A raiva subiu aos olhos de Ibsen:— Não permito esse tipo de confusão.Inês, por sua vez, demonstrou certo descontentamento:— Eu realmente não entendo por que vocês precisam discutir repetidas vezes na frente dos meus filhos. Os assuntos de vocês, adultos, não deveriam afetar as minhas crianças, está bem?Culpar quem?Ela se levantou:— Queridos, vamos, a mamãe vai brincar com vocês.Mas, infelizmente, nenhuma das duas crianças lhe obedeceu. Sentaram-se nas cadeiras, imóveis.Norah olhou para Inês:— Na verdade, papai e mamãe nunca brigavam antes, nem uma vez sequer. Nós éramos muito felizes, nossos colegas tinham muita inveja da nossa família tão feliz, e da nossa mãe, bonita e carinhosa.Essas palavras, de certa forma, insinuavam que fora a entrada de Inês que causara as brigas!Norah então se virou para Ibsen:— Papai, amanhã é o meu aniversário e do meu irmão. Não precisamos de muita gente, só quero que nós quatro estejamos juntos.— Isso mesmo! — Concordou Carlos.Era uma exclusã
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