O café subiu numa fumacinha inocente, mas o desastre veio rápido.Tina só ouviu o “ai!” e viu a caneca voando, o líquido quente espirrou direto no peito de Máximo.— Meu Deus! Ela gritou, jogou o pano da mesa e correu até ele.O homem puxou a camisa na tentativa de afastar o calor, mas o tecido grudou, o que o fez gemer baixinho.Tina congelou por dois segundos. Céus, ele tinha mesmo tirado a camisa.E não foi devagar. O som do tecido rasgando, misturado com a respiração dele, fez o ambiente ficar pequeno demais para duas pessoas.— Tá… está tudo bem? Ela perguntou, tentando focar na queimadura, mas o olhar teimava em cair um pouquinho mais para o sul.— Está quente. Ele respondeu, e a ironia involuntária escapou no tom rouco.— Senta no meu sofá, vou pegar a pomada. — Ela disse rápido, antes que a própria voz a denunciasse.Saiu praticamente fugindo para o banheiro, o coração batendo feito tamborim em dia de desfile.Meu Deus, Tina, é só uma queimadura! Você é adulta, não uma adolesc
Última atualização : 2026-01-12 Ler mais