Dois dias se passaram. Acompanhada por Vitor, Luana fez uma viagem até a grandiosa residência da família Alencar, localizada em Riviera. Assim que o carro de luxo estacionou em frente aos portões, a equipe de segurança apressou-se para abrir as portas. Vitor desceu primeiro e, com toda a gentileza, estendeu o braço para ajudar Luana a sair do veículo. Ela vestia um vestido soltinho em tom amarelo-claro, feito de seda pura. O tecido era leve e brilhante, acompanhado por um xale que lembrava uma névoa suave. Quando a brisa soprou pelo jardim, a barra do vestido dançou no ar, refletindo a luz do sol com um brilho encantador. O mordomo da família Alencar não tardou a aparecer no pátio, caminhando a passos largos.Luana abriu um sorriso acolhedor. — O senhor Gustavo se encontra? Por favor, avise que a sua aluna, Luana, veio fazer uma visita.O mordomo a reconheceu no mesmo instante e assentiu com a cabeça, muito prestativo. — Ah, é a senhora Luana! O patrão está em casa sim, por favor,
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