Compartir

Capítulo 7

Autor: Luh Saraiva
last update Fecha de publicación: 2025-11-01 05:52:57

Quando Natali acordou não se lembrava de ter sido tirada do jardim. O frio e o esgotamento a haviam mergulhado em um torpor além do desmaio. Ela sentiu apenas o choque de uma nova superfície, menos hostil que a lama. Quando a consciência retornou, ela estava em uma banheira, a água morna e medicada, e mãos gentis a limpavam da sujeira da noite.

Eram as mãos de Lucinha, cujos olhos estavam cheios de lágrimas silenciosas.

— Natali, minha menina. Pensei que ele a tinha... — a governanta não term
Continúa leyendo este libro gratis
Escanea el código para descargar la App
Capítulo bloqueado

Último capítulo

  • Vendida pelo meu pai para o CEO Mascarado    Capítulo 12

    Leonel tirou o pé da porta, mas não se moveu. Sua voz era baixa e firme, quase um pacto.— Ele não está aqui. E mesmo que estivesse, eu não permitiria outra cena como a de hoje. Eu sou Leonel Dias. Ele pode ser um monstro, mas tem medo de que o mundo, e especialmente eu, veja a extensão da sua monstruosidade. Você precisa comer. São ordens médicas, e você precisa de forças para o que ele a mandou fazer no jardim.Ravid, que estava quieto ao lado do pai, deu um passo à frente, seus grandes olhos fixos nela.— Natali, o tio Apolo se foi. Vem. Por favor. Eu prometo que vou sentar ao seu lado e te dou um pedacinho da minha comida. O abraço mágico só funciona se você ficar forte.A inocência de Ravid atingiu Natali como um golpe suave. A fome era uma dor incômoda, o frio da humilhação, uma agonia maior, mas a ternura do menino era uma necessidade da alma. Ela pensou nas ordens de Apolo: Mas para cumprir essa sentença de vida, ela precisava viver. Precisava de força.Ela olhou para o chão,

  • Vendida pelo meu pai para o CEO Mascarado    Capítulo 11

    No outro lado da cidade, Afonso Maia parecia não acreditar no que estava acontecendo.-- O quê? Como meus negócios estão arruinados? Como minha pequena fábrica de doces está coberta de insetos?-- Papai, eu tenho certeza que isso tem a ver com Apolo Dias. Ele está revoltado com o que fizemos com ele. Até meus salões de beleza, foram cobertos de insetos, sem falar dos produtos de alto custo que foram trocados por produtos de qualidade inferior.Gotas de suor desciam sobre a testa careca de Afonso.-- Você tem razão, filha. Nós subestimemos Apolo Dias. Melina, precisa acalmá-lo. Ele está assim porque com certeza está louco por você. Passe uma noite com ele, apenas uma noite filha e ele vai se acalmar.Melina bateu os sapatos no piso desbotado da fábrica de doces com indignação.-- Não posso fazer isso. Tenho nojo daquele homem. Não consigo dormir com ele, pai. Por favor, não me peça isso.Afonso se aproximou de Melina, a carranca enfurecida.-- Eu sempre fiz de tudo por você, Melina. Es

  • Vendida pelo meu pai para o CEO Mascarado    Capítulo 10

    O quarto foi devidamente arrumado. Leonel levou o filho e deu-lhe um banho e o colocou para dormir. Ravid estava com sono e cansado, adormeceu profundamente em cima da cama segurando o braço do pai.Leonel, como um pai cuidadoso, deixou vários travesseiros ao redor da cama para a segurança da criança. Logo depois, deixou o quarto e procurou Lucinha para conversar. Ele precisava de respostas e Lucinha com certeza, as tinha.-- Podemos conversar, Lucinha? -- Ele disse tentando ser discreto com a presença de outra empregada na cozinha.-- Sim, meu filho. Vamos até o jardim. . Eles deixam a cozinha em direção ao jardim que estava florescendo a cada dia.-- Estou surpreso. Esse jardim não tinha vida. Não dava para diferenciar as flores com os arbustos no chão.Leonel ficou admirado.-- É uma longa história, Sr Leonel.Lucinha contou a Leonel tudo que se tinha acontecido entre Natali e Apolo. Ele ficou horrorizado e cheio de ódio do irmão por tamanha crueldade.-- Como Apolo pode fazer uma

