Ibsen virou-se para ela e disse, sem expressão: — Peça desculpas.Os olhos de Mayra, cheios de ódio, voltaram-se para Inês. Ela rangeu os dentes: — Inês, nem em sonho! Eu nunca vou me desculpar com você nesta vida!— Mayra!A voz de Ibsen carregava fúria, e seus olhos fixos nela quase cuspiam fogo.— Peça desculpas ou eu mando te levarem para a delegacia agora mesmo. Escolha.Mayra olhou para ele, incrédula. Piscou, e as lágrimas começaram a escorrer sem parar.— Ibsen, você ainda não entendeu quem é a sua noiva?!Seu choro não despertou a compaixão de Ibsen, mas sim sua repulsa.— Se não fosse por você, minha noiva agora seria ela.Mayra sentiu uma dor insuportável no peito, tão forte que mal conseguia respirar.Ela apertou o peito: — Que direito você tem de dizer isso? Foi você quem me provocou primeiro, foi você quem cuidou de mim, foi você quem teve aquelas atitudes ambíguas...— Chega, não quero ouvir mais nada. Se não quiser se desculpar, vou te mandar para a delegacia agora.A d
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