Mag-log inAdnam meteu fundo uma última vez, o corpo inteiro tensionado como um arco. Seu pau latejava violentamente dentro da buceta encharcada de Karsu, e então ele gozou rugindo como um animal. Jatos grossos, quentes e abundantes de porra jorraram direto contra o fundo do útero dela, enchendo-a até transbordar. O sêmen branco e viscoso escapava ao redor do pau grosso, escorrendo pela bunda arrebitada, pingando no sofá da sala que já estava completamente destruído de fluidos dos últimos dois dias.Eles ficaram abraçados, suados, ofegantes, pele colada em pele. Adnam ainda profundamente enterrado dentro dela, pulsando os últimos resquícios de porra. O peito dele subia e descia contra as costas dela. Karsu tremia levemente, os espasmos do orgasmo ainda percorrendo seu corpo, a buceta contraindo ritmicamente ao redor do pau do padrasto como se quisesse ordenhar até a última gota.Por longos minutos nenhum dos dois falou. Apenas respiravam o cheiro de sexo que impregnava toda a casa. O cheiro dele
Adnam não parou nem por um segundo. O pau ainda pingava da mistura de porra e sucos da buceta da enteada quando ele o puxou para fora com um som molhado e obsceno. Karsu estava de quatro no meio da cama do casal — a mesma cama onde dormia com a mãe dele —, a bunda empinada, vermelha dos tapas, a buceta aberta e escorrendo sêmen grosso que escorria pelas coxas tremulas. O cuzinho piscava, rosado e virgem, contraindo de excitação e medo.Ele cuspiu diretamente no pequeno anel apertado, vendo a saliva escorrer devagar pela fenda. Com o polegar, espalhou o cuspe, pressionando levemente a entrada.— Hoje você vai tomar no cu também, Karsu. Tudo. Cada buraco dessa enteada safada vai ser meu.Karsu virou o rosto no travesseiro, mordendo o tecido enquanto gemia. O coração batia descontrolado. Ela havia fantasiado com isso por tanto tempo — ouvir os gemidos da mãe através da parede, imaginar o pau grosso do padrasto abrindo ela inteira, possuindo-a de formas que a mãe nunca permitiria. Agora e
Ele começou a meter com força bruta. O som de pele contra pele ecoava alto — plap, plap, plap. Os ovos pesados batiam contra o clitóris dela a cada estocada. Karsu gritava a cada vez que ele batia fundo, o pau tocando um ponto que a fazia ver estrelas. Adnam puxava o cabelo dela como rédea, arqueando as costas dela, dominando completamente.— Diz que você é minha putinha de enteada — ordenou, dando um tapa forte na bunda direita. A marca da mão ficou vermelha imediatamente.— Eu sou tua putinha de enteada! — gritou ela, a voz falhando. — Fode sua enteadinha, Adnam! Me usa enquanto minha mãe não tá! Eu sou tua puta particular!Ele metia cada vez mais rápido, o suor escorrendo pelo peito musculoso. A mão dele desceu e encontrou o clitóris inchado dela, esfregando em círculos rápidos enquanto continuava arrombando a buceta. Karsu começou a tremer violentamente. O orgasmo veio como uma onda avassaladora.— Estou gozando! Porra, padrasto, tô gozando no teu pau!A buceta dela apertou como u
Adnam a empurrou para o chão com firmeza, mas sem violência desnecessária. O desejo que vinha se acumulando havia meses, desde que Karsu completara dezoito anos e começara a desfilar pela casa com aqueles shorts curtos e blusas justas, finalmente explodia. Karsu caiu de joelhos no tapete da sala, os olhos brilhando de excitação e um pouco de medo do tamanho do que estava por vir. Com as mãos trêmulas de ansiedade, ela agarrou a cintura da calça de moletom do padrasto e puxou para baixo de uma vez. O pau dele saltou livre, pesado, balançando diante do rosto dela.Vinte e três centímetros de carne grossa, veias saltadas percorrendo toda a extensão, a cabeça rosada e brilhante de pré-gozo. O cheiro forte, masculino, invadiu as narinas dela imediatamente.— Porra… é maior do que eu imaginava — sussurrou Karsu, quase reverente. Ela precisou das duas mãos para envolver toda a grossura. Os dedos mal se tocavam. — Como é que minha mãe aguenta isso tudo?Adnam sorriu com arrogância, segurando
