Rafael VenturaO sol já tinha se despedido quando tirei o chapéu e enxuguei o suor do rosto com o antebraço. Olhei ao redor e o escuro já tinha descido sem pedir licença, engolindo a cerca, o capim, o horizonte. Naquele horário não dava mais para continuar. Arumei as ferramentas, prendi o portão e voltei para a fazenda com o corpo pesado, as botas arrastando poeira. Subi a escada da casa já pensando no banheiro. Precisava de um banho. Tirei a calça e a cueca no meio do caminho, liguei o chuveiro e entrei na água quente, deixando que escorresse pelos ombros e pelas costas. O vapor começava a subir quando senti mãos no meu abdômen, descendo devagar para a minha masculinidade. Reconheci aquelas mãos antes mesmo de virar o rosto — e já fiquei no ponto.Virei-me. Lorena estava lindamente nua, os cabelos presos de qualquer jeito, os seios molhados, os olhos brilhando no vapor. Puxei-a para um beijo, sentindo a água escorrer entre nós dois.— Boneca, pensei que estava com as crianças.— Est
Zuletzt aktualisiert : 2026-10-13 Mehr lesen