Enquanto falava, Sérgio pousou a mão sobre a barriga saliente de Sofia.— Nosso bebê! Nosso bebê ainda nem chegou a ver este mundo! Eu não aceito isso! Sofia, por favor, acorde!O médico tentou acalmá-lo com insistência:— Presidente Sérgio, por favor, não se exalte. A paciente realmente já se foi. Eu entendo como o senhor está se sentindo, mas, por favor, deixe que ela parta em paz.Sérgio retrucou:— Não! A Sofia não vai me deixar!Letícia observava tudo de lado. Desde que Sérgio chegara, ela havia se escondido em um canto escuro do quarto.Não queria ser vista agora, apenas queria assistir ao espetáculo de camarote.Tudo estava seguindo exatamente como ela havia planejado. Sofia, ao entrar em contato com o veneno, realmente havia morrido.Letícia encarava Sofia, que agora jazia sobre a maca. Desde o nascimento, Sofia sempre fora o centro das atenções: herdeira de uma família influente, iluminada, calorosa, amada por muitos e capaz de amar também. E era justamente isso que Letícia ma
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