Raika Acordei da melhor maneira possível: nos braços dele. O cheiro de madeira e sexo ainda impregnava a pele. O braço pesado dele me prendia contra o peito nu. Tentei me soltar para ir ao banheiro, mas ele grunhiu, puxou-me com mais força e murmurou contra meu cabelo: — Raika… minha diabinha gostosa… A voz saiu rouca, carregada de sono. Eu fiquei quieta, o coração disparado de alegria. Ele estava sonhando comigo. Ainda bem que meus pais não estavam em casa. Só assim eu pudera dormir inteira nos braços do homem que eu amava. Beijei a boca dele de leve, o gosto ainda misturado ao meu, e me levantei. O corpo doía de um jeito delicioso: coxas sensíveis, um leve ardor entre as pernas, marcas dos dedos dele nos quadris. Fui ao banheiro, tomei um banho rápido, deixando a água quente escorrer pelo pescoço e pelos seios ainda sensíveis. Quando saí, enrolada na toalha, planejava fazer um café da manhã reforçado. Omelete, pão quente, suco. Algo que dissesse “eu não me arrependo”. Levei um s
Última actualización : 2023-08-24 Leer más