Ao lado dela, Althea permanecia composta e quieta. Não havia falado muito desde que saíram, apenas lançava olhares discretos para Eli de tempos em tempos, sutis, cuidadosos, certificando-se de que a menina estava bem sem fazê-la se sentir observada.— Se você se sentir desconfortável... — Disse Althea, com delicadeza, quebrando o silêncio. — Podemos voltar a qualquer momento.Eli se virou para ela imediatamente.— Não. — Respondeu depressa, então suavizou o tom. — Eu... Quero conhecer.Um sorriso discreto tocou os lábios de Althea.— Está bem.O silêncio voltou, mas desta vez parecia mais leve.Alguns minutos depois, o carro reduziu a velocidade e parou diante de um grande portão de design moderno e elegante. O nome da escola aparecia cuidadosamente exibido no lado direito, emoldurado por um jardim bem cuidado.Eli o encarou, imóvel.— Isto... — Murmurou para si mesma.— A escola que meu marido mencionou. — Respondeu Althea, suavemente.Mesmo depois que a porta foi aberta para ela, Eli
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