ROBINAs pernas cederam debaixo de mim, as mãos a voarem para a boca enquanto via o George a engasgar-se, a desmoronar-se para o chão, uma poça escura de vermelho a espalhar-se rapidamente, a sangrar pelas fissuras do chão. Fiquei a tremer, os olhos a arregalarem-se, a respiração errática. O que acabou de acontecer? Meu Deus! Cerrei os olhos com força e ajoelhei-me ao lado dele.“Oh não, oh não, não, não, não, não. NÃÃÃÃÃOOOO!” Gritei com toda a força dos pulmões, a sacudi-lo vigorosamente para o acordar. “Pai! Pai! Por favor não faças isto.” Engoli em seco, a limpar os olhos com as mãos encharcadas de sangue. “George, acorda! Pai… por favor não me deixes… por favor!” Rugí, a lamentar, a balançar para a frente e para trás enquanto puxava a parte superior do corpo dele para o meu colo.“Fodido Cristo! Robin!” Ouvi um grito, e depois estava a ser afastada do George à força mas agarrei-me a ele. “Robin, bebé, deixa-me limpar-te.” Sacudi o corpo do aperto dele.Ele não me ia deixar como t
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