༺ Mateo de La Vega ༻Ajustei meu óculos no rosto, sentindo o suor frio escorrer de leve perto da fonte. O portão de madeira recém-derrubado jaz estraçalhado na terra batida, e a poeira baixa devagar, revelando a linha de frente dos pistoleiros do Joseph.Eles estão posicionados atrás dos mourões da cerca e das pilhas de lenha espalhadas pelo pátio. O velho continua firme no centro, segurando aquela espingarda pesada com as mãos trêmulas, mas tomadas por uma loucura cega.Fico ao lado do Dante, mantendo a minha arma em riste, o dedo repousado com cuidado junto ao gatilho. O ar da manhã cheira a poeira, mato seco e perigo iminente.— Ele não vai recuar — digo para o Dante, sem tirar o olho do movimento dos capangas do velho. — Se viemos pelo bom senso, perdemos viagem. Ele quer bala, então que venha bala.— Se é isso o que ele quer, é isso o que terá — Dante reafirma, ajeitando a empunhadura da pistola com precisão calculada. — Ninguém sai desta fazenda sem resolver essa pendência hoje
Zuletzt aktualisiert : 2026-10-02 Mehr lesen