Ponto de vista de Ella.Alexander encarou o talismã com a testa franzida. O objeto zumbiu fracamente quando o aproximei do peito dele, onde a maldição coagulou ao redor de seus pulmões, mas, fora isso, permaneceu imóvel e silencioso.— Tem certeza? — perguntou ele, baixinho.— Sim. Absoluta. — Pressionei o talismã contra a palma da mão dele e fechei seus dedos ao redor do objeto, olhando ao redor para me certificar de que não estávamos sendo observados. — Vá ver por si mesmo, se não acredita em mim. Eu juro que o senti vibrar quando Gabriel passou por mim.Alexander hesitou por um momento, mas acabou assentindo.— Espere aqui. Eu já volto. — Sem dizer mais nada, deu meia-volta e caminhou na direção de onde Gabriel estava sendo mantido. Ouvi vozes distantes e, em seguida, o som de uma porta de cela rangendo ao se abrir. Houve um breve silêncio.Poucos minutos depois, Alexander retornou.— Não devemos conversar aqui; as pessoas vão estranhar se me virem conversando com uma Ômega
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