Íris acabou sendo levada por Mateus até a beira do fosso do castelo.Os dois usavam máscaras, para evitar serem reconhecidos.Ainda bem que, naquela noite, muita gente também tinha saído de mascarada, assim, eles não chamavam tanta atenção.Jorge vinha logo atrás, carregando várias lanternas de flores nas mãos.À beira do rio, já havia muitos casais reunidos, rindo e conversando sob a luz das lanternas.Mateus procurou um canto mais afastado e, com um gesto decidido, quase arrogante, jogou a lanterna diretamente no rio.Íris ficou sem palavras.Jorge também.Todas as lanternas afundaram, sem exceção.Mateus franziu o cenho, irritado, e lançou um olhar acusador para Jorge.— Onde você comprou isso? — Resmungou ele. — Nenhuma flutua!Jorge engoliu seco, injustiçado, mas não ousou se defender.“Fui enganado, mas não posso dizer nada”, lamentou em silêncio.Quando Mateus se preparava para jogar a última lanterna no rio, Íris o impediu.Ela o olhou como se estivesse diante de alguém de outr
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