LOGIN- Eles tão lá, Rafa - sussurrou Isabela, deixando o controle no sofá e levantando-se devagar. Os quadris ondulavam com uma lentidão calculada, o vestido subindo pelas coxas, revelando a pele lisa e a curva dos quadris. Ela pressionou as mãos contra o vidro, arqueando o corpo de leve, o decote destacando os seios, os mamilos visíveis sob o tecido fino. - Sétimo andar, os mesmos de ontem. Olha só, famintos, amor.Rafael deixou a cerveja no chão, o tilintar ecoando pelo apartamento silencioso. Levantou-se, o corpo definido movendo-se com uma fluidez quase predatória, aproximando-se dela por trás. O calor do peito roçou suas costas nuas, e uma das mãos deslizou pela cintura, os dedos traçando a borda do vestido, sentindo a pele quente por baixo.- Você é uma provocadora do caralho, Isa - murmurou, a voz grave, carregada de desejo. - Quer trazer eles pra cá, né? Transformar o jogo em carne de verdade.Isabela riu, o som baixo, vibrante, cortando o ar pesado da sala.- Carne? - retrucou, vi
No sétimo andar, um casal jovem se expunha: a mulher tocava-se, a mão deslizando entre as pernas, enquanto o homem se masturbava em sincronia com Rafael. Cada gesto dos vizinhos era como um reflexo do que acontecia no 702, e isso só aumentava o prazer de Isabela. - Eles tão imitando a gente... Estão transando por nossa causa. - sussurrou, levantando-se, a boca ainda brilhando de saliva, antes de beijar Rafael. O gosto do pau dele ainda nos lábios aumentava a tensão. Ela o empurrou contra o vidro, invertendo os papéis. Subiu no colo dele, as coxas envolvendo os quadris, a buceta molhada roçando o membro rígido. - Vamos mostrar como se fode de verdade - disse, a voz carregada de tesão. Cada descida era calculada, a pressão do corpo dela fazendo estalar a pele contra a dele, o som ecoando pela sala e pela rua. Rafael segurou a bunda dela com firmeza, as mãos cravadas na carne, aumentando o ritmo. Mordia o pescoço dela, deixando marcas vermelhas que ardiam na pele clara, enquanto os sei
A noite caía pesada sobre a cidade, o céu tingido de um roxo profundo, salpicado pelas luzes dos prédios que se erguiam como sentinelas de concreto. No apartamento 702, Isabela estava no quarto, deitada na cama, os joelhos levemente dobrados, assistindo a um filme que passava na TV com volume baixo. A camisola preta de renda se moldava ao corpo, transparente o suficiente para revelar os seios fartos, os mamilos endurecidos, e a linha da cintura curvilínea. Os cabelos loiros, ainda úmidos do banho, caíam em mechas pelo pescoço, e as tatuagens - a serpente sinuosa no braço esquerdo, o ramo de cerejeira no direito - reluziam sob a luz quente do abajur.O filme era apenas pano de fundo; os pensamentos de Isabela estavam nos olhos que podiam estar observando do prédio em frente, nas sombras que se moviam discretas. A ideia de ser vista, de provocar sem que percebessem plenamente, fazia o corpo dela formigar de antecipação. Ela suspirou, deixando a camisola deslizar levemente nos
O apartamento ainda carregava o cheiro de tinta fresca e das caixas de papelão amontoadas nos cantos, mas nada disso importava: Isabela já estava contra a janela panorâmica, as cortinas escancaradas e a cidade noturna servindo de plateia. O corpo curvilíneo, banhado pela luz âmbar do abajur, colava-se ao vidro gelado; os seios fartos se achatavam contra a superfície, deixando marcas úmidas enquanto os mamilos riscavam círculos que embaçavam o reflexo da metrópole. Os cabelos loiros, grudados ao pescoço suado, emolduravam os olhos azuis que faiscavam em desafio para a escuridão lá fora.As tatuagens discretas nos braços dela pareciam ganhar vida sob as mãos de Rafael, que a segurava pelos quadris com força bruta, unhas cravadas na pele clara. O pau entrava fundo na boceta molhada, cada estocada marcada pelo estalo úmido dos corpos que se chocavam, um som indecente que atravessava o silêncio e parecia gritar para todos do prédio vizinho.- Porra, Isa, quer que o bair
O metrô rasgava os túneis com um rugido faminto, o balanço dos vagões um pulsar selvagem que ecoava a tempestade dentro de Camila Duarte. Afundada no assento de plástico, agora quente e escorregadio sob sua pele suada, ela lutava para recuperar o fôlego, a saia lápis embolada na cintura, a blusa de seda rasgada expondo os seios fartos, o sutiã torcido pendendo como uma bandeira de rendição. Os cabelos castanhos, livres do coque, cascateavam em mechas úmidas sobre os ombros, colando-se ao pescoço suado, e os olhos verdes, outrora presos à monotonia, ardiam com uma voracidade animal, inflamada pelo clímax que a devastara minutos antes.Ele erguia-se diante dela, a silhueta imponente bloqueando a luz crua do vagão, a camisa social escancarada revelando o torso esculpido, veias saltando sob a pele bronzeada, o abdômen firme brilhando com gotas de suor. O cabelo escuro grudava na testa, e a penugem rala no queixo angular parecia mais afiada sob a iluminação impiedosa. O pau, ain
O metrô rasgava os túneis com um ronco gutural, o balanço dos vagões como um pulsar que parecia sincronizado com o coração descompassado de Camila Duarte. Sentada no assento de plástico frio, ela sentia o corpo em chamas, a saia lápis agora amassada, subindo pelas coxas de forma quase obscena. O rabo de cavalo castanho-escuro, antes impecável, tinha fios soltos que grudavam no pescoço suado, e os olhos verdes, agora selvagens, brilhavam com uma fome que ela não podia mais negar. As palavras do desconhecido ecoavam como uma chama que queimava sua pele. O toque da mão dele na coxa, roçando a calcinha úmida minutos antes, deixara um rastro de eletricidade que ainda a fazia tremer.O vagão estava vazio, as luzes brancas piscando com o movimento, o som dos trilhos misturando-se ao zumbido do ar-condicionado. O desconhecido estava ao lado dela agora, o corpo imponente invadindo o espaço, a camisa social com os botões abertos revelando o peito firme, salpicado de pelos escuros. O
A luz da galeria era suave, difusa, como se não quisesse ofuscar as obras nem os olhos atentos que as percorriam. Alys caminhava entre os convidados com a segurança de quem conhecia cada centímetro daquele espaço, cada pincelada das telas expostas. Era sua terceira curadoria solo, mas talvez a mais
O cartão preto permanecera sobre a mesa de cabeceira de Alys durante três dias. Sempre no mesmo lugar, sempre olhando para ela com a mesma provocação silenciosa. Toda vez que o olhar recaía sobre o retângulo fosco, algo dentro dela estremecia - não era medo, mas uma espécie de ansiedade antiga, com
A sala estava mergulhada em silêncio.O tipo de silêncio que só existe depois do ápice - quando os corpos já gritaram tudo, e o que resta é o eco da respiração, o peso da entrega, e a sensação de que algo foi desfeito... ou refeito.Zoey ainda estava nua. Sentada no colo de Victor, as pernas envolv
A sala ainda cheirava a sexo. Zoey estava nua, suada, os cabelos grudados na nuca, os seios arfando com lentidão. Mas não era cansaço. Era o retorno da fome. A fome que não havia cessado, apenas recuado. A pele, sensível ao toque do ar, ainda vibrava com o gosto do primeiro orgasmo, mas os olhos —