เข้าสู่ระบบLia Perroni
Acordo cedo, sentindo-me animada para o almoço de hoje. Começo a arrumar a casa, colocando tudo no lugar. Depois de uma boa limpeza, a casa está brilhando. Agora é hora de acordar Esmel. — Esmel, minha querida, é hora de levantar! Hoje é o dia do almoço com a Camilla e sua família. Esmel se estica e sorri. — Mamãe, estou ansiosa para ver a Bia!. — Eu também, minha querida. Vamos fazer compras no mercado para preparar um almoço delicioso. Vestimos-nos rapidamente e saímos para o mercado. No mercado, escolhemos os melhores ingredientes. — O que você acha de fazer lasanha? — pergunto. Esmel concorda entusiasmada. — Sim, mamãe! E podemos fazer salada de frutas também? . — Claro, minha querida. Vamos fazer. Com as compras feitas, voltamos para casa. Agora é hora de cozinhar. Começamos a preparar a lasanha e salada de frutas. Esmel ajuda a lavar as frutas, enquanto eu faço o molho da lasanha. — Está ficando delicioso, mamãe! — diz Esmel. — Sim, minha querida. Você é uma grande ajudante! . Depois de pronto, colocamos a lasanha no forno. Agora é hora de decorar a mesa. Esmel e eu escolhemos um belo conjunto de pratos e guardanapos. Colocamos flores frescas no centro da mesa. — Tudo está perfeito, mamãe! — diz Esmel. — Sim, minha querida. Está tudo pronto para receber nossos convidados. O relógio marca 12h. Camilla e sua família devem chegar a qualquer momento. A companhia toca, deixo Esmel terminando de arrumar a mesa e vou atender a porta. Abro a porta e sorrio ao ver Camilla, Cléber, Bia e Lian. Mas , ao lado deles , está Kairós, com um sorriso desconfortável . Me sinto surpresa e um pouco desconcertada. — Kairós? — pergunto surpresa, olhando para ele com curiosidade. Camilla se adianta, sorrindo. — Ah, o Kairós é o meu irmão, mais novo. Eu convidei para vir hoje, conosco. Achei que não teria nenhum problema. Me sinto aliviada com a explicação. — Ah, entendi. Não sabia que vocês eram irmãos. Kairós sorri, ainda um pouco desconfortável. Eu sorri. — Certo Kairós, vamos esquecer o que aconteceu ontem, fique e almoce conosco. — o convido. Ele sorri. — Obrigado, mas eu não quero te deixar desconfortável. — diz. Cléber resolve fala. — A gente que está desconfortável com essa cena de vocês, se resolvam logo e vamos almoçar — diz em tom brincalhão. Camilla sorri. — Ótimo! Vamos sentar e aproveitar o almoço. Esmel se junta à conversa. — Sim, vamos comer! Estou com fome! A atmosfera se torna mais leve e alegre. Sentamos à mesa, prontos para desfrutar do almoço. Kairós se senta ao lado de Esmel, que começa a conversar com ele. — Então, tio Kairós, o que você gosta de fazer?. Kairós sorri. — Eu gosto de música e livros. Esmel anima-se. — Eu também! Kairós ri. O almoço continua, com risadas e conversas alegres. O almoço continua, com todos se divertindo e conversando animadamente. Esmel e Kairós continuam a conversar sobre seus interesses comuns. — Mamãe, o tio Kairós gosta de música também! — diz Esmel. —Que legal! — respondo. — Kairós, você toca algum instrumento? Kairós sorri. — Sim, eu toco violão. E você, Esmel? Esmel anima-se. — Eu estou aprendendo a tocar piano! Camilla intervém. — Ah, que legal! Kairós, você pode tocar algo para nós? Kairós hesita por um momento, mas então concorda. — Claro, posso tentar. O almoço se transforma em uma sessão de música e risadas. *** O almoço termina e todos se despedem, agradecendo pela hospitalidade. Camilla, Cléber, Bia e Lian saem, deixando-nos com Kairós. Kairós se vira para mim e Esmel. — Eu estou com o carro aqui perto. Querem