Uma das mãos de Gideon se estendeu e caiu sobre minha coxa. Ele curvou os dedos, agarrando o tecido da minha roupa, e me puxou para mais perto.— Ei! — Falei, mas os olhos dele permaneceram fechados, mesmo enquanto me puxava para seu colo.Bem, e agora o que eu faria?Com um som satisfeito, Gideon envolveu os braços ao meu redor, e sua respiração voltou a se aprofundar. Eu estava presa sentada no colo dele.De onde estava aconchegada contra seu peito, conseguia ouvir sua respiração. Lenta e constante. Isso era bom.Torci a cabeça para olhar as bandagens em seu ombro e as empurrei para o lado para verificar a cura. Não havia mais sangue, e as bordas do ferimento eram pele nova, rosada. Dentro de alguns dias, ele estaria completamente curado, com cicatrizes mínimas.— Obrigada, Deusa. — Falei com sentimento genuíno.Talvez eu não apreciasse a forma como Gideon me mantinha presa, tanto social quanto fisicamente, mas também não queria que nada de ruim acontecesse com ele. Eu só...
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