Isso não pode acontecer.Elvira disse:— Sr. Gustavo, eu já trouxe. Não podemos desperdiçar, certo? Amanhã o senhor pode não tomar, mas hoje beba, por favor.Gustavo lançou um olhar para Elvira.— Essa água não é para ajudar no sono e acalmar os nervos? Tome você.Elvira hesitou por um instante. Que sentido fazia ela beber aquilo?— Sr. Gustavo, é melhor o senhor beber. Assim, poderá descansar mais cedo.Os dedos de Gustavo pararam por um momento sobre o teclado. Ele olhou para o copo na mão de Elvira.— Elvira, por que está insistindo tanto para que eu beba essa água?Elvira respondeu:— Sr. Gustavo, é claro que é para o bem da sua saúde! Mas, se o senhor não quer, então eu mesma bebo.Com medo de levantar suspeitas, Elvira pegou o copo e saiu apressada.Do lado de fora, Elvira sentia que precisava contar à Sra. Castro o que havia acontecido.Chegando à porta do quarto, ela bateu duas vezes: "toc, toc".Logo Serena abriu a porta.— Elvira?Elvira falou em voz baixa:— Sra. Castro, deu
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