FAZER LOGINAo amanhecer, Samara despertou lentamente, seus olhos se ajustando à luz suave que entrava pela janela. O quarto estava quieto, o silêncio apenas interrompido pelo som suave da respiração de Leonardo, ainda profundamente adormecido ao seu lado.
Ela piscou, sentindo o calor de seu corpo próximo, e então percebeu que a cabeça estava repousando sobre o peito musculoso dele, a respiração firme e ritmada. O cheiro do seu corpo e do sexo intenso que fizeram , o calor da pele dele, ainda estavam vivos em sua memória e no meio de suas pernas que por sinal estavam doloridas, mas naquele momento, havia algo de diferente. A tensão da noite passada parecia ter desaparecido, mas foi substituída por algo novo: uma sensação de proximidade, de vulnerabilidade.
Samara não gostava de se sentir vulnerável. Era algo que ela sempre evitava, mantendo-se firme, impenetrável. Mas, naquela manhã, ao ouvir o batimento cardíaco de Leonardo, algo nela a fez hesitar. O corpo dele era tão grande, tão seguro, tão imponente, e ela, embora nunca admitisse, sentia uma pequena faísca de necessidade de se deixar cuidar, mesmo que por um momento.
Ela se levantou um pouco, seus olhos se fixando no rosto dele. Ele parecia tão tranquilo, tão distante de todo o poder e intensidade que carregava. Era como se, ao dormir, Leonardo fosse apenas um homem comum, e não o governante de um império secreto, o mestre de um submundo que todos temiam.
Samara sentiu uma pontada de curiosidade. Quem ele era de verdade? O que ele faria quando despertasse? Será que, assim como ela, ele poderia ser vulnerável em algum momento? claro que não ele emanava poder e autoridade.
Mas ela sabia que não deveria se apegar a essas perguntas. Ela se afastou um pouco, tentando não fazer barulho. A última coisa que queria era parecer fraca ou desorientada ou pior emocionada.
No entanto, antes que ela pudesse se afastar completamente, Leonardo mexeu ligeiramente, sentindo a ausência dela. Seus olhos se abriram lentamente, e ele a observou com um sorriso preguiçoso, mas também cheio de uma intensidade silenciosa.
— Não pense que vai me escapar tão facilmente, piccola. — Ele murmurou, a voz rouca de sono, mas ainda cheia daquele poder inegável.
Samara se virou para ele, sua expressão desafiadora como sempre.
— Escapar? Eu só estava te observando. — Respondeu, mas havia algo na sua voz que traía um pouco da tensão interna que ela estava tentando esconder.
Leonardo se levantou devagar, a mão alcançando a dela, puxando-a de volta para ele, mais uma vez sem pedir permissão. O jogo não havia acabado.
— Você vai aprender que comigo, piccola, as regras nunca se aplicam como você espera. — Ele disse, agora mais próximo, com a voz baixa e quente, o olhar intenso.
Samara não disse nada, mas o que quer que estivesse acontecendo entre os dois, ela sabia que não seria mais fácil do que tudo que foi e é em sua vida. Ela sentiu a conexão entre eles de uma forma que não queria admitir, mas também sabia que não podia se entregar a ele tão facilmente.mais seu corpo vibrou com cada toque dele com cada caricia em cada vez que eles se fundiram durante a noitee como ele falava esse tornado estava trazendo sentimentos que eu tenho medo pois o abandono é muito dolorido. ele era intenso e carisonho tinha uma pegado que nossa senhora das buc3t@ fogosas o homem come muito bem meus seios estao doloridos mais é uma dor gostosa de satisfação de quem foi bem comida ai nem sei como contar isso tudo pra Brenda , saio dos meus pensamentos com ele cheirando meu pescoço e descendo
Epílogo — O Amor que Construiu um Império O sol começava a se pôr, pintando o céu com tons de laranja e rosa, enquanto a mansão da família Colombo pulsava com vida. O jardim estava florido, as rosas vermelhas — as favoritas de Samara — exalavam um perfume suave que se misturava ao cheiro do bolo de limão que a cozinheira preparava na cozinha. Lorenzon, com seus cachinhos negros e os olhos penetrantes do pai, corria pelo gramado com uma espada de brinquedo, fingindo proteger as irmãs gêmeas, Giulia e Antonella, que brincavam com bonecas sob a sombra de uma grande árvore. As duas meninas tinham os cabelos dourados como os de Samara, mas a personalidade já mostrava traços do temperamento firme de Leonardo. Leonardo estava sentado em uma espreguiçadeira, descalço, com a camisa meio aberta e a bebê mais nova, Beatrice, dormindo em seu peito. Ele passava os dedos pelas costinhas da pequena, com um sorriso sereno — algo raro de se ver fora das paredes da casa. O homem que comandava a Trind
