LOGINViserys Targaryen
+18 Minha mente criava coisas,obscenas e sujas. Rhaenyra cheirava a excitação,ela estava com tesão,ela está a ter um sonho completamente erótico,eu via os sorrisos maliciosos que ela dava. Mas algo mim diz que não é o sonho completamente erótico que está a fazê-la fixar desse jeito. Meu lobo estava eufórico e con muita raiva,ele queria acasalar agora,ele rosnava na minha menti em protesto,eu a queria,ele queria acasala lá,ele queria que todos soubessem a quem ela pertence,ele queria que ela cheirasse a nós,ele queria deixar bem claro para todos que ele é que tem posse sobre ela e mais ninguém. Mas eu não podia permitir,iria ser um estupro basicamente,apesar de sabermos que eu não precisaria obriga lá a fazer sexo comigo. Rour Meu logo rouge tão algo que até Rhaenyra se remexe na cama,ele não gostou da forma como eu disse sexo,mas eu não menti,nesse estado se eu for a domar essa felina nos iríamos fazer um sexo bruto que ela iria ficar semanas sem andar pós Falk não está a ajudar muito menos Rhaenyra. Meu pau estava tão duro que até doía,como se ela lesse meus pensamentos Rhaenyra vira na cama e coloca seu rosto no meu pescoço nu,e a perna em cima da minha virilha,fazendo contato da sua vagina com o meu pau,eu grunhe e ela choramingo. Essa mulher seria a minha ruína,eu queria muito encontrar minha companheira e fazê-la logo minha esposa,mas ela sendo humana e sem saber o que eu sou e sem mim conhecer deixava as coisas complicadas. Ela tinha o direito de saber o que lhe espera daqui em diante sendo a luna da minha alcateia e ela sendo humana como as coisas irão funcionar. Meus pensamentos são cortados pós a nifenta começa a melhor os quadris e eu sinto a fenda a da calcinha já encharcada e i meu pau soltando pré gozo. Eu coloco minha mão esquerda a raiz do seu cabelo e ela vai abrindo seus olhos grandes de mar azul mim deixando sua da mais duro,cara eu nao sabia que era possível ficar ainda mais duro do que já estou e com um simples olhar. Rhaenyra olha para mim e morde seus lábios rubros como rosa e eu tenho a certeza que quase gozei só com essa imagem. Eu puxei á mais para mim, fazendo-a gemer. Eu não sabia o que fazer,em anos eu não sei o que fazer, pós mim parece errado o que estou a pensar. Meu lobo rosna em protesto. Rhaenyra baixa sua mão até a barra da minha camisa coloca sua mão de baixo dela,ela começa a passar a passar pelo meu corpo fazendo meu corpo entrar em erupção de tanto desejo acumulado. Eu passei meus braços em seus glúteos e ela gemeu aproximando seu vulto ao meu pau. Gazo,se ela continuar fazendo isso eu não irei mim conter,mas eu não podia acasalar com Rhaenyra antes que ela saiba da minha origem. Então eu coloquei minha mão no seu queixo e a levantei para que seus olhos grandes azul turquesa fiquei presos aos meus olhos. Antes que eu pudesse falar algo ela colocou nossos lábios com pura paixão e desejo. Que bicho mordeu essa mulher, á pouco ela estava querendo fugir,agora ela está em puro êxtase se desejo,eu coloquei a minha língua dentro da sua boca e eu gemi com o sabor,eu lambia e sugava seus lábios e ela sorria toda via que eu o fazia ,eu ano mim canso de baixar esses lábios que agora estavam inchados. Virei á pra que eu posso ficar por cima e comecei a trajar beijos pelo seu pescoço e eu ouvi Rhaenyra arfar,eu sorri por saber que ela mim desejada do mesmos jeito que eu a queria,o cheiro da sua excitação era a prova disso. Lambia e marcava a marca no seu pescoço e ela levantava as costas sempre que eu fazia isso. Olhei para meu cristal e á vi olhar para mim com um rubor nas bochechas rosadas,ela estava com vergonha,mas eu iria fazê-la se liberar. Comecei a levanta a minha