ir comigo para um passeio? Esmel anima-se. — Sim! Quero ir, mamãe! Eu sorrio. — O que você tem em mente, Kairós? Kairós sorri. — Há um parque próximo daqui, com um lago e um jardim lindo. Podemos dar um passeio e aproveitar o dia. Eu concordo. — Sim, parece um plano perfeito. Esmel já está pronta para sair. — Vamos, mamãe! Vamos! Kairós ri. — Então, vamos! Saímos da casa e caminhamos até o carro de Kairós. Kairós e eu caminhamos pelo parque, enquanto Esmel brinca à distância. Eu paro e me viro para ele. — Kairós, preciso falar com você sobre algo. Kairós olha para mim com curiosidade. — O que é, Lia? Eu respira fundo. — Não é por que estou aqui, que as coisas mudaram. Ainda não quero me envolver com você. Kairós não parece surpreso. — Eu entendi. Você ainda está processando o que aconteceu ontem. Eu assinto. — Sim. E preciso que você entenda que minha prioridade é Esmel. Não quero que nada afete nossa relação. Kairós concorda. — Eu entendo. E respeito sua decisão. Quero apenas ser amigo, Lia. Não quero pressionar você. Eu sorrio, aliviada. Obrigada, Kairós. Isso significa muito para mim. Esmel volta correndo. — Mamãe! Olha! Um pássaro! Eu rio. — Que lindo, Esmel! Kairós sorri. — Acho que nossa conversa está resolvida, então. Eu concordo. — Sim. Está tudo claro. Depois do passeio, eu e Esmel voltamos para casa, cansadas mas felizes. Kairós se despede, beijando Esmel na testa. — Obrigado por hoje, Lia. Foi um dia incrível. Eu sorrio. — Obrigada, Kairós. Foi um prazer. Esmel acena. — Tchau, tio Kairós! Kairós ri e vai embora. Eu fecho a porta e me viro para Esmel. — Como foi o seu dia, minha querida? Esmel sorri. — Foi incrível, mamãe! O tio Kairós é legal! Eu sorrio. — Sim, ele é um bom amigo. Esmel vai para o quarto, cansada. Eu fico na sala, pensando no dia. Foi um dia de reconciliação e novos começos. Kairós e eu estamos em um bom caminho. Eu me deixo levar pelo sono, sentada no sofá. O som da TV ao fundo se torna um zumbido distante. Minha cabeça pende para frente, e eu caio em um sono profundo. O dia chega ao fim, com pensamentos de Kairós e Camilla ainda flutuando em minha mente. Mas, por agora, o descanso é o que importa.Olá, queridos leitores! Sejam bem-vindos à minha história, "Uma segunda chance para amar", onde Lia, Kairós e Esmel vivenciam uma jornada emocionante. Estou ansiosa para receber seus comentários, críticas e sugestões. Sua opinião é fundamental para melhorar minha escrita. Atualizações: diárias, com 2 novos capítulos por dia. Agradeço desde já sua leitura e apoio! Beijos!
Cinco anos depois...Lia PerroniO abraço com Esmel no aeroporto marcou o verdadeiro ponto de virada em nossas vidas. Naquele momento, com minhas malas jogadas no chão e minhas filhas nos braços, eu soube que a família que eu tanto desejava, ainda que imperfeita, finalmente havia se completado. Kairós estava ao meu lado, um sorriso tranquilo no rosto, observando a cena que selava nosso recomeço.Os primeiros meses após a lua de mel e o retorno para casa foram de adaptação. Esmel, com a visão totalmente recuperada, começou a se ajustar à nova realidade. Não foi fácil. A sombra do passado ainda pairava, e o processo de perdão era lento, gradual. Kairós, paciente e compreensivo, nunca forçou a barra. Ele sempre esteve ali, presente, oferecendo seu apoio em silêncio, participando das atividades de Esmel, levando-a à escola, jogando no quintal. Eva, nossa pequena e radiante, foi a ponte. Com sua inocência e alegria, ela desarmava qualquer tensão, unindo a todos com seu amor incondicional.
