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211. Rosa Hill

Autor: Laura Ricci
last update Data de publicação: 2026-09-06 20:03:42

A semana em Paris tinha sido uma correria de visitas a apartamentos, reuniões com corretores e caminhadas pela cidade que eu amava, mas que parecia diferente agora, como se estivesse vendo cada rua, cada praça, cada luz com olhos novos, como se a cidade tivesse se transformado em um lugar de possibilidades em vez de um lugar de lembranças dolorosas.

Miguel tinha

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  • Um Herdeiro Para O Meu Chefe Viúvo   214. Miguel Abernati

    A viagem para a mansão Abernati foi longa e silenciosa, as horas se arrastando como se o tempo tivesse resolvido parar para me torturar, e eu fiquei a maior parte do trajeto com os olhos fixos na estrada, a mente girando em círculos, as mãos firmes no volante, o coração batendo mais forte a cada quilômetro que me aproximava daquele lugar que eu tinha jurado nunca mais pisar.A mansão apareceu no horizonte como uma lembrança de tudo o que eu tinha deixado para trás, com suas paredes de pedra e janelas altas que pareciam observar cada movimento meu, como se estivessem me julgando antes mesmo de eu entrar. Os portões de ferro se abriram silenciosamente quando me aproximei, como se estivessem me engolindo, e eu estacionei o carro na entrada principal.

  • Um Herdeiro Para O Meu Chefe Viúvo   213. Miguel Abernati

    A noite depois da primeira noite no novo apartamento foi uma das mais longas que eu já tinha vivido, não porque eu não conseguisse dormir, mas porque a mente não parava de girar em torno das palavras de Rosa, das lacunas que eu ainda não tinha preenchido, das perguntas que eu ainda não tinha feito, das respostas que eu precisava encontrar para finalmente fechar a ferida que a minha mãe tinha aberto.Eu estava deitado na cama, os olhos fixos no teto onde as sombras da lua dançavam lentamente, enquanto Rosa dormia ao meu lado, a respiração lenta e profunda, o corpo relaxado contra o meu, o calor da pele dela me lembrando que eu estava vivo, que eu estava ali, que a gente tinha conseguido chegar até aquele momento. Luna estava no quarto ao lado, dormindo tranquilamente em seu berço novo, e o si

  • Um Herdeiro Para O Meu Chefe Viúvo   212. Miguel Abernati

    A primeira noite no novo apartamento foi como um sonho que eu tinha medo de acordar, como se cada detalhe daquele momento tivesse sido cuidadosamente desenhado para ser perfeito, e eu fiquei ali, parado no meio da sala, os olhos fixos em Rosa, que segurava Luna nos braços enquanto a colocava no berço do quarto novo, os movimentos suaves e precisos de quem já tinha feito aquilo milhares de vezes.A luz suave do abajur iluminava o rostinho da nossa filha, e eu vi Rosa se inclinar, beijar a testa de Luna, e sussurrar algo que eu não consegui ouvir, mas que eu senti no fundo do coração, como uma oração silenciosa, como uma promessa que ela fazia para a nossa filha. Quando ela se virou, os olhos encontraram os meus, e eu senti o coração acelerar como se fosse a primeira vez que a via.— Ela dormiu. — Rosa disse, a voz baixa, como se estivesse compartilhando um segredo que só nós dois podíamos ouvir.— Ela está cansada. — respondi, aproximando-me, os olhos fixos nela. — Foi um dia longo par

  • Um Herdeiro Para O Meu Chefe Viúvo   211. Rosa Hill

    A semana em Paris tinha sido uma correria de visitas a apartamentos, reuniões com corretores e caminhadas pela cidade que eu amava, mas que parecia diferente agora, como se estivesse vendo cada rua, cada praça, cada luz com olhos novos, como se a cidade tivesse se transformado em um lugar de possibilidades em vez de um lugar de lembranças dolorosas.Miguel tinha estado ocupado com as negociações para a filial do restaurante, e eu passei a maior parte do tempo com Luna e Helena, explorando os parques, os mercados, os cafés que eu tinha deixado para trás. Mas havia algo diferente em Miguel — um brilho nos olhos, um sorriso misterioso nos lábios, como se ele estivesse guardando um segredo que mal podia esperar para compartilhar.— Rosa, você

  • Um Herdeiro Para O Meu Chefe Viúvo   210. Miguel Abernati

    A manhã da viagem de volta para Paris amanheceu clara e fria, com o céu azul se estendendo até o horizonte como uma promessa de recomeço, e eu fiquei ali, parado na porta do apartamento de Rosa, os olhos fixos nas malas que já estavam prontas, no carrinho de Luna que eu tinha montado com cuidado, na mulher que eu amava e na filha que eu ainda estava aprendendo a conhecer.— Pronta? — perguntei, a voz mais calma do que eu realmente sentia.— Pronta. — Rosa respondeu, com Luna no colo, os olhos da bebê fixos em mim como se ela também estivesse pronta para aquela nova aventura.Helena estava ao lado, com um sorriso nos lábios e os olhos marejados.

  • Um Herdeiro Para O Meu Chefe Viúvo   209. Rosa Hill

    O domingo amanheceu com o sol entrando pelas janelas do apartamento, pintando as paredes de um dourado suave que parecia ter sido feito para aquele dia, e eu acordei com Luna ao meu lado, os olhos fixos em mim como se ela já estivesse esperando por aquele momento, como se ela soubesse que algo importante estava prestes a acontecer, algo que ia mudar tudo.Helena tinha chegado na noite anterior para passar o fim de semana comigo, e eu a ouvia na cozinha, preparando café e cantarolando baixinho, o som familiar me trazendo uma sensação de conforto que eu não sentia há muito tempo. Levantei-me, peguei Luna no colo e fui até a cozinha. Helena estava sentada à mesa, com uma xícara de café na mão, o cabelo preso em um coque frouxo, e um sorriso no rosto que iluminava o ambiente mais do que a luz da manh&a

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