Leonardo ficou imóvel por um segundo, os olhos queimando ao devorar cada detalhe do corpo de Samara. Ela estava ali, deitada como uma deusa, com a pele brilhando sob a luz suave do quarto, a lingerie quase inexistente provocando seus instintos mais primitivos. O peito dele subia e descia rápido, a respiração pesada com o desejo que o consumia por inteiro.Ele rosnou baixo, como um predador prestes a atacar.— Você sabe o que essas palavras fazem comigo, mia regina? — A voz saiu densa, carregada de pura luxúria.Samara arqueou as costas, oferecendo o corpo a ele como um presente. Seus olhos brilhavam de malícia, o sorriso nos lábios era pura provocação.— Por isso que eu disse... — Ela deslizou os dedos pelo próprio corpo, descendo devagar pela barriga. — Quero você sem controle, meu amor. Quero sentir cada pedaço do homem que eu dominei...Foi a gota d’água. Leonardo avançou sobre ela com a fúria de quem havia passado dois meses à beira da loucura. Ele arrancou a calcinha com as mãos,
Assim que chegaram à clínica, Samara estava radiante. Ela segurava Lorenzon nos braços enquanto Leonardo a acompanhava com aquela postura protetora e dominante que nunca o abandonava. Mesmo após dois meses, ele ainda olhava para ela como se fosse possível perdê-la a qualquer momento — como se a tivesse conquistado todos os dias e, por isso, jamais deixaria de vigiar cada passo que ela desse.A obstetra examinou Samara com cuidado, fez todos os testes necessários e, ao final, sorriu calorosamente:— Você está perfeita, Samara. O útero já voltou ao tamanho normal, seu corpo esta se cicatrizado bem... — Ela olhou para Leonardo, que estava praticamente em cima da maca. — E, sim, vocês estão liberados para retomar a vida sexual.Leonardo segurou o sorriso, mas o brilho predatório nos olhos dele entregava tudo. Samara riu, apertando a mão dele, sentindo as palmas levemente suadas. Era engraçado ver o mafioso mais temido da Itália, o Dom da Trindade, tão ansioso por ela.Na sala da pediatra,
Os quatro primeiros dias com Lorenzon foram uma verdadeira montanha-russa de emoções, amor e noites insones — mas Leonardo e Samara encararam tudo com um misto de exaustão e felicidade transbordante.O pequeno príncipe da Trindade parecia ter nascido com um cronômetro invertido: dormia o dia inteiro, como um anjinho sereno, mas quando a lua surgia no céu, ele virava um verdadeiro furacão.Samara tentava amamentá-lo, mas Lorenzon achava que o peito da mãe era um parque de diversões. Ele mamava cinco minutos, depois soltava o bico e ficava brincando com os dedinhos, dando risadinhas, como se estivesse provocando a mãe. Às vezes, mordia de leve, e ela soltava um gritinho, olhando para ele com falsa indignação:— Filho, isso é abuso maternal! — E então ria, mesmo com os olhos ardendo de sono.Leonardo, por sua vez, estava completamente rendido. Não importava o cansaço, ele não deixava ninguém pegar Lorenzon à noite além dele. Andava pela mansão com o bebê no colo, murmurando palavras doces
Leonardo ficou em pé, imponente como sempre, com as mãos nos bolsos da calça social e o olhar firme sobre Cecília. A tensão no ar era palpável. Samara sentiu o peso do momento e sabia que era agora ou nunca para dizer o que estava entalado na garganta.Ela respirou fundo, se ajeitou na cama e, com a voz suave, mas cheia de determinação, falou:— Pois bem, Dom Leonardo... já que você está com essa pose de chefão, quero fazer um acordo com você COMO A SENHORA DESSA MAFIA É SUA ESPOSA.Leonardo arqueou uma sobrancelha, intrigado, e cruzou os braços.— Que acordo, amore mio? — Ele perguntou, a voz baixa e carregada de curiosidade.Samara olhou para Cecília, que estava encolhida no canto do sofá, o rosto ainda molhado de lágrimas, e depois voltou os olhos para Leonardo com uma seriedade que fez o coração dele bater mais forte.— Se a reação do Fellipo não for a que você espera... ou melhor, se ele não agir como você e a Cecília esperam, eu quero que você fique neutro. — Ela estreitou os olh
Leonardo estava quieto há horas, o que, para ele, era quase impossível. Ele observava Samara e Cecília conversarem, trocarem risadinhas e olhares cúmplices, como se nada estivesse acontecendo. Mas ele já sabia. Há dias.Claro que sabia. Ele era Leonardo Colombo, o Dom da Trindade, o homem que controlava uma máfia inteira com olhos de águia e mãos de ferro. Elas achavam mesmo que ele não descobriria?Depois que Samara e Cecília foram para a clínica, ele mandou investigar — não por desconfiança, mas porque sua mulher estava no fim da gravidez e ele queria garantir que tudo estivesse bem. Quando o relatório chegou, o choque veio com força: Cecília estava grávida.Leonardo não contou para Fellipo porque sabia que era algo que Cecília precisava dizer. Mas ele esperou que ela contasse. Esperou durante o chá de fraldas, esperou no jantar, esperou até depois do parto de Lorenzo. E nada.Mas agora, com Lorenzo dormindo e as duas sentadas no quarto, rindo baixinho como adolescentes que escondem