camisa que ela usava que parecia mais um vestido nela,ela tentou se cobrir meu lobo rosnou em protestos,eu agradeço por isso pós ela não tem que se esconder de mim. Eu passei pelo seu abdômen com beijos castos e molhados. Cheguei na sua virilha e puxei o ar na tentativa de sentir bem o seu cheiro que era uma maravilha. Eu olhei para ela antes de tirar sua calcinha e abrir os meus pés para que eu mim abrigue no meio delas. Rhaenyra tentou fechar os pés e eu não gostei disso. -Não se esconda para mim Cristal_Eu falei com a voz rouca de desejo. Ela cedeu e abriu os pés e olhei para sua virilha inchada e risada. -Perfeita pra caralho_ Eu falei antes colocar minha língua no seu clitóris pulsante. Rhaenyra gemeu alto que até mim incentivo a continuar o meu trabalho com a língua,eu coloquei dois dedos nela e fazia um vai e vem os os dedos e sugava o seu clitóris. Rhaenyra se contorcia na cama de tanto prazer que eu lhe dava e eu estava satisfeito por fazer que só eu posso lhe proporcionar tamanho prazer. -Viserys,eu..._Ela não conseguiu terminar o que ia dizer pós um gemido a cortou. -Goza para mim cristal,eu preciso sentir o seu gosto_Sem muitas delongas Rhaenyra gritou meu nome e eu senti suas pernas tremer e ela solta jatos do seu gozo eu sugo tudo com vontade e eu senti Rhaenyra suspirar. Eu levantei e vi minha pequena com um sorriso no rosto com os olhos fechados,ela deve estar cansada. Eu a puxei para o meu peito e ela se aninhou nele,não passaram nem dois segundos e ela caiu no seu sono.APENAS NÓS DOISRhaenyraNaquela manhã, acordei com uma sensação estranha.Não era medo.Não era aquela inquietação que vinha me acompanhando desde que os sonhos começaram.Era paz.Uma paz tão rara que, por alguns segundos, permaneci de olhos fechados, apenas ouvindo a respiração de Viserys ao meu lado.Não havia uivos.Não havia vozes.Não havia visões.Nenhum presságio.Apenas nós.Abri os olhos lentamente.Viserys estava deitado de costas, ainda dormindo. Os cabelos escuros estavam desarrumados sobre a testa, e havia algo quase infantil em sua expressão tranquila.Sorri.Talvez fosse disso que eu precisasse.Não de respostas.Não naquele dia.Talvez precisasse apenas de um dia em que o mundo não exigisse nada de nós.Levantei-me silenciosamente e fui até a janela.O céu estava limpo.A floresta parecia tranquila.Por um instante, pensei em tudo o que nos esperava.As fronteiras.Kaelen.Os Filhos da Lua.Os vampiros.Os sonhos.Aquela estranha promessa de mais de mil e quinhentos
A PROMESSA QUE DORMEViserysRhaenyra dormia.Pelo menos era o que parecia.Estava deitada ao meu lado, a respiração tranquila, os cabelos espalhados sobre o travesseiro.Mas eu não conseguia fechar os olhos.Depois da conversa daquela noite, algo havia mudado.Antes, eu podia convencer-me de que aqueles sonhos eram apenas sonhos.Agora não.Havia detalhes demais.Sensações demais.E, principalmente, havia uma coincidência impossível.Nós dois estávamos sonhando com os mesmos lugares.Com as mesmas pessoas.Com a mesma cascata.Com a mesma fronteira.E um com o outro.Olhei para Rhaenyra.Ela se mexeu.Suas sobrancelhas franziram.— Não…Sua voz saiu quase inaudível.Sentei-me imediatamente.— Rhaenyra?Ela continuou dormindo.— Não me deixes…Meu peito apertou.Toquei seu ombro.— Rhaenyra.Ela abriu os olhos de repente.Sentou-se, ofegante.Olhou para mim como se tivesse acabado de voltar de muito longe.— Viserys…— Estou aqui.Ela levou a mão ao peito.— Eu estava lá novamente.—
