O silêncio que se seguiu à confissão de Edward foi mais pesado do que a Ordem Alfa que ele havia tentado usar momentos antes. Preso contra a pedra, ele parecia pequeno uma sombra apagada do homem que um dia pensei ser o meu mundo inteiro.— Você não me ama, Edward — falei, minha voz firme, sem nenhum vestígio da dor dilacerante que definiu meus últimos dois anos. — Você ama a forma como eu fazia você se sentir poderoso. Ama o reflexo de si mesmo que enxergava na minha submissão.Baixei a mão, dissipando o peso invisível que esmagava o peito dele.Edward caiu de joelhos, arfando por ar, os olhos procurando nos meus qualquer vestígio da garota que costumava pedir desculpas até por respirar alto demais.Mas ele não encontrou nada além da clareza fria e brilhante da lua.— Isso não é verdade! — ele protestou, tentando segurar minhas mãos.Afastei-o imediatamente.Vi a dor genuína em seus olhos enquanto encarava as próprias mãos rejeitadas, claramente perdido, antes de finalmente fal
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