Bela e Vitor olharam para a família e depois um para o outro, chegando à mesma conclusão: talvez seu pai tivesse razão e eles devessem mudar para resolverem seus assuntos, sem tanta gente se metendo no meio. — Eu aceito, pai. Será muito bom ter minha própria casa, obrigada. Rômulo estendeu a ela um envelope. — Aqui está a escritura e a chave, podem mudar quando quiserem. Melissa não gostou da intromissão dele, atrapalhava seus planos e não teria acesso a sua filha para consultá-la sobre as dúvidas que surgissem sobre o casamento. — Rômulo, você passou dos limites. Vou dormir no ateliê… Rômulo engoliu em seco, não pensou nas consequências, só em desafiá-la. — Só porque dei uma casa para nossa filha? — Não se faça de tolo, você sabe o porquê. Ninguém entendeu a conversa dos dois, terminaram de comer e se retiraram, não queriam presenciar a disputa do casal, se o pai vencesse, a levaria para o quarto, mas se fosse a mãe que ganhasse
Last Updated : 2026-08-18 Read more