Na manhã seguinte, Beatriz não foi à empresa. Em vez disso, seguiu para o Grupo Santos.Era horário de pico, e ela entrou no prédio junto com o fluxo de funcionários, sem despertar a atenção de ninguém na recepção.Ela não conhecia muito bem o Grupo Santos. Só sabia que a sala do presidente ficava no último andar.Pouco depois do casamento, tinha ido até ali algumas vezes.Naquela época, cheia de expectativas, passava horas preparando os pratos preferidos de Gabriel e levava tudo para ele. Em troca, recebia apenas uma repreensão fria e a ordem de não voltar à empresa para não atrapalhar o trabalho dele.Sem a menor hesitação, Gabriel jogava no lixo toda a comida que ela tinha passado a manhã preparando.Enquanto isso, o dedo que Beatriz havia cortado por acidente continuava envolto em gaze.O leve som das portas do elevador se abrindo trouxe ela de volta à realidade.Beatriz saiu e, assim que avistou a sala do presidente logo à frente, abriu a porta e entrou sem bater.Não havia ningu
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