O rosto de Margaret estampava aquele sorriso de novo, mas havia algo a mais ali sob a maldade, algo maníaco e desesperado. A cada centímetro que ela me arrastava para mais perto da borda, seu sorriso aumentava, revelando mais dentes meio podres. Mais do que deveria haver. Minha visão começou a embaçar, e o rugido do mar abaixo ficou mais alto.Não. Não, eu não podia morrer aqui. Eu não podia deixar Lucien. Não podia deixar Alexander. Não podia abandonar minha mãe logo após tê-la de volta.Pensei neles — no sorriso de Lucien, nos braços de Alexander ao meu redor, na determinação de Lilith em reclaibar Stormhollow. Pensei na amizade de Liam, na bondade de Anya, em todos que lutaram tanto para me ajudar.E pensei no caco de cristal no meu peito.Ele ainda estava brilhando. Ainda pulsava com energia. O Cristal Veridiano, o presente da Deusa da Lua. Destinado a purificar o mundo das influências malignas.Talvez eu não pudesse usá-lo no mundo dos vivos. Mas aqui, no reino dos espíritos,
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