guiando aquele ritmo selvagem. Ela engolia meu cacete até o talo, até sentir a cabeça bater no fundo da sua garganta, e eu gemia com a sensação de sufoco molhado que ela provocava. Depois, a safada se afastava, tirando tudo da boca só para encarar meu pau todo babado e enfiar de novo, mais rápido, mais profundo. — Caralho… assim, sua puta… — saiu da minha garganta, num gemido rouco e involuntário. Fechei os olhos e joguei a cabeça para trás quando ela mergulhou de novo. Mas dessa vez, ao mesmo tempo que me engolia, senti a língua quente e macia lambendo meu
Vini Minha esposa e eu fomos convidados para um jantar na casa do Geraldo e da Clarice, uns amigos do trabalho que sempre tinham um papo bom e uma adega melhor ainda. A gente se dava super bem, mas naquele dia o clima estava diferente, um tesão no ar que eu não sabia de onde vinha. A noite foi rolando, um vinho tinto aqui, uma conversa ali. A Clarice estava usando um vestido preto simples, mas que naquele corpo dela era uma arma. A Débora, loira e gostosa, estava de shortinho jeans e uma blusa justa, e eu não parava de reparar em como os olhos do Geraldo percorriam as curvas dela. Depois do jantar, a gente foi para a sala, mais soltos, com um som baixo tocando. O Geraldo encheu de novo as taças de vinho e, do nada, soltou: — Vocês são um casal muito foda. Já pensaram em… experimentar coisas novas? Débora e eu nos entreolhamos. A gente tinha umas fantasias, claro, mas nunca tínhamos falado sério sobre isso. O
Ela me olhou nos olhos e começou a descer, devagar. Foi uma sensação do caralho, uma quentura que me dominou centímetro por centímetro. Consegui sentir cada prega do canal dela se abrindo e se ajustando ao meu pau, uma pressão úmida e perfeita. Um gemido longo e rouco escapou da minha garganta. — Isso, senta... enche essa buceta de piroca — murmurei, minhas mãos agarrando seus quadris com força, guiando o movimento, mas deixando-a no controle. Quando finalmente estava encaixada até o fim, começou a cavalgar. Levemente no começo, subindo e descendo só a pontinha, fazendo um movimento de rebolado que me deixou maluco. Eu conseguia ver meu pau entrando e saindo, todo melado; a visão era surreal de tão gostosa. — Assim que você gosta, tio? — sussurrou, com a voz carregada de tesão, começar a aumentar o ritmo. — Gosto pra caralho... Agora acelera, vai. Esfrega essa buceta gostosa em mim até não aguentar m
Ferraz Minha esposa tem uma sobrinha de 18 anos que é uma tentação. A Lara sempre foi sapeca, e desde novinha adorava ficar no meu colo. Com o tempo, fui me afastando porque a garota estava ficando com um corpo de mulher, daqueles que não passam despercebidos: curvas acentuadas, peitos fartos e um sorriso que sabia o que estava fazendo. Ela sempre dava um jeito de se jogar em mim quando eu chegava, num abraço que durava mais do que devia, e juro que ela se esfregava de propósito. Um dia, eu estava tirando um cochilo no sofá e ela veio e se deitou em cima de mim, acordando-me com o peso do corpo dela e o calor que atravessava as roupas. Foi aí que alguma coisa clicou na minha cabeça, e comecei a olhar para ela de um jeito que não devia. Num sábado em que minha esposa estava trabalhando, encontrei a Lara lavando o quintal. A cena era de deixar qualquer homem maluco: ela estava só com uma camiseta justa e uma calcinha, que
Gostosa No nosso aniversário de três meses de namoro, meu namorado, Pedro, planejou uma noite sob as estrelas. A barraca estava armada ao lado, e nós estávamos sobre o capô do carro, nos beijando. Ele entre minhas pernas, já sentia o volume duro do pau dele pressionando minha coxa através da calça. Pedro desceu beijando meu pescoço, até chegar nos meus seios. Estava usando uma blusinha de alcinhas, sem sutiã. Ele levantou a blusa e começou a chupar meus seios, a língua circulando meus mamilos até eles ficarem durinhos e doloridos de tanto prazer. Desceu beijando minha barriga, e cada beijo dava um calafrio na minha pele. Sua língua foi passando devagar, até chegar no meu umbigo. Lá, ele deu uma mordidinha de leve, beijou de novo, depois enfiou a língua dentro do meu umbigo. Já estava com o corpo todo entregue, esperando que ele fosse descer direto para minha buceta. Mas o, safado, parou. Deu um sorriso desceu do capô, ficou de pé entre minhas pernas abertas e, com as mãos firmes n







