Se não levasse Lucas de volta, ele podia imaginar a tempestade que teria de enfrentar.— Como queira. Estou comendo, falamos depois.Dito isso, Lucas desligou o telefone sem cerimônia.Ao abaixar o celular e encontrar o olhar confuso de Inês, ele explicou: — Era o Francisco. Queria que eu voltasse para a Cidade do Mar com ele.Inês apertou os lábios: — Eu ouvi sem querer... Parece que a sua mãe está doente e foi internada? Tem certeza de que não há problema em não ir vê-la?Lucas assentiu: — Sim, não é nada. Sempre que ela briga comigo, vai para o hospital ser internada. Não precisa se preocupar com isso.Antes, quando ele ainda trabalhava no hospital na Cidade do Mar, sempre que a velha Sra. Leite ficava com raiva, ia ao hospital de propósito para atormentá-lo. Ora era dor de cabeça, ora era febre, mas os exames nunca mostravam nada.Com o tempo, Lucas simplesmente se acostumou.Vendo-o dizer aquilo, Inês não continuou a questionar.No entanto, ela não esperava que a mesma senhora, qu
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