  • Vendida pelo meu pai para o CEO Mascarado    Capítulo 9

    A voz de Apolo era um rugido baixo, mas que fez todos na cozinha congelarem.— O que está acontecendo aqui? — Apolo repetiu, a voz perigosa e fria, fazendo o menino Ravid se encolher no abraço de Natali. — Ravid! Afaste-se dessa mulher! Agora!O menino se assustou e soltou Natali, correndo para as pernas de seu pai, Leonel. Natali ergueu os olhos apenas para ver a fúria indisfarçável nos olhos de obsidiana de Apolo. Aquele olhar de desprezo e condenação era familiar, mas naquele instante, era carregado de uma violência inominável.Apolo deu um passo à frente, sua presença dominadora e ameaçadora preenchendo o espaço da cozinha. Ele não olhou para Leonel, apenas para Natali.— Para o seu quarto, Natali. Agora! E não se atreva a sair de lá até eu mandar!O tom era de ordem, de chicote estalando no ar. O calor do abraço de Ravid se dissipou imediatamente, substituído por um frio de gelar a alma. Natali, humilhada e subjugada, apenas abaixou a cabeça. Ela não ousou responder ou pedir expl

  • Vendida pelo meu pai para o CEO Mascarado    Capítulo 8

    No dia seguinte, pela manhã, o grande portão de ferro da mansão de Apolo se abriu lentamente. Uma figura inesperada adentrou dirigindo um carro. No banco de trás estava o pequeno Ravid de seis anos de idade com seu olhar curioso a observar o ambiente.-- Papai, que casa grande -- comentou a criança com olhos arregalados de surpresa. -- É aqui que o meu tio mascarado mora mesmo?O homem de vinte e oito anos sorriu parando o veículo em frente a porta da mansão.-- Sim, filho. Você ainda não conhece o tio Apolo, mas hoje irá conhecer..A porta da casa se abriu, a maçaneta girando rapidamente. -- Bom dia, Sr. Leonel. O patrão está no escritório, ocupado com alguns assuntos da empresa. Mas disse que podia entrar e aguardar na sala.Lucinha havia sido enviada por Apolo. Na verdade, Leonel havia avisado trinta minutos antes que estava vindo fazer uma visita ao irmão. E é claro que isso deixou Apolo furioso.-- Pelo jeito as coisas não mudaram por aqui, Lucinha. Meu irmão ainda é o arrog

  • Vendida pelo meu pai para o CEO Mascarado    Capítulo 7

    Quando Natali acordou não se lembrava de ter sido tirada do jardim. O frio e o esgotamento a haviam mergulhado em um torpor além do desmaio. Ela sentiu apenas o choque de uma nova superfície, menos hostil que a lama. Quando a consciência retornou, ela estava em uma banheira, a água morna e medicada, e mãos gentis a limpavam da sujeira da noite. Eram as mãos de Lucinha, cujos olhos estavam cheios de lágrimas silenciosas. — Natali, minha menina. Pensei que ele a tinha... — a governanta não terminou a frase, balançando a cabeça. — Mas o patrão ordenou que te levasse ao segundo andar. O banho, a limpeza, a sensação de roupas secas e macias — uma camisola de algodão limpa — eram gentilezas que Natali não esperava. O quarto para onde a levaram era vasto e banhado em luz matinal. As paredes, de um tom suave de creme, contrastavam com a mobília de cerejeira escura. Não era um calabouço. Era um quarto de hóspedes, com um tapete macio e uma cama que parecia engolir a luz. No entanto, Natali

Más capítulos
Explora y lee buenas novelas gratis
Acceso gratuito a una gran cantidad de buenas novelas en la app GoodNovel. Descarga los libros que te gusten y léelos donde y cuando quieras.
Lee libros gratis en la app
ESCANEA EL CÓDIGO PARA LEER EN LA APP
DMCA.com Protection Status