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Capítulo 18

Penulis: Aymara
last update Tanggal publikasi: 2026-07-26 05:57:51

Capítulo 18

Alexander pegou no papel. Os seus olhos percorreram os números. Mês após mês, ano após ano, a transferência da VegaCorp entrava... e ali ficava. Apenas eram descontados os pagamentos automáticos da universidade (que já tinham cessado há anos).

— Não percebo — murmurou Alexander. — E os juros?

— Acumularam-se. Essa conta tem hoje uma quantia considerável. Pode-se dizer que a Senhora Lucía é milionária por direito próprio. Tem uma fortuna líquida em seu nome e vive como se ganhasse o
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  • Você escolheu ela, ele me escolheu   CAPÍTULO 152

    CAPÍTULO 152A poucos metros de distância do escândalo principal, na mesa 3, desenrolava-se outro drama, mais silencioso, porém igualmente devastador.O senhor Navarro estava sentado com o olhar perdido, segurando uma taça vazia com tanta força que seus nós dos dedos estavam brancos. Seu mundo de segurança financeira, construído sobre décadas de investimentos conservadores e status social, acabava de ser sacudido até os alicerces pelas palavras do contador.A Victoria estava ao lado dele, comendo uma uva com uma calma que resultava estarrecedora, como se estivesse assistindo a uma peça de teatro chata em vez do colapso de sua própria família.O senhor Navarro virou-se para ela lentamente. Seu rosto, habitualmente pálido, estava vermelho de uma indignação que beirava a apopleixia.— Victoria... —sua voz tremia—. Você ouviu aquele homem? Ele disse que o Fernando... que o Fernando roubou minhas contas pessoais. As de investimento. As da aposentadoria. Tudo!— Eu ouvi, papai —disse a Vict

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    CAPITULO 150A cerimônia começou com a Elisa, que subiu ao palco disposta com uma taça na mão e o microfone pronto.— Boa noite a todos —disse a Elisa, radiante—. Bem-vindos à noite em que o coração dos De la Vega se abre para dar.Fez um discurso repleto de lugares-comuns sobre a generosidade e a família, enquanto a Lucía a observava de sua mesa, sentindo que o colar de safiras a apertava cada vez mais.A entrada e o prato principal foram servidos. O vinho fluía generosamente.Chegou a hora do primeiro leilão. Joias doadas pelo clube de senhoras idosas da alta sociedade.O leiloeiro começou a gritar valores. As pessoas aplaudiam.E então, em meio ao barulho dos lances, uma faísca inesperada deu início a um incêndio que ninguém pôde parar.A Victoria Navarro, sentada entre a assistente social e o pai, inclinou-se para o senhor Navarro, falando alto o suficiente para que a senhora Miranda a escutasse.— Olha para a Elisa —disse a Victoria, apontando para o palco—. Ela se acha perfeita.

  • Você escolheu ela, ele me escolheu   CAPITULO 149

    CAPITULO 149A Gala Anual da Fundação De la Vega sempre fora o evento social do ano, mas esta edição tinha um sabor distinto. Era a coroação pública de uma nova era, e a família decidira não poupar em opulência. Tal como Alexander previra, ninguém vestia algo simples.Elisa de la Vega desceu de sua limusine com o queixo erguido, convencida de que aquela noite seria o seu triunfo definitivo. Usava um vestido de alta-costura cor de champanhe, bordado com cristais Swarovski que cintilavam a cada passo. Seus braços estavam cobertos por luvas longas de seda até o cotovelo, e de seu pescoço e orelhas pendiam diamantes que, embora impressionantes, careciam de história. Eram joias compradas, não herdadas.Rodrigo desceu logo atrás, ajeitando a gravata-borboleta branca.Alguns minutos depois, o carro clássico dos patriarcas parou. Augusto desceu primeiro, apoiando-se em sua bengala com uma dignidade imperial, e ajudou Matilde a desembarcar. A matriarca vestia um veludo azul-escuro, sóbrio e ré

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    CAPÍTULO 148— Lembrem-se —dizia Lucía, ajeitando a gola da camisa do Mateo—, comportem-se bem. Façam a lição de casa. E na sexta-feira, o Martínez e eu estaremos na porta à mesma hora.— E o Alexander? —perguntou a Sofía, olhando em direção à porta da casa.O Alexander saiu nesse instante, ajeitando o relógio. Aproximou-se do grupo. Já não havia medo em sua postura, embora houvesse uma rigidez residual de quem ainda está aprendendo o idioma das crianças.— Eu também estarei —prometeu ele, agachando-se brevemente—. E Sofía, o seu vestido de princesa deve chegar na quarta-feira. Eu disse para a costureira colocar brilho extra.A menina soltou um grito e, em um ímpeto, abraçou-o pelos joelhos. O Alexander ficou imóvel por um segundo e depois deu-lhe tapinhas sem jeito nas costas. O Mateo ofereceu-lhe um soquinho com o punho.Quando a caminhonete se afastou, levando embora o barulho e a alegria, a mansão voltou a ficar em silêncio.Lucía suspirou, sentindo o vazio imediato.— Parece estr

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