ECOS DA LUARhaenyraA palavra continuou ecoando dentro da minha cabeça muito depois de eu deixar a Cascata da Divisão para trás.Viserys.Não importava quantas vezes eu tentasse afastá-la.Ela permanecia.Como uma música antiga que alguém havia ensinado à minha alma antes mesmo de eu aprender a falar.Caminhei pela floresta sem realmente perceber o caminho.Os galhos das árvores arranhavam meus braços, mas eu mal sentia. Minha mente estava presa às imagens que Kaelen havia me mostrado.Correntes.Fogo.Sangue.Olhos vermelhos.E ele.Viserys.Não o Viserys que eu conhecia.Ou talvez…Exatamente ele.Essa era a parte que mais me assustava.No sonho, havia algo nele que parecia diferente. Não em seu rosto. Não exatamente. Era a maneira como ele me olhava.Como se tivesse medo de me perder.Como se já tivesse me perdido antes.Parei no meio do caminho.Fechei os olhos.Aquela sensação voltou.Calor.Segurança.Pertencimento.Minha mão apertou o pingente contra o peito.— O que está acon
Rhaenyra Targarian Eu continuava ali, de frente para a cascata, tentando entender o sonho que tivera dias atrás. Era uma narração perfeita. Não parecia um sonho comum. Eu não estava apenas vendo aquelas coisas... eu estava vivendo-as. Sentia o cheiro de pinho e terra molhada. O frio da névoa contra o rosto. O peso de uma espada que eu nunca empunhara. O som dos uivos ecoando pela floresta. E, acima de tudo, aquela voz. A voz que dizia meu nome. Viserys. Mas eu não me lembrava de ter vivido nada daquilo. As imagens que surgiam em minha mente eram vagas, fragmentadas, como páginas arrancadas de um livro antigo. Quanto mais eu tentava agarrá-las, mais elas escapavam. Fechei os olhos. Era tudo um sonho. Só um sonho. Não significava nada. Ou significava? Minha respiração ficou presa quando a lembrança do último momento voltou. Minha Fagulha... ela está em perigo. Abri os olhos imediatamente. — Rhaenyra... Meu próprio nome saiu dos meus lábios num sussurro.
Viserys Balerion O Uivo da PromessaO cheiro de pinho e terra úmida era o meu perfume, o rosnado baixo da matilha, a minha sinfonia. Como Alfa dos Filhos da Lua, meus sentidos estavam sempre em alerta, cada folha caindo, cada movimento na floresta era gravado em minha mente. Mas nos últimos dias, havia algo mais: uma melodia dissonante, um gemido distante que se infiltrava até mesmo nos uivos alegres da caça.Meu nome é o líder. Força e lealdade eram minhas moedas, e a alcateia era meu universo. Nosso território, uma vasta extensão de florestas e montanhas, era delineado por um rio caudaloso que culminava na majestosa Cascata da Divisão. Além dela, estendia-se a floresta densa dos Dragões, um território que evitávamos por respeito e uma antiga trégua.Mas a trégua estava se esfarelando.Parado à beira da cascata, a névoa fria beijando meu rosto, contemplei a cortina de água que caía com estrondo. O barulho era constante, mas não o suficiente para abafar o que vinha de além: rugidos.
Rhaenyra Balerion O Despertar da ChamaA escuridão dos meus sonhos nunca foi vazia. Desde a infância, ela vinha preenchida com a cor de escamas da noite e o calor de um fogo que não queimava, mas aquecia o meu peito. A princípio, era apenas um vislumbre fugaz de um olhar dourado, intenso e incrivelmente antigo. Com o tempo, as visões tornaram-se mais nítidas, e ele ganhou forma: um dragão de obsidiana e ébano, cujo porte majestoso era apenas superado pela profunda, e estranhamente familiar, tristeza em seus olhos.Ele não falava com a voz; ele falava com o fogo. E, em meus sonhos, eu sentia a labareda dele envolver-me, não para consumir, mas para amar. Havia um oceano de carinho e uma paixão milenar na forma como ele me olhava, uma devoção que eu sabia não ser direcionada à humana que eu era, mas a algo mais profundo em minha alma. Eu era a receptora de um amor de eras, um vínculo que transcendia a carne e o tempo.A quietude dessa afeição, contudo, foi rasgada.A primeira vez que a