E eu? Não passava de uma trabalhadora comum, que saiu de uma cidade pequena, entrou na universidade e acabou ficando na grande cidade, presa ao ritmo exaustivo do trabalho.Se existisse algum vínculo de vida ou morte entre nós, seria um absurdo!Ao ver Lucas com o rosto fechado e aquela expressão irritada, quis fugir e sorri:— Sr. Lucas, se não tem mais nada, vou indo. Tchau, não precisa me acompanhar.Quando tentei abrir a porta para descer do carro, Lucas foi mais rápido e segurou meu braço:— Antes de esclarecer as coisas, fique ao meu lado.— Por quê? Sua namorada não vai se importar?— Eu não... — Lucas estava prestes a deixar as palavras escaparem, mas logo corrigiu. — Ela está no exterior.— Entendi, a amada está no exterior, clássico! — Um estalo passou pela minha mente. — Será que você, depois de beber, me confundiu com sua namorada e me deixou chegar perto? Agora faz sentido. Afinal, o que a gente poderia ter em comum? Estou bem mais tranquila agora.Lucas, porém, continuava
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