Luiz saiu da mansão Valli com um sorriso satisfeito, o peito inflado pela certeza de que ainda tinha controle sobre Isadora. Para ele, era inevitável: ela não resistiria à sua presença, e logo estaria orbitando ao seu redor como sempre. Conduziu o carro com a arrogância de quem acreditava estar vencendo novamente, até parar diante da casa de Carolina. Uma hora e meia atrasado. Tocou o interfone, esperou. Silêncio. Tentou de novo, nada. Na terceira tentativa, já impaciente, pegou o celular. Na terceira chamada, Carolina atendeu. Ao fundo, música ao vivo, conversas altas, gargalhadas. — Onde você está? — ele exigiu, a irritação transbordando. — Saí com as minhas amigas. — a resposta veio leve, sem peso algum. — Como a
Last Updated : 2026-01-20 Read more