Íris e Rosiane estavam sentadas na carruagem, o guarda mudo também se inclinou instintivamente para entrar, mas Rosiane o repreendeu com firmeza:— Quem vai guiar a carruagem se você entrar aqui?O guarda mudo ficou rígido por um instante e logo saiu.Íris se sentiu um pouco constrangida, então disse:— Alteza, acho melhor eu ir lá fora...Rosiane agarrou seu braço com força e balançou a cabeça.— Não, mano, você tem que me proteger de perto.Íris se desvencilhou e falou seriamente:— Alteza, homens e mulheres têm limites.Mesmo que a jovem fosse pequena, era algo a se respeitar.Rosiane, porém, a fitou com um olhar misterioso e disse:— Eu sei.A carruagem balançava, e Rosiane, cansada, acabou adormecendo lá dentro.Quando acordou, já era meio-dia.Com fome, teve que se contentar com o pão seco.Íris afastou a cortina da carruagem e disse ao guarda mudo:— Vamos parar um pouco, eu vou conduzir.O guarda mudo não respondeu, talvez o vento estivesse abafando sua voz, Íris então bateu em
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