A paciência dele se esgotou rápido. Dessa vez, os movimentos dele foram brutos, rápidos e fortes, como se ele estivesse me usando apenas como uma ferramenta para se satisfazer. No fim das contas, ele ainda não parecia contente. Ele demorava demais. Tom bateu na porta várias vezes, me apressando para sair. Tapei a minha boca, com medo de gritar. Finalmente, quando Tom não aguentou mais esperar e já estava prestes a arrombar a porta, o Dr. Carter relutantemente puxou as calças. Eu me senti como se tivesse sido atropelada por um trem de carga. Cada osso do meu corpo tremia, e parecia que eu ia perder o fôlego a qualquer momento. Levei uma eternidade para me recompor e conseguir ficar de pé, saindo de lá em seguida como se nada tivesse acontecido. Tom olhou para mim e perguntou por que eu tinha demorado tanto. Resmunguei a primeira desculpa que me veio à mente, rezando para ele não fazer mais perguntas. Felizmente, ele não fez. O Dr. Carter, por outro lado, parecia bem calmo, quase indifer
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