Karsu soltou um gemido baixo, quase um miado de gata no cio, e sentou direto no colo dele, sentindo o pau grosso e duro de Adnam roçando contra a buceta por cima do shortinho fino de algodão. O tecido já estava encharcado do tesão dela, e o calor do pau dele atravessava o moletom, latejando contra os lábios molhados da boceta. Ela rebolou devagar, esfregando a carne quente contra ele, sentindo cada veia do pau latejar.— Então para de lutar, padrasto — disse ela, voz rouca e carregada de desejo, os olhos castanhos fixos nos dele. — Eu quero você. Quero que você me foda como se eu fosse sua putinha particular. Quero ser a enteada vadia que abre as pernas pro homem da casa toda vez que minha mãe vira as costas.Adnam agarrou a nuca dela com uma mão grande e forte, puxando o rosto dela com força contra o dele. A língua dele invadiu a boca da enteada num beijo faminto, animal, quase violento. Ele chupava a língua dela, mordia o lábio inferior, enquanto as mãos grandes subiam por baixo da
Adnam não resistiu mais. A mão dele deslizou para dentro do shortinho e encontrou a buceta lisinha, depilada e completamente encharcada. Dois dedos grossos separaram os lábios molhados e entraram devagar, sentindo o calor apertado. — Caralho… tá pingando pra mim — gemeu ele, movendo os dedos devagar, sentindo as paredes da buceta dela apertarem. — Essa bocetinha tá encharcada pro pau do padrasto. Olha só como você aperta meus dedos, sua vadiazinha. Karsu jogou a cabeça para trás, gemendo alto, as mãos apoiadas nos ombros dele. — Ahhh… deda minha buceta, Adnam… deda a buceta da tua enteada… eu sou tua putinha há anos e você nunca soube. Ele curvou os dedos dentro dela, acertando o ponto G com precisão, enquanto o polegar esfregava o clitóris inchado em círculos lentos e firmes. O som molhado dos dedos fodendo a buceta enchia a sala silenciosa. — Eu sabia — confessou ele, voz rouca, os olhos fixos no rosto dela. — Eu via você se tocando no quarto quando a porta ficava entreaberta.
Clare acordou com o calor do corpo de Pedro colado ao seu. Ele dormia profundamente, um dos braços sobre sua cintura, o rosto virado para o seu pescoço, como se buscasse abrigo em seu cheiro. Ela o observou por longos minutos, em silêncio.Ele parecia tão... em paz. Forte e vulnerável ao mesmo temp
O vapor do banho escapava pelo vão da porta do banheiro quando Samuel subiu as escadas, cansado depois de um dia inteiro tentando—e falhando em não pensar em Alyssa. O corredor estava silencioso, iluminado apenas pelo abajur fraco no patamar.Foi então que a porta do banheiro se abriu.Alyssa saiu
Três dias se passaram desde que Samuel fugira. Alyssa contara cada hora, cada minuto, enquanto Kaio a distraía com histórias picantes e toques que deixavam sua pele em brasa — mas nunca iam além. Era como se ambos soubessem que qualquer passo dado sem Samuel seria uma traição de verdade.Quando a p
Milih mal teve tempo de recuperar o fôlego depois do toque de André no batente da porta. Cada músculo do seu corpo gritava por mais; cada centímetro de pele ardia sob a lembrança dos dedos dele deslizando pela cintura e pelas coxas. Ela não sabia como tinha sobrevivido àquele toque, mas agora não p







