Simão acariciou a cabeça de Ana, suspirou e abaixou a cabeça, encostando a testa na dela.— Desta vez, foi você que disse que queria ficar. Então não pode chorar.Ela resmungou e abraçou Simão pelo pescoço.— Eu nem estou chorando! Quando eu não estiver por perto, você não pode conversar com outras crianças, senão eu vou ficar brava!Simão ficou sem saber se ria ou chorava.— Está bem. Vou conversar só com você.Daniela estava ao lado, segurando a mão de Diego, e observava os dois com o canto dos lábios levemente erguido. Talvez por causa da gravidez, ao ver aquela relutância entre pai e filha, também sentiu o nariz arder um pouco.Daniela acompanhou Simão com o olhar até ele passar pela segurança. Depois, segurando uma criança em cada mão, disse em voz suave:— Vamos. Vamos voltar para a pousada.— Está bem!— Está bem!As duas crianças concordaram sorrindo, ergueram o queixo e olharam para Daniela. Quatro olhos grandes e bonitos se curvaram em sorrisos, e os olhos escuros e brilha
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