Mag-log inNa manhã seguinte, Martin acordou com o pau duro novamente. Eram quase dez horas. Ele tinha dormido pouco. Passara boa parte da madrugada limpando a parede do quarto que estava completamente lambuzada de porra seca. Mesmo assim, o cheiro de esperma ainda pairava no ar. Ele olhou para o gesso e sorriu feito um tarado. Tinha gozado pra caralho pensando naquela vizinha bunduda.Tomou um café preto forte na varanda, só de bermuda, coçando o saco distraidamente. Não conseguia parar de pensar nela. Naquela boca de puta. Naqueles peitos pesados. Naquela bundona que balançava quando ela andava. E principalmente nos gemidos que ouviu através da parede fina. O jeito que ela gritou “me fode, Martin” enquanto se dedava.Ele estava quase decidindo pular o muro e ir até lá quando ouviu o barulho de saltos no quintal ao lado.Três batidas firmes na porta da frente.Martin abriu sem camisa, bermuda baixa, exibindo o V do abdômen e o volume já crescente entre as pernas. E o que ele viu quase fez seu q
Eram exatamente duas e dezessete da manhã quando o silêncio da casa de Martin foi quebrado.Ele ainda estava acordado, virando de um lado para o outro na cama king size, completamente pelado. O ar-condicionado lutava contra o calor mineiro abafado daquela noite, mas o verdadeiro problema não era a temperatura. Era ela. Sabrina. Aquela bundona safada que tinha se mudado para o lado da casa dele há menos de vinte e quatro horas.Desde que a ajudara com a mudança, Martin não conseguia tirar aquela visão da cabeça. O short jeans ridiculamente curto. A calcinha fio-dental preta desaparecendo entre as bandas grossas e suadas daquela bunda. Os peitos pesados balançando dentro da blusa fina. O sorriso de puta quando ela disse “se o moço for forte… pode vir”.O pau dele estava duro de novo. Latejando. Já tinha batido uma punheta mais cedo no banho pensando nela, mas não adiantou. Agora, deitado no escuro, ele segurava a rola grossa com a mão direita, esfregando devagar, imaginando como seria e
Martin estava largado na varanda de casa, na cadeira de plástico velha que rangia a cada movimento, tomando café preto puro e fumando o terceiro cigarro da manhã. Eram quase dez horas e o sol de Nova Lima já castigava forte. Ele vestia apenas uma bermuda surrada de nylon, sem cueca, com o saco folgado descansando contra a cadeira quente. Aos 34 anos, Martin tinha o corpo marcado por academia antiga e cerveja boa. Alto, ombros largos, braços grossos e uma mente que nunca desligava do sexo.Ele vivia sozinho naquela casa há quase quatro anos. Vizinhança tranquila, muro baixo separando as propriedades, o tipo de lugar onde todo mundo via tudo, mas fingia que não. Martin gostava assim. Gostava de observar.Foi quando o caminhão de mudança parou na casa ao lado que o dia mudou completamente.A porta do carro abriu e ela desceu.— Puta que pariu… — Martin murmurou baixinho, quase deixando o café cair.Sabrina era uma puta ambulante de 29 anos. O corpo dela parecia ter sido feito para provoc
Adnam meteu fundo uma última vez, o corpo inteiro tensionado como um arco. Seu pau latejava violentamente dentro da buceta encharcada de Karsu, e então ele gozou rugindo como um animal. Jatos grossos, quentes e abundantes de porra jorraram direto contra o fundo do útero dela, enchendo-a até transbordar. O sêmen branco e viscoso escapava ao redor do pau grosso, escorrendo pela bunda arrebitada, pingando no sofá da sala que já estava completamente destruído de fluidos dos últimos dois dias.Eles ficaram abraçados, suados, ofegantes, pele colada em pele. Adnam ainda profundamente enterrado dentro dela, pulsando os últimos resquícios de porra. O peito dele subia e descia contra as costas dela. Karsu tremia levemente, os espasmos do orgasmo ainda percorrendo seu corpo, a buceta contraindo ritmicamente ao redor do pau do padrasto como se quisesse ordenhar até a última gota.Por longos minutos nenhum dos dois falou. Apenas respiravam o cheiro de sexo que impregnava toda a casa. O cheiro dele
Adnam não parou nem por um segundo. O pau ainda pingava da mistura de porra e sucos da buceta da enteada quando ele o puxou para fora com um som molhado e obsceno. Karsu estava de quatro no meio da cama do casal — a mesma cama onde dormia com a mãe dele —, a bunda empinada, vermelha dos tapas, a buceta aberta e escorrendo sêmen grosso que escorria pelas coxas tremulas. O cuzinho piscava, rosado e virgem, contraindo de excitação e medo.Ele cuspiu diretamente no pequeno anel apertado, vendo a saliva escorrer devagar pela fenda. Com o polegar, espalhou o cuspe, pressionando levemente a entrada.— Hoje você vai tomar no cu também, Karsu. Tudo. Cada buraco dessa enteada safada vai ser meu.Karsu virou o rosto no travesseiro, mordendo o tecido enquanto gemia. O coração batia descontrolado. Ela havia fantasiado com isso por tanto tempo — ouvir os gemidos da mãe através da parede, imaginar o pau grosso do padrasto abrindo ela inteira, possuindo-a de formas que a mãe nunca permitiria. Agora e
Ele começou a meter com força bruta. O som de pele contra pele ecoava alto — plap, plap, plap. Os ovos pesados batiam contra o clitóris dela a cada estocada. Karsu gritava a cada vez que ele batia fundo, o pau tocando um ponto que a fazia ver estrelas. Adnam puxava o cabelo dela como rédea, arqueando as costas dela, dominando completamente.— Diz que você é minha putinha de enteada — ordenou, dando um tapa forte na bunda direita. A marca da mão ficou vermelha imediatamente.— Eu sou tua putinha de enteada! — gritou ela, a voz falhando. — Fode sua enteadinha, Adnam! Me usa enquanto minha mãe não tá! Eu sou tua puta particular!Ele metia cada vez mais rápido, o suor escorrendo pelo peito musculoso. A mão dele desceu e encontrou o clitóris inchado dela, esfregando em círculos rápidos enquanto continuava arrombando a buceta. Karsu começou a tremer violentamente. O orgasmo veio como uma onda avassaladora.— Estou gozando! Porra, padrasto, tô gozando no teu pau!A buceta dela apertou como u
Três dias se passaram desde que Samuel fugira. Alyssa contara cada hora, cada minuto, enquanto Kaio a distraía com histórias picantes e toques que deixavam sua pele em brasa — mas nunca iam além. Era como se ambos soubessem que qualquer passo dado sem Samuel seria uma traição de verdade.Quando a p
A respiração de Regina vinha curta, quente, atravessando a escuridão suave do quarto. Cada fibra de seu corpo parecia pulsar em uma cadência própria, como se o sangue corresse mais rápido, como se a pele tivesse se tornado sensível demais até para o simples toque do ar. Scott estava ali, parado a p
O beijo na sacada havia mudado tudo. Regina sabia disso. Desde aquela noite no evento, não conseguia mais afastar Scott de seus pensamentos. Ele estava presente em cada gesto seu, em cada silêncio, como uma sombra que a perseguia e a excitava ao mesmo tempo. Tentava se convencer de que seria apenas
A noite parecia carregar um peso diferente, como se cada segundo fosse calculado para acender uma chama que não teria volta. Regina estava sentada no sofá de couro da cobertura de Scott, as pernas cruzadas, o vestido vermelho curto subindo perigosamente pela coxa. O vinho em sua taça refletia a pen







