INICIAR SESIÓNEle é o CEO mais temido do país. Bilionário, arrogante e lindo como um pecado. Eu sou apenas a babá do filho dele, contratada para domar o herdeiro que já expulsou 9 babás. Mas na primeira noite, ele me encurrala contra a parede da mansão e rosna: "Regra número um: nunca entre no meu quarto. Regra número dois: nunca me faça te desejar." Tarde demais. O filho dele já me chama de mamãe e o pai dele já não consegue tirar as mãos de mim.
Ver másNo dia seguinte ao beijo roubado na cozinha, Sara evitava Thiago a todo custo. Ela não queria encarar ele depois do que aconteceu. Acordou mais cedo que todo mundo, tomou café sozinha na cozinha às seis da manhã e levou a bandeja da Lara para comer no quarto da menina, trancada.Ela estava com vergonha, com medo e ao mesmo tempo com os lábios ainda queimando.Thiago também não foi atrás. Ficou trancado no escritório desde as sete fazendo reunião online. Sara só ouvia a voz grossa dele mandando nos outros.Até que às três da tarde a campainha da mansão tocou. A empregada que ficava de dia tinha ido ao mercado, então Sara teve que ir atender.Quando abriu a porta enorme de madeira, levou um susto.Uma mulher loira, muito alta, magra, de vestido vermelho justíssimo e curtíssimo, salto agulha de quinze centímetros, bolsa da Louis Vuitton e um perfume tão forte que tomava a entrada toda. Maquiagem carregada, boca vermelha.- Oi, querida. - ela olhou para Sara de cima a baixo com cara de no
Sara não conseguia dormir. Já eram duas e quarenta e sete da madrugada e a mão dele ainda queimava na dela, mesmo depois que ele já tinha soltado há horas. Ela ficava virando de um lado para o outro naquela cama pequena do quarto de babá, mas o toque dele não saía da pele.Ela tinha sentido a mão grande e quente de Thiago Fernandes entrelaçada na dela dentro do carro. Um gesto simples, mas que parecia ter marcado fogo.Não aguentando mais, ela levantou descalça e foi para a cozinha beber água. A mansão estava completamente escura e silenciosa, coisa que dava até medo de tão grande. Só uma luz amarela e fraca estava acesa no escritório dele, no final do corredor.Thiago estava lá, de costas para a porta, olhando pela janela enorme que dava para o jardim com um copo de uísque na mão. Sem paletó, sem gravata, só de camisa social branca com as mangas dobradas até o cotovelo e os dois primeiros botões abertos mostrando um pouco do peito. Sem a armadura de CEO mais temido do país, ele parec
Sara acordou a Lara às 7h da manhã com a fantasia de borboleta azul em cima da cama.— Hoje é o grande dia da minha princesa!Lara esfregou os olhinhos, ainda com sono, mas quando viu a fantasia, sorriu.— Tia Sara, o papai vai mesmo? Ele prometeu?Sara engoliu seco. Thiago não tinha confirmado de manhã. A porta do quarto dele ainda estava fechada quando ela desceu para fazer o café.— Se o seu papai prometeu, ele vai. Fera também cumpre promessa.Ela ajudou Lara a se vestir. A menina estava linda, com as asinhas brilhando. Mas a cada cinco minutos, Lara corria até a janela.— Ele ainda não desceu?Às 8h15, Sara já estava com o coração apertado. A apresentação era às 9h.— Vamos, amor, senão vamos nos atrasar. Seu pai encontra a gente lá.Na hora de sair pela porta da mansão, uma voz grave veio lá de cima da escada.— Espera.As duas se viraram. Thiago estava descendo a escada de terno, sem gravata, e com um buquê pequeno de flores azuis nas mãos.— Papai?— Atrasado para a apresentaç
Sara não se mexeu.A colher dele ainda estava suspensa no ar, a poucos centímetros da boca dela. E os olhos dele não estavam mais frios.— Eu não sou criança pra você dar comida na boca, senhor Thiago.— Eu sei. — A voz dele saiu rouca. — Crianças não me olham desse jeito.O coração de Sara disparou. Ela desviou o olhar e pegou a colher da mão dele, os dedos roçando de leve. Foi só um segundo, mas foi o suficiente para os dois sentirem um choque.Ela tomou a sopa rápido, só para quebrar aquele silêncio pesado.— Satisfeito?Thiago se recostou na cadeira e cruzou os braços. Aquele terno caro, aquele relógio que devia valer mais que um ano do salário dela, e ali estava ele, num refeitório simples de empregados, comendo sopa de legumes.— Por que você veio trabalhar aqui, Sara?— Porque eu precisava do emprego.— Você tem faculdade de pedagogia. Poderia estar em uma escola particular ganhando três vezes mais. Por que na minha casa? Cuidando de uma criança que nem é sua e de um homem que


















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