O café caiu no chão.Luana estava prestes a gritar quando uma mão cobriu sua boca.A voz grave do homem veio por trás, carregada de uma frieza ameaçadora:— Não grite. Caso esteja com vontade de morrer, pode gritar à vontade!Luana arregalou os olhos, tomada pelo medo.Desde que tinha visto com os próprios olhos os cinco dedos da mãe serem cortados, todo o orgulho que carregava dentro de si tinha sido destruído.Ela balançou a cabeça desesperadamente, sem ousar fazer nenhum som.No instante seguinte, o homem acertou Luana com um golpe, e ela perdeu os sentidos.......Mariana esperou quase uma hora na sala de descanso, mas Luana ainda não tinha voltado. Por isso, decidiu ligar.O toque do celular despertou Luana.Quando abriu os olhos, percebeu que continuava caída no chão da mesma sala. O homem que havia arrastado ela para dentro já tinha desaparecido.Ela se levantou com dificuldade e massageou a nuca dolorida.O celular tocava no chão. Ela abaixou, pegou o aparelho e, ao ver que
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