Anderson queria apenas confirmar que ela estava viva e depois desaparecer de novo, mas o medo visceral de perdê-la e a atração que ele não conseguia estrangular o prenderam ali, ao lado da cama, com o coração batendo tão forte que doía. Quando Bárbara abriu os olhos, ele estava sentado na cadeira de plástico, com as mãos apertadas entre os joelhos, o corpo inteiro tenso. Ela piscou várias vezes, a expressão confusa, a respiração ainda irregular. O amigo dela, Léo, se jogou para a frente imediatamente. — Amiga, fiquei muito preocupado. Graças a Deus você está bem. Queria nos matar de susto? Bárbara sorriu fraco e olhou para Anderson. Os olhos dela ainda estavam nublados, mas havia uma pergunta muda ali. Léo percebeu o clima e ergueu as mãos. — Já entendi. Vou deixar vocês a sós. Ela perguntou pela mãe. Léo respondeu rápido, quase saindo pela porta: — Ela está bem, amiga. Fica tranquila. A porta se fechou. O silêncio que ficou foi pesado. Anderson se levantou devagar, como se qual
Última actualización : 2023-09-03 Leer más