Lia PerroniAcordei com o sol de Cancún invadindo o quarto, filtrado pelas cortinas leves. O cheiro de maresia e a brisa suave que entrava pela varanda eram um convite à preguiça. Kairós estava ao meu lado, os braços envolvendo minha cintura, o rosto sereno no travesseiro. A noite anterior havia sido intensa, um turbilhão de emoções e desejo que selou nosso novo começo.Com cuidado para não acordá-lo, virei-me em seus braços, admirando a calma de seu sono. Nunca pensei que encontraríamos a paz e a felicidade depois de tudo. A vida com Kairós, Esmel e Eva era a família que eu sempre sonhei, imperfeita, mas real e cheia de amor.Ele remexeu-se e abriu os olhos, um sorriso sonolento surgindo em seus lábios.— Bom dia, esposa — sussurrou, a voz rouca.— Bom dia, marido — respondi, beijando seu queixo. — Dormiu bem?— Como um anjo. Ou melhor, como um homem recém-casado, feliz da vida. — Ele me apertou mais contra si. — O que faremos hoje? Temos que aproveitar cada segundo.— Pensei em algo
Lia PerroniNo táxi, a caminho do aeroporto, Kairós apertou minha mão.— Pronta para Cancún? — ele perguntou, um sorriso largo iluminando o rosto.— Mais do que pronta — respondi, sentindo a adrenalina da viagem e a leveza de finalmente termos um momento só para nós.O voo para Cancún foi tranquilo, mas repleto de uma excitação contida. Sentados lado a lado, observei a paisagem da minha cidade diminuir através da janela do avião. Kairós segurou minha mão durante a decolagem, e eu me inclinei em seu ombro, sentindo a paz que só a presença dele me trazia.— Pensando em quê? — ele sussurrou, beijando meu cabelo.— Em tudo. Em como chegamos até aqui. Parece um sonho, não é? Há pouco tempo, eu estava correndo desesperada para impedir a Esmel de ir embora, e agora… agora estamos indo para nossa lua de mel. — Um sorriso bobo surgiu em meus lábios.Kairós riu suavemente— É a prova de que o amor, mesmo no caos, sempre encontra um caminho. E as meninas? Estão bem, não estão?— Estão sim. Esmel
Lia PerroniOs dias foram se passando e, de verdade, as coisas aqui em casa não podiam estar melhores. A Esmel estava oficialmente recuperada da visão, o que por si só já era um milagre, e as coisas entre ela e Kairós estavam começando a fluir de um jeito que eu mal podia acreditar. Não digo que ela o aceitou totalmente, a dor da perda do pai ainda era uma sombra, mas ela já não o tratava com tanta indiferença como antes. Pequenos gestos, um olhar menos duro, um silêncio menos carregado cada um desses sinais era uma vitória para mim. A vida, de repente, parecia querer nos dar uma segunda chance.E falando em dar um grande passo, eu estava prestes a dar o meu.Isso mesmo. Vou me casar.Eu estava na porta da igreja, o coração batendo forte no peito, prestes a entrar. Kairós já me esperava no altar, e a imagem dele lá, imponente e com um sorriso que iluminava o ambiente, fez um calor se espalhar por mim. Toda a nossa família estava reunida para esse tão esperado momento: meus ex-sogros,
KairósUma decisão havia sido tomada, e eu já arrumava minhas coisas para partir. Por mais que Lia tivesse suplicado para que eu ficasse, a situação havia se tornado insuportável. Eu não podia me manter entre Lia e Esmel. Havia matado o pai dela, e sabia que o perdão jamais viria, que as coisas jamais seriam as mesmas. Partir era a única saída sensata.Quase terminava de ajeitar as últimas peças de roupa na mala quando a porta do quarto se abriu, revelando Lia.— O que está fazendo? — perguntou ela, a voz embargada ao ver a mala aberta.— Não está vendo? Estou arrumando a mala para ir embora. Como eu disse, estou disposto a partir para a felicidade de Esmel — respondi, sem rodeios.Para minha surpresa, um sorriso sutil surgiu em seus lábios. Estranhei. Estaria ela feliz com a minha partida?— Por que está sorrindo? Por acaso está feliz por eu ir embora? — indaguei, a voz carregada de uma seriedade quase gélida.Ela se aproximou, os braços envolvendo meu pescoço em um gesto familiar.—
Lia PerroniAbracei Esmel forte em meus braços, com medo de que tudo não fosse apenas um sonho, de que ela desaparecesse se eu a soltasse. Meu coração batia como um tambor.— Mamãe, pode me soltar? Está me apertando! — ela disse, a voz abafada.Eu a soltei, dando um sorriso sem jeito.— Desculpa, meu amor. É que estou tão feliz! Finalmente te tenho de volta em meus braços. Obrigada por ficar, por fazer parte da minha vida — eu disse, sentindo as lágrimas escorrerem novamente.— Também quelo abraço! — Eva disse, toda felizinha, vindo correndo ao nosso encontro.Sorri e abri os braços para abraçá-la também. Esmel se juntou ao abraço, apertando a irmãzinha.— Oba! — Eva gritou, arrancando risadas de todos nós. Era um som que parecia curar as feridas do meu peito.— Ei, pessoal, por quanto tempo mais vão ficar aí sentados no chão? — meu ex-sogro, pai do pai da Esmel, perguntou, e só então me dei conta de que ainda estávamos no chão do aeroporto, chorando horrores.Sem jeito, me levantei







